Análise: Metroid: Samus Returns (3DS)

Metroid II: Return of Samus (GB) é um dos jogos mais injustiçados da série da caçadora de recompensas, sendo considerado por alguns até mesmo como o pior jogo da franquia. Mesmo com as limitações do console, ele trouxe várias novidades: progressão distinta, um mapa mais complexo e habilidades inéditas para Samus. Para os padrões de hoje, é uma aventura truncada e estranha, mesmo com suas qualidades. Sendo assim, foi com surpresa (e alegria) que eu recebi a notícia de Metroid: Samus Returns, reimaginação do segundo título da franquia para 3DS. Continue Lendo “Análise: Metroid: Samus Returns (3DS)”

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Análise: Persona Q: Shadow of the Labyrinth (3DS)

Etrian Odyssey e Persona se encontram nesse ótimo crossover que é o único jogo da franquia para consoles Nintendo.

Mesmo com a crescente popularidade da série, Persona não aparecia em consoles da Nintendo. Provavelmente, a Atlus sempre pensou que o ideal seria continuar produzindo jogos para os sistemas da Sony, afinal o público cativo estava concentrado neles. Contudo, a desenvolvedora estava enganada: um Persona para 3DS era um dos maiores desejos dos fãs. Por conta disso e do sucesso de Persona 4 Arena (PS3/X360), foi lançado Persona Q: Shadow of the Labyrinth para 3DS, que é um misto de spin-off e crossover. O mais curioso é que o jogo combina conceitos de Persona e da série de dungeon crawler Etrian Odyssey — e a mistura deu muito certo. Continue Lendo “Análise: Persona Q: Shadow of the Labyrinth (3DS)”

Meus 10 jogos favoritos de 2016

Em um primeiro momento, pensei que joguei muita coisa em 2016, afinal não faltaram lançamentos. Mas depois que parei para observar e montar uma lista, e, na verdade, experimentei poucos jogos. Percebi que essa sensação veio do fato de eu ter jogado títulos diferentes e repletos de ótimas experiências.

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Análise: Severed (Multi)

Severed me chamou a atenção por vários motivos. A nova aventura do estúdio Drinkbox (conhecido principalmente pelo ótimo Guacamelee!) conta com uma temática inusitada e sombria, aliada a mecânicas de jogo bem únicas. O resultado é uma experiência tensa e desconcertante, que é também viciante por conta de sua ação frenética. O título foi lançado inicialmente para Vita e depois chegou ao iOS, Wii U e 3DS. Continue Lendo “Análise: Severed (Multi)”

Análise: SteamWorld Heist (Multi)

Comande robôs piratas neste carismático indie repleto de combates táticos divertidos e intensos.

Um grupo de piratas, composto de robôs movidos a vapor, é o foco deSteamWorld Heist. O título é um RPG estratégico em duas dimensões que mistura conceitos como turnos e mira manual na hora de atirar. Lançado até o momento para 3DS, PS4, PS Vita e PC, o jogo oferece uma aventura variada, um universo interessante e mecânicas de jogo bem divertidas. O mais curioso é que Heist é uma espécie de continuação de SteamWorld Dig (Multi): a trama se passa no mesmo universo e até mesmo a direção de arte é similar, mas o jogo em si traz uma experiência completamente diferente. Continue Lendo “Análise: SteamWorld Heist (Multi)”

Análise: The Legend of Legacy (3DS)

Com foco na exploração e combate, esse JRPG traz uma experiência bem diferente de outros títulos do gênero.

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The Legend of Legacy é um RPG fora do comum. Lançado pela Atlus para o 3DS, esse jogo, em uma primeira olhada, lembra um JRPG clássico: controle um grupo de heróis, explore calabouços e enfrente inimigos em um combate por turnos. Entretanto, The Legend of Legacy tem vários sistemas nada usuais e um foco diferenciado, sendo o resultado uma aventura bem única.
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Análise: Etrian Odyssey 2 Untold: The Fafnir Knight (3DS)

O remake do segundo título da série tem algumas novidades e ajustes que o torna um dos melhores da franquia.

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Calabouços de formato labiríntico, monstros poderosos em todos os cantos e muitos segredos para encontrar são as principais características da série Etrian Odyssey, que é conhecida principalmente pelo alto desafio. Etrian Odyssey 2 Untold: The Fafnir Knight é o novo título da franquia para 3DS e reimagina o segundo episódio de DS com várias novidades, como história elaborada e ajustes na jogabilidade. Mas com tantos títulos parecidos entre si, será que vale a pena montar novamente uma guilda e explorar calabouços?
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Análise: Shantae and the Pirate’s Curse (Multi)

O terceiro título da garota meio-gênio pega os melhores aspectos dos episódios anteriores e os aplica em uma aventura divertida e bem trabalhada.

Shantae foi um marco quando foi lançado para GBC, em 2002. O jogo, que misturava plataforma e exploração, saiu já no final da vida do console e foi um sucesso de crítica por causa de sua qualidade. A garota meio-gênio que ataca com seu grande rabo-de-cavalo e se transforma em animais por meio de danças mágicas se tornou a principal personagem da produtora indie WayForward.

Shantae and the Pirate’s Curse é o terceiro título da série. O novo jogo acolhe a jogabilidade básica do estilo conhecido por metroidvania, mas muda conceitos básicos: Shantae não tem mais poderes mágicos e usa equipamentos de piratas para progredir na aventura. Em conjunto com uma parte técnica impecável, Pirate’s Curse é facilmente o melhor jogo da série até o momento. Continue Lendo “Análise: Shantae and the Pirate’s Curse (Multi)”

Impressões: Theatrhythm Final Fantasy: Curtain Call (3DS)

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Theatrhythm Final Fantasy é um dos meus jogos favoritos de 3DS. Gostei muito da jogabilidade e do conteúdo do título, além da mistura divertida de RPG e ritmo. O jogo foi um grande sucesso, sendo assim a Square-Enix preparou logo uma sequência. Theatrhythm Final Fantasy: Curtain Call é a edição definitiva do jogo, incluindo uma quantidade imensa de conteúdo, novos modos e alguns ajustes na jogabilidade. Eu, como fã do primeiro, não pensei nem meia vez e corri para jogar logo a sequência. Continue Lendo “Impressões: Theatrhythm Final Fantasy: Curtain Call (3DS)”

Como Etrian Odyssey IV (3DS) me fez gostar de dungeon crawlers e jogos difíceis

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Sempre gostei de RPGs, mas nunca fui fã de franquias populares como Final Fantasy e Dragon Quest, prefiro títulos mais obscuros e inusitados. Mesmo assim, nunca dei muita atenção à série Etrian Odyssey, que é bem diferente dos JRPGs mais tradicionais. Os títulos dessa franquia resgatam características do chamado subgênero dungeon crawler: o objetivo é explorar calabouços e enfrentar inúmeros perigos, normalmente em visão de primeira pessoa. Além disso, jogos da série Etrian Odyssey são conhecidos pela dificuldade elevada e o sistema de cartografia. Três episódios foram lançados para DS e dois para 3DS.

Só fui dar uma chance à franquia no 3DS em Etrian Odyssey IV: Legends of the Titan. Comecei a jogar casualmente, mas pouco a pouco me apaixonei pelo título e, no processo, mudei minha opinião sobre dungeon crawlers e jogos de dificuldade elevada. Continue Lendo “Como Etrian Odyssey IV (3DS) me fez gostar de dungeon crawlers e jogos difíceis”