Análise: Monolith (PC)

Monolith é um título independente para PC que combina inúmeros conceitos: ele é, ao mesmo tempo, um dungeon crawler, um shoot ‘em up com toques de bullet hell e também um rogue-lite. Pode até parecer que é impossível montar um jogo coerente com gêneros tão diferentes, porém o resultado é uma experiência agradável e viciante, repleta de momentos intensos. Continue Lendo “Análise: Monolith (PC)”

Análise: Old Man’s Journey (PC/Mobile)

Às vezes, não são necessárias palavras para contar uma história. Old Man’s Journey é um claro exemplo disso: toda a narrativa do jogo é mostrada por meio de imagens e situações, sem uma única linha de texto. O título independente lançado para PC, iOS e Android é uma mistura de puzzle e aventura, resultando em uma experiência que remete a um belo livro interativo.
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Impressões: Dead Cells (PC)

Dead Cells (PC) se autodenomina um “roguevania”, ou seja, uma mistura de roguelike com metroidvania.  Depois de jogar um pouco, é fácil perceber que ele não é exatamente o que promete, porém tem seus méritos, o que o faz uma experiência divertida e viciante. O título acabou de ser disponibilizado no programa Early Access e apresenta um nível de polimento bem alto, por mais que há o que melhorar. Continue Lendo “Impressões: Dead Cells (PC)”

Nos ouvidos #6: sakanaction — Tabun, Kaze. / Shin Takarajima

Sempre gostei de música japonesa, pois sempre tive a sensação que os artistas nipônicos colocam um pouco das peculiaridades culturais do país em suas composições. sakanaction (サカナクション) é um bom exemplo dessa características e é uma das minhas bandas japonesas favoritas, principalmente por conta do som bem único criado por eles. Continue Lendo “Nos ouvidos #6: sakanaction — Tabun, Kaze. / Shin Takarajima”

Análise: TumbleSeed (Multi)

O conceito principal de TumbleSeed, título indie para PC, PlayStation 4 e Nintendo Switch, é bem inusitado. O objetivo é levar sementes para o topo de uma montanha, desviando de inúmeros obstáculos que aparecem pelo caminho. O diferencial é o sistema de controle que exige o uso das duas alavancas analógicas para equilibrar a semente. Não se deixe enganar pelos gráficos coloridos: o jogo é bem difícil e exige dedicação. Continue Lendo “Análise: TumbleSeed (Multi)”

Resenha: Perdido em Marte, de Andy Weir

“Nem sei quem vai ler isto. Acho que alguém vai acabar encontrando. Talvez daqui a cem anos.
Que fique registrado: não morri em Sol 6. O restante da tripulação certamente achou que eu tivesse morrido, e não posso culpá-los. Talvez decretem um dia de luto nacional em minha homenagem e minha página na Wikipédia vá dizer: “Mark Watney foi o único ser humano que morreu em Marte.”
E, provavelmente, isso estará correto. Porque, sem dúvida, vou morrer aqui. Só que não em Sol 6, como todo mundo está achando.”

Marte é um planeta que emite uma aura de mistério, sendo fascínio da humanidade desde os tempos remotos. Sendo assim, é natural que ele seja o palco de várias tramas de ficção de todos os tipos. Perdido em Marte, como o nome sugere, é uma história de ficção científica sobre um astronauta que fica preso no planeta vermelho e faz de tudo para sobreviver. Com forte embasamento científico e praticamente nada de fantasia, esse livro me agradou principalmente por conta da trama interessante repleta de ótimos momentos. Continue Lendo “Resenha: Perdido em Marte, de Andy Weir”

Análise: Flinthook (Multi)

Flinthook, o novo título da produtora independente Tribute Games para PC, PlayStation 4 e Xbox One, em uma primeira olhada, pode se passar por um jogo da era 16 bits por conta do seu visual em pixel art e da sensação de aventura 2D arcade. Contudo, o título se destaca por conta de duas principais habilidades: o herói se movimenta pelos cenários com a ajuda de um gancho e consegue deixar a ação em câmera lenta. Isso, aliado a alta dificuldade e características do gênero roguelike, faz com que Flinthook seja uma experiência intensa e bem divertida.

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Persona 5 (PS3/PS4): primeiras impressões

Depois de muita espera e adiamentos, Persona 5 finalmente chegará ao PlayStation 3 e PlayStation 4. O quinto título da franquia da Atlus vem com a promessa de trazer uma trama profunda, personagens carismáticos, refinamentos nos sistemas e ótimas mecânicas. Joguei por volta de 18 horas da nova aventura no PS4 e gostei muito do que vi, confira o que me chamou a atenção nesse início.

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Nos ouvidos #5: Metric — Gold Guns Girls

Conheci Metric por acaso em algum site sobre música. Na época, a banda canadense estava lançando o álbum Fantasies, e vi o clipe de Gold Guns Girls, uma das faixas do disco. Depois de ouvir essa música, fui atrás de conferir mais composições deles. Continue Lendo “Nos ouvidos #5: Metric — Gold Guns Girls”

Resenha: O Problema dos Três Corpos, de Cixin Liu

Wang tirou o traje v. Depois de se acalmar um pouco, pensou mais uma vez que Três Corpos era uma tentativa deliberada de fingir ser apenas uma ilusão, embora na verdade possuísse alguma realidade subjacente. Em contrapartida, o mundo real diante de Wang havia começado a parecer complexo na superfície, mas na verdade muito simples, Qingming Shanghe Tu. (Pág. 124)

O Problema dos Três Corpos me deixou intrigado por conta de sua sinopse e até mesmo título. Sempre gostei de ficção científica, mas nunca tinha lido nada cujo o foco central fosse extraterrestres — decidi mudar isso lendo esse livro. A obra do chinês Cixin Liu é bem diferente do que eu imaginava, sem deixar de ser bem interessante e envolvente. Vencedora de prêmios como o Hugo, a obra foi um sucesso e será adaptada para o cinema em breve. Continue Lendo “Resenha: O Problema dos Três Corpos, de Cixin Liu”