Análise: The Bug Butcher (Multi)

Insetos estão invadindo um laboratório e explodi-los é a única solução em The Bug Butcher. Para isso, o personagem vai atirar em tudo que se mexe em uma jogabilidade com uma limitação curiosa: só é possível mirar para cima. O título usa o clássico Super Pang como inspiração e moderniza os conceitos em uma aventura vibrante, frenética e divertida. Continue Lendo “Análise: The Bug Butcher (Multi)”

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Análise: Full Metal Furies (Multi)

 

A Terra foi devastada por uma grande guerra entre Titãs e um grupo de garotas decide acabar com o conflito derrotando os seres mitológicos. Full Metal Furies usa a mitologia grega em um jogo de pancadaria beat’em up que se destaca por exigir a colaboração contínua entre os jogadores: cada uma das heroínas tem funções e habilidades bem distintas que se complementam. Com leves aspectos de RPG e dificuldade acentuada, Full Metal Furies retoma e moderniza o gênero. Continue Lendo “Análise: Full Metal Furies (Multi)”

Análise: Starlink: Battle for Atlas (Multi)

A premissa de Starlink: Battle for Atlas é bem ambiciosa. No novo jogo de ação e aventura da Ubisoft, controlamos uma equipe de pilotos em uma aventura por um universo vibrante com mecânicas de mundo aberto e customização. Um dos destaques do título é a inclusão do conceito toys to life, ou seja, miniaturas físicas que afetam o jogo — naves, pilotos e armas, nesse caso. O resultado é uma experiência divertida, por mais que alguns problemas impedem que ela seja memorável. Continue Lendo “Análise: Starlink: Battle for Atlas (Multi)”

Do Japão: Live a Live (SNES)

Por toda a história da humanidade, alguns padrões se repetem. A luta do bem contra o mal é recorrente, mesmo contando com representações diferentes. É essa a premissa de Live A Live, RPG de SNES da Squaresoft que nunca foi lançado fora do Japão. O game conta com sete histórias independentes, cada qual com características de narrativa e jogabilidade únicas, compartilhando entre si o sistema de batalha.  Continue Lendo “Do Japão: Live a Live (SNES)”

Nos ouvidos #18: Mitski — Nobody

Mitski me conquistou com sua voz marcante: seu timbre é suave e firme ao mesmo tempo. O som da cantora é uma espécie de pop-rock com um toque de indie, sensação essa alcançada com o uso de guitarras e pianos nas músicas.

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Análise: Wandersong (PC/Switch)

 

Um bardo otimista é o improvável protagonista de Wandersong. Para tentar salvar o mundo, o rapaz vai cantar bastante em uma jornada repleta de carisma e personagens malucos. Pessoas obstinadas, puzzles, situações complicadas e muito humor é o que espera o herói cantor pelo caminho. O tom leve e a atmosfera animada resultam em um jogo relaxante e com vários momentos tocantes. Continue Lendo “Análise: Wandersong (PC/Switch)”

Resenha: Praia de Manhattan, de Jennifer Egan

“Cada vez que Anna transitava do mundo de seu pai para o de sua mãe e de Lydia, sentia que largava uma vida pela outra, mais profunda. E quando voltava para junto do pai, de mãos dadas com ele enquanto percorriam a cidade, era a vez de largar sua mãe e Lydia, muitas vezes esquecendo-se delas por completo. De um lado para outro ela ia, submergindo cada vez mais — e ainda mais —, até ter a impressão de que não tinha como afundar mais. Contudo, de algum modo, sempre tinha. Nunca chegava a tocar o fundo.”

Uma Nova York sombria e nada glamourosa é o cenário de Praia de Manhattan, de Jennifer Egan. Ao contrário de outros trabalhos da autora, como A Visita Cruel do Tempo, esta é uma obra mais tradicional: o foco é na vida de Anna Kerrigan, uma mulher que decide ser mergulhadora ao mesmo tempo em que procura o pai desaparecido. Praia de Manhattan me conquistou com seus ótimos personagens e sua narrativa envolvente. Continue Lendo “Resenha: Praia de Manhattan, de Jennifer Egan”

Análise: Mega Man 11 (Multi)

Depois de oito anos sem nenhum novo jogo, o bombardeiro azul da Capcom retorna em Mega Man 11. A nova aventura do robô se concentra em explorar os conceitos que sempre foram destaque na série, ou seja, ação e plataforma por estágios bem difíceis. A atmosfera é clássica, porém o visual caprichado e novas mecânicas revitalizam a experiência sem modificar demais os conceitos principais. O resultado é um jogo divertido e intenso, que passeia entre passado e presente constantemente. Continue Lendo “Análise: Mega Man 11 (Multi)”

Análise: Speed Brawl (Multi)

Para entreter o povo em uma Londres steampunk em um universo alternativo, os governantes criaram o Speed Brawl, uma competição em que lutadores precisam derrotar oponentes rapidamente em um circuito repleto de perigos. Misturando conceitos de beat’em up e corrida, o título apresenta boas ideias e ação acelerada, resultando em uma experiência ímpar e muito divertida. Continue Lendo “Análise: Speed Brawl (Multi)”

Análise: TowerFall (Switch)

Arqueiros ágeis se enfrentam em confrontos intensos em TowerFall, título de ação e plataforma focado no multiplayer. Comandos fáceis de entender, partidas imprevisíveis e muita variedade fazem com que esse jogo seja uma experiência eletrizante e divertida. Depois de aparecer em outros consoles, TowerFall chega ao Switch em uma versão caprichada e com conteúdo inédito — o mais notável deles é multiplayer para até seis jogadores simultâneos. Continue Lendo “Análise: TowerFall (Switch)”