Análise: Psycho-Pass: Mandatory Happiness (PS4/PS Vita)

Psycho-Pass é um anime conhecido pela sua trama densa e cenas chocantes. Por conta disso, nada mais natural que um jogo baseado nele tenha como foco justamente a história. Psycho-Pass: Mandatory Happiness é um visual novel para PlayStation 4 e PS Vita (e futuramente PC) que coloca o jogador no centro de uma narrativa tensa e interessante. Continuar lendo “Análise: Psycho-Pass: Mandatory Happiness (PS4/PS Vita)”

Análise: Noitu Love: Devolution (Wii U/3DS)

Noitu Love: Devolution parece ter vindo direto da década de 90. O jogo, que é um frenético beat ‘em up em duas dimensões, apresenta visual em pixel art e mecânicas muito utilizadas naquela época. O que torna Noitu Love interessante é o esquema de controles diferenciado e único. Feito por um único desenvolvedor e lançado anteriormente para PCs, o jogo chega ao Wii U e 3DS com controles adaptados. Continuar lendo “Análise: Noitu Love: Devolution (Wii U/3DS)”

Análise: Pan-Pan (PC)

Pan-Pan (PC) é um daqueles títulos que conquistam o jogador logo após poucos minutos. O jogo, que foi construído por um único desenvolvedor, tem como principal foco a resolução de puzzles. A combinação de bela direção de arte, simplicidade, mundo interessante e grande foco em exploração faz com que Pan-Pan seja difícil de largar.
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Análise: Hatsune Miku: Project Diva X (PS4/PS Vita)

Hatsune Miku é uma Vocaloid, ou seja, uma cantora cuja voz é sintetizada por meio de um programa de computador. No Japão, ela é extremamente popular e já apareceu em todo tipo de mídia, especialmente no mundo dos jogos — aos poucos ela também está aparecendo no Ocidente. Hatsune Miku: Project Diva X (PS4/PS Vita) é o novo título da série de ritmo Project Diva e traz algumas novidades em relação aos seus antecessores ao mesmo tempo em que mantém intactas as principais características da franquia.
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Nos ouvidos #4: We Were Evergreen — Best Thing

We Were Evergreen é uma banda francesa de música alternativa, uma combinação de indie, eletrônico e pop. Conheci por um colega, que descreveu a música deles como “um som extremamente hipster” — concordo quase que completamente com ele. O que mais gosto em We Were Evergreen é a mistura de instrumentos bem inusitada e as melodias únicas, quase exóticas. Gosto, também, do cuidado deles ao produzir seus clipes. Até o momento o grupo lançou três EPs e um álbum chamado Towards. Continuar lendo “Nos ouvidos #4: We Were Evergreen — Best Thing”

Análise: ABZÛ (PS4/PC)

A primeira impressão que se tem de ABZÛ (PS4/PC) é que ele se trata de um jogo de mergulho. Contudo, bastam alguns minutos para perceber que a aventura é muito mais profunda e interessante do que parece. É fácil entender o motivo: o título foi idealizado pelos criadores de Journey (PS4/PS3) e Flower (Multi). O resultado é uma experiência familiar, porém com várias nuances e qualidades próprias.

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Análise: I am Setsuna (PS4/PC)

Os RPGs japoneses têm tentado se reinventar nos últimos anos com a presença de narrativas complexas, sistemas focados na ação e muita grandiosidade. Contudo, ainda há quem prefira uma aventura mais clássica, que remeta aos títulos das eras 16 e 32 bits. I am Setsuna, primeiro trabalho do estúdio Tokyo RPG Factory, retoma características de RPGs do passado, principalmente com a presença de batalhas por turnos e uma jornada para salvar o mundo. Com forte apelo à nostalgia e alguns sistemas modernos, o jogo lançado para PlayStation 4 e PC tem tudo para agradar veteranos e novatos. Continuar lendo “Análise: I am Setsuna (PS4/PC)”

Guerra do Velho, de John Scalzi

— Em toda a nossa vida, aquele foi o único lugar no qual estivemos. Todos que conhecíamos e amávamos estavam lá. E agora estamos indo embora. Vocês não sentem um negócio?
— Empolgação — Jesse falou. — E tristeza. Mas não muita.
—Certamente, não muita — disse Harry. — Não restava nada a fazer lá além de envelhecer e morrer.
—Você ainda pode morrer, sabia? Afinal, está ingressando no serviço militar — comentei.
—Sim, mas não vou morrer velho — Harry retrucou. — Vou ter uma segunda chance para morrer jovem e deixar um cadáver boa-pinta. Isso vai compensar ter perdido a oportunidade da primeira vez. (Pág. 57)

Confesso que, inicialmente, me interessei por Guerra do Velho após ver sua bela arte de capa. O tema central — um exército interestelar no qual só é possível se alistar ao ter 75 anos — também parecia inusitado e fiquei curioso. Como gosto de ficção científica, fiz questão de conferi-lo logo. Depois de alguns poucos dias, terminei a leitura e até me diverti, contudo fiquei um pouco decepcionado. Continuar lendo “Guerra do Velho, de John Scalzi”

Análise: Star Ocean: Integrity and Faithlessness (PS4)

Os RPGs japoneses tentaram se reinventar durante os últimos anos. O gênero era conhecido principalmente por seus combates por turnos e narrativas complexas. Star Ocean é uma série que nasceu no SNES e que foi pioneira no sentido de explorar temas não muito comuns na época, como a viagem interestelar, e também ao incluir sistemas únicos e interessantes. Star Ocean: Integrity and Faithlessness é o quinto título da série principal e tinha como principal missão resgatar as características mais marcantes da franquia, ao mesmo tempo que a apresenta a novos jogadores. O RPG para PlayStation 4 apresenta várias ideias promissoras, que, infelizmente, não alcançam seu potencial por conta da execução mediana. Continuar lendo “Análise: Star Ocean: Integrity and Faithlessness (PS4)”

Vocação para o Mal, de Robert Galbraith (J.K. Rowling)

“Assim como as vigas de aço de um prédio são reveladas à medida que ele arde em chamas, Strike viu neste lampejo de inspiração o esqueleto do plano do assassino, reconhecendo as falhas cruciais que deixara passar — que todos deixaram passar —, mas que, enfim, podiam ser os meios de demolir o criminoso e seus esquemas macabros.” (Pág. 424)

Vocação para o Mal é meu livro favorito de Robert Galbraith. Gosto muito da série de romances policiais que J.K. Rowling está produzindo sob um pseudônimo, mas este se superou em vários aspectos. O terceiro volume tem ritmo acelerado, narrativa instigante e ótimos personagens, não queria largá-lo de jeito algum. Continuar lendo “Vocação para o Mal, de Robert Galbraith (J.K. Rowling)”