Análise: MISTOVER

O fim do mundo está próximo e somente grupos de corajosos guerreiros são capazes de impedir esse terrível destino. MISTOVER usa essa premissa para criar um RPG e dungeon crawler que pega emprestado vários conceitos de outras séries, como Mystery Dungeon, Darkest Dungeon e até mesmo Etrian Odyssey. Seu maior destaque é a tensão constante: nossas ações durante as expedições podem adiantar ou atrasar o grande cataclismo. Ótima ambientação e mecânicas interessantes tornam o jogo atrativo, no entanto alguns aspectos muito punitivos podem trazer frustração até mesmo para os jogadores mais entusiastas. Continue Lendo “Análise: MISTOVER”

Análise: Indivisible

A desenvolvedora Lab Zero Games é conhecida pelo jogo de luta Skullgirls, que tem como um de seus maiores destaques o visual elaborado com gráficos 2D desenhados à mão. Em seu segundo projeto, a equipe decidiu explorar o gênero RPG, e assim surgiu Indivisible. O jogo usa como inspiração a série Valkyrie Profile para criar um combate dinâmico e com ares de ação, além de apresentar também um extenso mundo para explorar. A ideia era promissora, e depois de inúmeros anos em desenvolvimento o título foi finalmente lançado. A parte técnica é impecável, no entanto muitos aspectos subdesenvolvidos fazem com que Indivisible nunca alcance seu real potencial.

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Análise: WARSAW

As Grandes Guerras Mundiais são constantemente exploradas no mundo dos jogos eletrônicos, normalmente em títulos de tiro em que controlamos soldados e heróis. No entanto, como é estar na pele do elo fraco dos conflitos? WARSAW, título de RPG e estratégia, usa fatos históricos para mostrar a difícil jornada de quem está no meio do fogo cruzado. Inspirado na Revolta de Varsóvia, o título consegue trazer toda a angústia, tensão e estresse de uma cidade em guerra na forma de uma campanha interessante e de dificuldade brutal. Continue Lendo “Análise: WARSAW”

Análise: Persona Q2: New Cinema Labyrinth

Um dos aspectos centrais e marcantes da série de JRPGs Persona é seu foco nos personagens e relacionamentos: os laços dos heróis se fortalecem durante as aventuras e conhecemos melhor cada um deles. Persona Q2: New Cinema Labyrinth é um spin-off que explora ainda mais esse aspecto ao unir em um único jogo os elencos de Persona 3, Persona 3 Portable, Persona 4 e Persona 5.
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Análise: Slay the Spire

Um pináculo vivo é o alvo de guerreiros em Slay the Spire, um RPG estratégico com jogabilidade focada em cartas. Pelo caminho, fortalecemos o herói ao construir cuidadosamente um baralho com ataques e habilidades, em uma aventura com vários aspectos de roguelike. Sucesso no programa Acesso Antecipado do Steam, a versão final do jogo foi lançada agora e se destaca com muitas opções de estratégia, grande variedade de conteúdo e dificuldade acentuada. Continue Lendo “Análise: Slay the Spire”

Análise: Vambrace: Cold Soul

A proposta de Vambrace: Cold Soul é sólida. O jogo mescla RPG e aspectos de roguelike em uma aventura de sobrevivência brutal por uma cidade congelada: os recursos são escassos, os perigos são constantes e bastam poucos erros para perder definitivamente heróis. Explicitamente inspirado em Darkest Dungeon, o título apresenta boas ideias, no entanto uma série de escolhas erradas torna a experiência frustrante e decepcionante. Continue Lendo “Análise: Vambrace: Cold Soul”

Do Japão: Live a Live (SNES)

Por toda a história da humanidade, alguns padrões se repetem. A luta do bem contra o mal é recorrente, mesmo contando com representações diferentes. É essa a premissa de Live A Live, RPG de SNES da Squaresoft que nunca foi lançado fora do Japão. O game conta com sete histórias independentes, cada qual com características de narrativa e jogabilidade únicas, compartilhando entre si o sistema de batalha.  Continue Lendo “Do Japão: Live a Live (SNES)”

Análise: Ys: Memories of Celceta (PC)

Aventuras repletas de ação, pontuadas por trilhas sonoras intensas e mecânicas acessíveis, são características que definem Ys, a série de RPGs da Nihon Falcom. Ys: Memories of Celceta conta com tudo isso em conjunto com um imenso mapa, resultando em uma jornada imersiva e divertida. Lançado anteriormente para PS Vita, o jogo chega agora ao PC em uma versão tecnicamente superior e repleta de opções. Continue Lendo “Análise: Ys: Memories of Celceta (PC)”

Do Japão: Tales of Phantasia

Uma das características mais marcantes dos RPGs japoneses nas eras 8-bit e 16-bit era o combate por turnos. Títulos como Dragon Quest, Final Fantasy e Breath of Fire apresentavam batalhas estáticas nas quais inimigos e aliados executavam ações individualmente e de maneira assíncrona. Alguns jogos experimentaram sistemas de combate diferenciados, focados na ação, mas poucos conseguiram se destacar. Mas isso mudou com o lançamento de Tales of Phantasia: o RPG, lançado no fim da vida do SNES, apresentou um dinâmico sistema de batalha em tempo real, e foi o ponto de partida para a popular série “Tales of”. Continue Lendo “Do Japão: Tales of Phantasia”

Análise: Battle Chasers: Nightwar (Multi)

Battle Chasers: Nightwar mostra suas intenções logo nas primeiras horas: resgatar as principais características de RPGs japoneses. O jogo não só faz isso, como também explora várias outras possibilidades, atualizando vários conceitos clássicos. Isso, combinado com uma ótima direção de arte, bom uso de mecânicas consagradas e um combate estratégico, resulta em uma experiência imersiva.  Continue Lendo “Análise: Battle Chasers: Nightwar (Multi)”