Análise: Black Future ’88

Em Black Future ’88, armas nucleares devastaram o mundo e um cientista louco promove o terror. Em meio a esse cenário, um grupo de sobreviventes decide subir a torre que é a morada do tirano e acabar com isso. Essa é a premissa desse roguelike de ação, tiro e plataforma 2D cujo principal diferencial é o limite de tempo nas partidas. A ambientação inspirada no gênero cyberpunk e em conceitos da década de 80 é marcante, mas o jogo falha ao oferecer pouco conteúdo e variedade. Continue Lendo “Análise: Black Future ’88”

Análise: Sparklite

Sparklite é um jogo de ação e aventura que se passa em um planeta cuja topografia se altera constantemente. O título se inspira em vários clássicos, como The Legend of Zelda, e adiciona algumas ideias em voga, como características de roguelike. O visual caprichado, uma atmosfera charmosa e boas ideias chamam a atenção em um primeiro momento, mas aos poucos a experiência se revela desinteressante por causa da execução rasa de várias mecânicas e conceitos. Continue Lendo “Análise: Sparklite”

Análise: Sky Racket

Uma divindade foi capturada e a única esperança do universo é um artefato capaz de rebater projéteis. Essa é a motivação da aventura em Sky Racket, título indie produzido pelo estúdio carioca Double Dash Studios. O jogo pega conceitos de shoot’em ups e combina com mecânicas de block breakers para oferecer uma experiência curiosa e frenética. O resultado é um jogo ímpar e criativo, que peca em alguns aspectos. Continue Lendo “Análise: Sky Racket”

Análise: MISTOVER

O fim do mundo está próximo e somente grupos de corajosos guerreiros são capazes de impedir esse terrível destino. MISTOVER usa essa premissa para criar um RPG e dungeon crawler que pega emprestado vários conceitos de outras séries, como Mystery Dungeon, Darkest Dungeon e até mesmo Etrian Odyssey. Seu maior destaque é a tensão constante: nossas ações durante as expedições podem adiantar ou atrasar o grande cataclismo. Ótima ambientação e mecânicas interessantes tornam o jogo atrativo, no entanto alguns aspectos muito punitivos podem trazer frustração até mesmo para os jogadores mais entusiastas. Continue Lendo “Análise: MISTOVER”

Análise: Indivisible

A desenvolvedora Lab Zero Games é conhecida pelo jogo de luta Skullgirls, que tem como um de seus maiores destaques o visual elaborado com gráficos 2D desenhados à mão. Em seu segundo projeto, a equipe decidiu explorar o gênero RPG, e assim surgiu Indivisible. O jogo usa como inspiração a série Valkyrie Profile para criar um combate dinâmico e com ares de ação, além de apresentar também um extenso mundo para explorar. A ideia era promissora, e depois de inúmeros anos em desenvolvimento o título foi finalmente lançado. A parte técnica é impecável, no entanto muitos aspectos subdesenvolvidos fazem com que Indivisible nunca alcance seu real potencial.

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Impressões: Spin Rhythm XD

Uma das maiores diversões de jogos musicais é se envolver de maneira hipnótica na combinação de música e mecânicas, sendo que vários títulos já exploraram esse conceito de maneira criativa. Spin Rhythm XD, novo representante do gênero de ritmo, apresenta um twist, literalmente: além de apertar os botões na hora certa, precisamos girar uma roda colorida. O resultado é uma experiência familiar, porém única. O jogo foi lançado no programa Acesso Antecipado no Steam e já conta com base sólida. Continue Lendo “Impressões: Spin Rhythm XD”

Análise: WARSAW

As Grandes Guerras Mundiais são constantemente exploradas no mundo dos jogos eletrônicos, normalmente em títulos de tiro em que controlamos soldados e heróis. No entanto, como é estar na pele do elo fraco dos conflitos? WARSAW, título de RPG e estratégia, usa fatos históricos para mostrar a difícil jornada de quem está no meio do fogo cruzado. Inspirado na Revolta de Varsóvia, o título consegue trazer toda a angústia, tensão e estresse de uma cidade em guerra na forma de uma campanha interessante e de dificuldade brutal. Continue Lendo “Análise: WARSAW”

Análise: Fight’N Rage

Fight’N Rage parece um jogo da era 16 bits com seu visual em pixel art e mecânicas já conhecidas de beat ‘em ups, ou seja, descer a porrada em todos os inimigos que aparecerem pelo caminho. No entanto, o título vai além e moderniza vários conceitos do gênero na forma de um sistema de luta variado e ágil. Esses detalhes, em conjunto com uma quantidade extensa de conteúdo e parte técnica impecável, fazem com que Fight’N Rage seja uma experiência excepcional — o considero um dos melhores beat ‘em ups que joguei até hoje. O jogo fica ainda mais impressionante quando você descobre que ele foi produzido por um único desenvolvedor, afinal o título transborda qualidade e conteúdo. Continue Lendo “Análise: Fight’N Rage”

Análise: Cat Quest II

A supostamente eterna rivalidade entre os felinos e os cães é o ponto central de Cat Quest II. A sequência do simpático RPG de ação nos convida a explorar um mundo colorido e bem humorado em que as duas raças de animais estão quase entrando em guerra. Mecânicas simples e andamento ágil são os maiores destaques do jogo, especialmente para aqueles não muito acostumados ao gênero, por mais que a jornada seja um pouco repetitiva às vezes. Continue Lendo “Análise: Cat Quest II”

Análise: Sayonara Wild Hearts

Sayonara Wild Hearts chama a atenção com sua ambientação estilosa e marcante.  No título, acompanhamos uma motoqueira mascarada que corre em altas velocidades por mundos surreais e com cores neon enquanto coleta corações — tudo isso ao som de música electropop contagiante. Mais que um simples jogo, Sayonara Wild Hearts é uma experiência sem igual. Continue Lendo “Análise: Sayonara Wild Hearts”