Análise: Persona Q2: New Cinema Labyrinth

Um dos aspectos centrais e marcantes da série de JRPGs Persona é seu foco nos personagens e relacionamentos: os laços dos heróis se fortalecem durante as aventuras e conhecemos melhor cada um deles. Persona Q2: New Cinema Labyrinth é um spin-off que explora ainda mais esse aspecto ao unir em um único jogo os elencos de Persona 3, Persona 3 Portable, Persona 4 e Persona 5.
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Análise: Slay the Spire

Um pináculo vivo é o alvo de guerreiros em Slay the Spire, um RPG estratégico com jogabilidade focada em cartas. Pelo caminho, fortalecemos o herói ao construir cuidadosamente um baralho com ataques e habilidades, em uma aventura com vários aspectos de roguelike. Sucesso no programa Acesso Antecipado do Steam, a versão final do jogo foi lançada agora e se destaca com muitas opções de estratégia, grande variedade de conteúdo e dificuldade acentuada. Continue Lendo “Análise: Slay the Spire”

Análise: Vambrace: Cold Soul

A proposta de Vambrace: Cold Soul é sólida. O jogo mescla RPG e aspectos de roguelike em uma aventura de sobrevivência brutal por uma cidade congelada: os recursos são escassos, os perigos são constantes e bastam poucos erros para perder definitivamente heróis. Explicitamente inspirado em Darkest Dungeon, o título apresenta boas ideias, no entanto uma série de escolhas erradas torna a experiência frustrante e decepcionante. Continue Lendo “Análise: Vambrace: Cold Soul”

Do Japão: Live a Live (SNES)

Por toda a história da humanidade, alguns padrões se repetem. A luta do bem contra o mal é recorrente, mesmo contando com representações diferentes. É essa a premissa de Live A Live, RPG de SNES da Squaresoft que nunca foi lançado fora do Japão. O game conta com sete histórias independentes, cada qual com características de narrativa e jogabilidade únicas, compartilhando entre si o sistema de batalha.  Continue Lendo “Do Japão: Live a Live (SNES)”

Análise: Ys: Memories of Celceta (PC)

Aventuras repletas de ação, pontuadas por trilhas sonoras intensas e mecânicas acessíveis, são características que definem Ys, a série de RPGs da Nihon Falcom. Ys: Memories of Celceta conta com tudo isso em conjunto com um imenso mapa, resultando em uma jornada imersiva e divertida. Lançado anteriormente para PS Vita, o jogo chega agora ao PC em uma versão tecnicamente superior e repleta de opções. Continue Lendo “Análise: Ys: Memories of Celceta (PC)”

Do Japão: Tales of Phantasia

Uma das características mais marcantes dos RPGs japoneses nas eras 8-bit e 16-bit era o combate por turnos. Títulos como Dragon Quest, Final Fantasy e Breath of Fire apresentavam batalhas estáticas nas quais inimigos e aliados executavam ações individualmente e de maneira assíncrona. Alguns jogos experimentaram sistemas de combate diferenciados, focados na ação, mas poucos conseguiram se destacar. Mas isso mudou com o lançamento de Tales of Phantasia: o RPG, lançado no fim da vida do SNES, apresentou um dinâmico sistema de batalha em tempo real, e foi o ponto de partida para a popular série “Tales of”. Continue Lendo “Do Japão: Tales of Phantasia”

Análise: Battle Chasers: Nightwar (Multi)

Battle Chasers: Nightwar mostra suas intenções logo nas primeiras horas: resgatar as principais características de RPGs japoneses. O jogo não só faz isso, como também explora várias outras possibilidades, atualizando vários conceitos clássicos. Isso, combinado com uma ótima direção de arte, bom uso de mecânicas consagradas e um combate estratégico, resulta em uma experiência imersiva.  Continue Lendo “Análise: Battle Chasers: Nightwar (Multi)”

Análise: Ni no Kuni II: Revenant Kingdom (PS4/PC)

Ni no Kuni II: Revenant Kingdom, o novo JRPG da série da Level-5, te convida a montar um reino e unificar as nações do mundo. O título mistura características tradicionais do gênero com algumas novidades muito bem inseridas em um universo convidativo repleto de conteúdo e possibilidades. Esses detalhes, aliados a uma ambientação excepcional e a vários sistemas divertidos, me conquistaram com uma experiência imersiva. É uma continuação que carrega o legado da franquia, mas se difere bastante do título anterior. Continue Lendo “Análise: Ni no Kuni II: Revenant Kingdom (PS4/PC)”

Do Japão: Rudra no Hihou

Diz o ditado: “As palavras têm poder”. É justamente nessa premissa que é construído todo o sistema de jogo de Rudra no Hihou (ルドラの秘宝, literalmente “O Tesouro dos Rudras”). Neste curioso RPG de SNES, a magia é invocada por meio de mantras, palavras que evocam poderes místicos, sendo possível desferir feitiços com qualquer combinação de letras criada pelo jogador. Lançado em 1996 pela Squaresoft, Rudra é mais um caso de RPG que não saiu do Japão e que faz os jogadores lamentarem o fato da língua daquele país ser tão complicada. Por sorte, depois de muito trabalho, um grupo de fãs traduziu o jogo para o inglês. Continue Lendo “Do Japão: Rudra no Hihou”

Análise: The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel II (PC)

The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel II, na teoria, é uma sequência. Porém, na prática, a continuação está mais para uma “parte dois”. O título altera poucas características das mecânicas do anterior, contudo traz uma trama mais interessante e algumas pequenas mudanças estruturais. É um JRPG vasto e interessante, que não deixa de compartilhar muitas das qualidades (e defeitos) de seu antecessor. Lançado originalmente para PlayStation 3 e PS Vita, o jogo chega ao PC com várias melhorias técnicas. Continue Lendo “Análise: The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel II (PC)”