Análise: Lost Ruins

Em uma primeira olhada, Lost Ruins parece mais uma aventura de ação e plataforma tradicional, no entanto ele logo se revela bem complicado com sua dificuldade acentuada. A protagonista é bastante frágil, logo um único deslize pode ser fatal. O maior destaque deste título indie é a presença de muitas possibilidades na hora de enfrentar os inimigos: além de armas e feitiços, podemos utilizar também o ambiente como forma de ataque. A combinação desses elementos cria uma jornada intensa que exige constantemente atenção e experimentação, mas às vezes a dificuldade é brutal demais. Continue Lendo “Análise: Lost Ruins”

Análise: Disco Elysium – The Final Cut

Disco Elysium parece mais uma história de detetive, porém logo se revela nada convencional ao abordar temas de maneira ímpar. O trabalho de estreia da produtora independente ZA/UM transforma conceitos de RPG de mesa em uma aventura excepcional com muita liberdade e texto bem escrito. Além disso, Disco Elysium conta também com uma narrativa densa e envolvente, que aborda um protagonista repleto de falhas morais e temas políticos e sociais relevantes, sempre com uma pitada de excêntrico. A versão The Final Cut marca a estreia do jogo nos consoles e inclui várias novidades que o deixam ainda mais magnético, como dublagem completa de todos os personagens e missões inéditas. Continue Lendo “Análise: Disco Elysium – The Final Cut”

Análise: Say No! More

Cansado de ter que atender inúmeros pedidos de seus colegas insensíveis? Aprenda a mudar a situação com Say No! More, um curioso título indie focado em dizer “Não!” para todos que aparecem pelo caminho. O jogo usa esse conceito inusitado para contar uma história repleta de momentos divertidos, mas que também nos convida à reflexão. A simplicidade o torna acessível, mas a ausência de um mínimo de complexidade compromete a experiência. Continue Lendo “Análise: Say No! More”

Análise: Narita Boy

Um mundo digital está em perigo e a única esperança é o herói conhecido como Narita Boy. Com a ajuda de uma espada especial, o guerreiro enfrentará seres criados por um código-fonte corrompido em uma aventura por um reino surreal. O jogo usa elementos dos anos 1980 para oferecer uma experiência moderna com ares retrô, sendo o seu maior destaque a ambientação elaborada. O título se perde um pouco com a falta de foco e alguns elementos desinteressantes, mas, no geral, é bem envolvente. Continue Lendo “Análise: Narita Boy”

Análise: Dandy Ace

Em Dandy Ace, um mágico precisa usar todos os seus truques para escapar de um palácio amaldiçoado. O maior destaque deste roguelike de ação é a grande variedade de feitiços, cujos efeitos podem ser combinados de maneiras criativas a qualquer momento. Produzido pelo estúdio brasileiro Mad Mimic (de No Heroes Here e Mônica e a Guarda dos Coelhos), o jogo empolga com seus combates intensos e atmosfera carismática, contando, inclusive, com dublagem em português. Alguns problemas comuns de roguelikes, como um pouco de repetição, atrapalham o andamento, mas a experiência, no geral, é bem divertida. Continue Lendo “Análise: Dandy Ace”

Análise: Red Ronin

Em Red Ronin, uma espadachim parte em uma violenta missão de vingança. O título utiliza um conceito de movimentação simples em puzzles criativos e de complexidade crescente, em situações com elementos por turnos e em tempo real. Produzido pelo Wired Dreams Studio, estúdio brasileiro de um único desenvolvedor, o jogo se destaca e diverte com sua variedade de desafios, mesmo com a presença de trechos de tentativa e erro e picos de dificuldade. Continue Lendo “Análise: Red Ronin”

Análise: Foregone

Foregone parece ter vindo direto do passado, a despeito de apresentar elementos modernos. Na pele de uma guerreira, exploramos um mundo em conflito em uma jornada de ação 2D bastante direta. O foco é saltar por cenários e golpear inimigos, mas há outros sistemas para trazer complexidade, como equipamentos com diferentes propriedades e árvores de habilidades. Infelizmente, vários problemas e limitações fazem com que o título seja uma experiência nada memorável. Continue Lendo “Análise: Foregone”

Análise: Loop Hero

Loop Hero tem um conceito bem inventivo. Neste título indie desenvolvido pelo estúdio russo Four Quarters, guiamos indiretamente um herói preso em um ciclo sem fim em um misto de RPG, roguelike e construtor de baralhos. O resultado é uma aventura estratégica única e repleta de possibilidades, que envolve também com sua atmosfera sombria e retrô. No entanto, o jogo é comprometido com mecânicas obscuras e uma grande necessidade de grind. Continue Lendo “Análise: Loop Hero”

Impressões: Fights in Tight Spaces

Fights in Tight Spaces combina construção de baralho, posicionamento e movimentos que lembram lutas coreografadas para criar uma experiência envolvente. O jogo utiliza aspectos consagrados de forma interessante em batalhas complexas em espaços apertados, e características de roguelike ajudam a trazer variedade às partidas. O título foi lançado no PC no formato Acesso Antecipado e já tem uma base sólida e divertida, porém muitos dos seus aspectos ainda precisam de ajustes. Continue Lendo “Impressões: Fights in Tight Spaces”

Análise: The Solitaire Conspiracy

Em The Solitaire Conspiracy, uma pessoa misteriosa está causando problemas pelo mundo e somente vários grupos de espiões podem impedi-lo. Para isso o jogador, na pele de um agente, usa uma interface com cartas para coordenar as missões, em uma versão alterada do clássico jogo Paciência. Com a presença de poderes especiais e novas regras, o carteado ganha nuances e dinamismo, resultando em uma experiência inédita e empolgante. Produzido pela Bithell Games (de Thomas Was Alone e Volume), o título envolve com sua atmosfera estilosa e trama contada por vídeos com atores, porém seu potencial é comprometido pela simplicidade inerente de Paciência. Continue Lendo “Análise: The Solitaire Conspiracy”