Análise: Black Future ’88

Em Black Future ’88, armas nucleares devastaram o mundo e um cientista louco promove o terror. Em meio a esse cenário, um grupo de sobreviventes decide subir a torre que é a morada do tirano e acabar com isso. Essa é a premissa desse roguelike de ação, tiro e plataforma 2D cujo principal diferencial é o limite de tempo nas partidas. A ambientação inspirada no gênero cyberpunk e em conceitos da década de 80 é marcante, mas o jogo falha ao oferecer pouco conteúdo e variedade. Continue Lendo “Análise: Black Future ’88”

Análise: Monkey Barrels

Um mundo tomado por eletrodomésticos armados é o cenário de Monkey Barrels, título de tiro e ação do gênero twin stick. O jogo, que foi produzido pela Good-Feel (responsável por Wario Land: Shake It!, Kirby’s Epic Yarn e Yoshi’s Crafted World)  explora alguns conceitos consagrados na forma de uma aventura variada e com muito estilo. Mesmo sem muitos diferenciais, Monkey Barrels oferece uma experiência sólida e divertida. Continue Lendo “Análise: Monkey Barrels”

Análise: Romancing SaGa 3

Romancing SaGa 3 é um RPG lançado originalmente para SNES em 1995 no Japão. Assim como outros jogos da franquia, o título se destaca com muitos elementos experimentais e nada usuais, ainda mais quando levamos em conta a época do lançamento original. Agora, pela primeira vez, o jogo chega ao Ocidente de forma oficial em uma versão remasterizada e com alguns extras, sendo uma ótima oportunidade para experimentar um dos melhores títulos da exótica série de JRPGs.

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Análise: Sparklite

Sparklite é um jogo de ação e aventura que se passa em um planeta cuja topografia se altera constantemente. O título se inspira em vários clássicos, como The Legend of Zelda, e adiciona algumas ideias em voga, como características de roguelike. O visual caprichado, uma atmosfera charmosa e boas ideias chamam a atenção em um primeiro momento, mas aos poucos a experiência se revela desinteressante por causa da execução rasa de várias mecânicas e conceitos. Continue Lendo “Análise: Sparklite”

Análise: MISTOVER

O fim do mundo está próximo e somente grupos de corajosos guerreiros são capazes de impedir esse terrível destino. MISTOVER usa essa premissa para criar um RPG e dungeon crawler que pega emprestado vários conceitos de outras séries, como Mystery Dungeon, Darkest Dungeon e até mesmo Etrian Odyssey. Seu maior destaque é a tensão constante: nossas ações durante as expedições podem adiantar ou atrasar o grande cataclismo. Ótima ambientação e mecânicas interessantes tornam o jogo atrativo, no entanto alguns aspectos muito punitivos podem trazer frustração até mesmo para os jogadores mais entusiastas. Continue Lendo “Análise: MISTOVER”

Análise: Fight’N Rage

Fight’N Rage parece um jogo da era 16 bits com seu visual em pixel art e mecânicas já conhecidas de beat ‘em ups, ou seja, descer a porrada em todos os inimigos que aparecerem pelo caminho. No entanto, o título vai além e moderniza vários conceitos do gênero na forma de um sistema de luta variado e ágil. Esses detalhes, em conjunto com uma quantidade extensa de conteúdo e parte técnica impecável, fazem com que Fight’N Rage seja uma experiência excepcional — o considero um dos melhores beat ‘em ups que joguei até hoje. O jogo fica ainda mais impressionante quando você descobre que ele foi produzido por um único desenvolvedor, afinal o título transborda qualidade e conteúdo. Continue Lendo “Análise: Fight’N Rage”

Análise: Overland

Um mundo devastado tomado por criaturas bizarras é o cenário de Overland. Neste título indie, acompanhamos um grupo de sobreviventes que tenta encontrar um local seguro em meio ao caos em uma mistura de puzzle, estratégia e sobrevivência. Há algumas ideias e mecânicas interessantes, porém sistemas obtusos, andamento imprevisível e dificuldade muito acentuada atrapalham a experiência. Continue Lendo “Análise: Overland”

Análise: Sayonara Wild Hearts

Sayonara Wild Hearts chama a atenção com sua ambientação estilosa e marcante.  No título, acompanhamos uma motoqueira mascarada que corre em altas velocidades por mundos surreais e com cores neon enquanto coleta corações — tudo isso ao som de música electropop contagiante. Mais que um simples jogo, Sayonara Wild Hearts é uma experiência sem igual. Continue Lendo “Análise: Sayonara Wild Hearts”

Análise: Astral Chain

Astral Chain, novo jogo de ação da desenvolvedora nipônica PlatinumGames, aposta em um conceito criativo: controlamos simultaneamente um herói humano e uma besta de outra dimensão, ambos ligados por uma corrente especial. Pode parecer um pouco complicado, mas essa configuração inusitada cria um combate dinâmico, estiloso e divertido, como é de praxe da desenvolvedora. Além disso, há várias outras atividades fora da batalha na forma de investigação e inúmeros casos paralelos espalhados pelo mundo. A combinação desses elementos faz com que Astral Chain seja uma experiência estranha, diferente e empolgante. Continue Lendo “Análise: Astral Chain”

Análise: Wand Wars

Feiticeiros e outras criaturas mágicas (ou não) se enfrentam em Wand Wars, título independente com foco em partidas multiplayer. O objetivo é rebater uma esfera mágica e tentar acabar com os oponentes em batalhas acirradas e repletas de reviravoltas. Com regras fáceis de entender, muitos modos de jogo e uma atmosfera carismática, o título oferece uma experiência divertida e ótima para curtir com amigos. Continue Lendo “Análise: Wand Wars”