Análise: Smelter

Smelter tem uma premissa no mínimo curiosa: Eva se funde a uma criatura para obter poderes especiais a fim de encontrar Adão, que desapareceu depois de um estranho evento. Essa trama maluca é explorada em uma aventura que se divide em estágios de plataforma tradicionais e em trechos de estratégia em tempo real, que se relacionam constantemente. Claramente inspirado em Mega Man X e Actraiser, este indie se destaca com a grande diversidade de conteúdo e criatividade, por mais que falte equilíbrio entre alguns de seus elementos. Continue Lendo “Análise: Smelter”

Análise: Say No! More

Cansado de ter que atender inúmeros pedidos de seus colegas insensíveis? Aprenda a mudar a situação com Say No! More, um curioso título indie focado em dizer “Não!” para todos que aparecem pelo caminho. O jogo usa esse conceito inusitado para contar uma história repleta de momentos divertidos, mas que também nos convida à reflexão. A simplicidade o torna acessível, mas a ausência de um mínimo de complexidade compromete a experiência. Continue Lendo “Análise: Say No! More”

Análise: Genesis Noir

Em Genesis Noir, acompanhamos um homem que tenta impedir o Big Bang para salvar o seu amor. Para isso, ele explora a história do universo em uma série de trechos com puzzles e cenas inusitadas. Um visual impactante, música bem colocada e muitos momentos criativos são os pontos altos do jogo, que lembra mais um filme surreal interativo por causa de suas mecânicas simples. Como boa parte das obras experimentais, para aproveitar o jogo é importante estar disposto a aceitar a atmosfera absurda, que não está livre de problemas. Continue Lendo “Análise: Genesis Noir”

Análise: Narita Boy

Um mundo digital está em perigo e a única esperança é o herói conhecido como Narita Boy. Com a ajuda de uma espada especial, o guerreiro enfrentará seres criados por um código-fonte corrompido em uma aventura por um reino surreal. O jogo usa elementos dos anos 1980 para oferecer uma experiência moderna com ares retrô, sendo o seu maior destaque a ambientação elaborada. O título se perde um pouco com a falta de foco e alguns elementos desinteressantes, mas, no geral, é bem envolvente. Continue Lendo “Análise: Narita Boy”

Análise: NeoGeo Pocket Color Selection Vol. 1

O Neo Geo Pocket Color é um portátil lançado pela SNK em 1999 que se destacou com ótimas adaptações dos títulos da companhia. O console teve um início sólido, mas uma série de problemas fez com que ele fosse descontinuado em 2001. Mesmo com a vida curta, vários jogos interessantes foram lançados para o aparelho, embora poucos tiveram a chance de experimentá-los.

Isso mudou recentemente com o lançamento individual de alguns dos títulos para Switch, e agora a SNK decidiu juntar vários deles com o pacote NeoGeo Pocket Color Selection Vol. 1. A coletânea reúne os seis títulos de luta já lançados no console híbrido (Fatal Fury: First Contact, King of Fighters R-2, The Last Blade: Beyond the Destiny, Samurai Shodown! 2, SNK Gals’ Fighters e SNK vs. Capcom: The Match of the Millennium) e inclui mais quatro inéditos (Big Tournament Golf, Dark Arms: Beast Buster, Metal Slug: 1st Mission e Metal Slug: 2nd Mission), além de contar com algumas novidades agradáveis. A coleção é simples e funcional, uma ótima opção para curtir os jogos do console. Continue Lendo “Análise: NeoGeo Pocket Color Selection Vol. 1”

Análise: Foregone

Foregone parece ter vindo direto do passado, a despeito de apresentar elementos modernos. Na pele de uma guerreira, exploramos um mundo em conflito em uma jornada de ação 2D bastante direta. O foco é saltar por cenários e golpear inimigos, mas há outros sistemas para trazer complexidade, como equipamentos com diferentes propriedades e árvores de habilidades. Infelizmente, vários problemas e limitações fazem com que o título seja uma experiência nada memorável. Continue Lendo “Análise: Foregone”

Análise: SNK vs. Capcom: The Match of the Millennium

Em SNK vs. Capcom: The Match of the Millennium, personagens de franquias de duas das mais famosas empresas do mundo dos games se enfrentam em um carismático jogo de luta. Lançado originalmente para o portátil Neo Geo Pocket Color, o título impressionou com a grande diversidade de lutadores e mecânicas, além da parte técnica impecável. Agora, o crossover chega ao Nintendo Switch via NeoGeo Pocket Color Selects, em uma versão competente e conservadora. Continue Lendo “Análise: SNK vs. Capcom: The Match of the Millennium”

Análise: Curse of the Dead Gods

Em Curse of the Dead Gods, um aventureiro está preso em um estranho templo e para escapar ele precisará superar inúmeros desafios mortais. O jogo é um dungeon crawler focado em combate com várias mecânicas interessantes, como a inclusão gradual de maldições que deixam as jornadas mais desafiadoras. Elementos de roguelite trazem diversidade às partidas, assim como grande quantidade de equipamentos. Fora algumas pequenas limitações, o jogo é uma experiência sólida, brutal e viciante. Continue Lendo “Análise: Curse of the Dead Gods”

Análise: #DRIVE

Jogos do estilo “corrida infinita” existem aos montes e são ótimas opções para relaxar ou passar o tempo. #DRIVE é mais um representante desse gênero e ele se destaca com a ambientação e visuais estilosos inspirados em filmes de ação da década de 1970. Lançado inicialmente para dispositivos móveis, o jogo chega ao Switch em uma versão que ainda carrega consigo a filosofia (e os problemas) de títulos free to play. Continue Lendo “Análise: #DRIVE”

Análise: Cyber Shadow

Em Cyber Shadow, um tirano devastou o mundo e a única esperança é um ninja transformado em ciborgue. O jogo oferece uma aventura de ação e plataforma focada em velocidade e precisão que resgata e atualiza mecânicas clássicas da era 8 bits. Controles fluidos, grande variedade de desafios pelos estágios e um mundo construído com esmero resultam em uma experiência empolgante e muito divertida.

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