Análise: Ruined King: A League of Legends Story

Em Ruined King, diferentes campeões de Runeterra se unem para enfrentar uma ameaça nefasta. O jogo usa o universo de League of Legends como inspiração para criar um RPG tradicional com ideias interessantes, como um notável sistema de combate por turnos. Além disso, há um cuidado especial na apresentação e construção do mundo, o que é capaz de agradar até mesmo quem nunca experimentou o MOBA. Continue Lendo “Análise: Ruined King: A League of Legends Story”

Impressões: Darkest Dungeon 2

Darkest Dungeon 2 é brutal e desesperador, mas isso já era esperado ao se tratar da sequência do tenso RPG Darkest Dungeon. Em vez de simplesmente expandir e refinar os conceitos do anterior, a continuação apresenta um formato bem diferente e se concentra em partidas individuais no formato roguelike — ou seja, precisamos recomeçar praticamente do zero após ser derrotado.

Como é de praxe, os heróis continuam se estressando e surtando ao enfrentar tantos horrores, e há algumas ideias inéditas bem interessantes. O título foi lançado em Acesso Antecipado e já é uma ótima experiência, porém ainda precisa de muitos ajustes e balanceamentos para ser um pouco menos desolador. Continue Lendo “Impressões: Darkest Dungeon 2”

Impressões: Book of Travels

Em Book of Travels, assumimos o controle de um andarilho e desbravamos um belíssimo mundo de fantasia. O título do estúdio indie sueco Might and Delight se autointitula um “Tiny Multiplayer Online RPG”, ou seja, uma experiência contrária à de massivos jogos online. A progressão no universo de Costa Trançada é livre e as atividades são bastante simples e relaxantes. Além disso, as partidas são pontuadas por eventuais interações entre poucos jogadores, que podem colaborar entre si. Recém-lançado em Acesso Antecipado, Book of Travels conquista com sua ambientação, mas ainda precisa amadurecer suas ideias e mecânicas. Continue Lendo “Impressões: Book of Travels”

Análise: Astria Ascending

Astria Ascending tem como intenção resgatar e modernizar características marcantes de JRPGs. Para alcançar esse objetivo, o jogo conta com combate por turnos com algumas mecânicas interessantes, um vasto sistema de customização de personagens e um mundo elaborado para explorar. Além disso, o título do estúdio francês Artisan Studios tenta se destacar com belíssimo visual desenhado à mão, roteiro de Kazushige Nojima (de Final Fantasy VII Remake) e trilha sonora de Hitoshi Sakimoto (Final Fantasy Tactics). Infelizmente, o jogo sofre de inúmeros problemas, resultando em uma experiência decepcionante. Continue Lendo “Análise: Astria Ascending”

Análise: Legend of Mana

Legend of Mana é frequentemente lembrado como um dos melhores RPGs do PlayStation por causa do seu visual estonteante e estrutura aberta. Agora, mais de 20 anos após o lançamento original, o título volta em uma versão remasterizada com ilustrações em alta resolução, trilha sonora arranjada e algumas opções de acessibilidade. Com suas mecânicas e sistemas praticamente intocados, a nova versão é uma experiência nostálgica única, mas também repleta de falhas. Continue Lendo “Análise: Legend of Mana”

Análise: Disco Elysium – The Final Cut

Disco Elysium parece mais uma história de detetive, porém logo se revela nada convencional ao abordar temas de maneira ímpar. O trabalho de estreia da produtora independente ZA/UM transforma conceitos de RPG de mesa em uma aventura excepcional com muita liberdade e texto bem escrito. Além disso, Disco Elysium conta também com uma narrativa densa e envolvente, que aborda um protagonista repleto de falhas morais e temas políticos e sociais relevantes, sempre com uma pitada de excêntrico. A versão The Final Cut marca a estreia do jogo nos consoles e inclui várias novidades que o deixam ainda mais magnético, como dublagem completa de todos os personagens e missões inéditas. Continue Lendo “Análise: Disco Elysium – The Final Cut”

Análise: Loop Hero

Loop Hero tem um conceito bem inventivo. Neste título indie desenvolvido pelo estúdio russo Four Quarters, guiamos indiretamente um herói preso em um ciclo sem fim em um misto de RPG, roguelike e construtor de baralhos. O resultado é uma aventura estratégica única e repleta de possibilidades, que envolve também com sua atmosfera sombria e retrô. No entanto, o jogo é comprometido com mecânicas obscuras e uma grande necessidade de grind. Continue Lendo “Análise: Loop Hero”

Análise: Haven

O quão longe você iria para ficar com quem você gosta? Em Haven, dois jovens apaixonados fogem para outro planeta para ficarem juntos. Para sobreviver, eles vão precisar explorar, se apoiar um no outro e enfrentar aqueles que desejam separá-los. O jogo explora essa premissa em uma aventura que combina RPG, aventura e um pouco de sobrevivência, sempre prezando por sistemas descomplicados. Estas escolhas, em conjunto com uma ótima dupla de protagonistas, resulta em uma experiência envolvente e criativa. Continue Lendo “Análise: Haven”

Análise: Ikenfell

Em Ikenfell exploramos uma escola de magia em um RPG conservador e inspirado em títulos clássicos. A exploração é básica, já o combate se destaca ao apresentar elementos de posicionamento e comandos de ação. Além disso, uma trama envolvente, personagens carismáticos e ambientação bem construída nos convidam a acompanhar a jornada até o fim. A despeito de alguns problemas de balanceamento e alguns conceitos simples demais, Ikenfell oferece uma experiência divertida. Continue Lendo “Análise: Ikenfell”

Análise: Against The Moon

Against The Moon mescla elementos de estratégia, tabuleiro e montagem de baralhos para criar um jogo por turnos único. As batalhas são repletas de situações complicadas e, para vencer, precisamos usar com cuidado os poucos recursos disponíveis — às vezes até mesmo somos forçados a sacrificar unidades para receber menos dano. As mecânicas são bem interessantes, porém problemas de balanceamento e quantidade reduzida de conteúdo impedem que o título se destaque. Continue Lendo “Análise: Against The Moon”