Nos ouvidos #6: sakanaction — Tabun, Kaze. / Shin Takarajima

Sempre gostei de música japonesa, pois sempre tive a sensação que os artistas nipônicos colocam um pouco das peculiaridades culturais do país em suas composições. sakanaction (サカナクション) é um bom exemplo dessa características e é uma das minhas bandas japonesas favoritas, principalmente por conta do som bem único criado por eles. Continue Lendo “Nos ouvidos #6: sakanaction — Tabun, Kaze. / Shin Takarajima”

Nos ouvidos #5: Metric — Gold Guns Girls

Conheci Metric por acaso em algum site sobre música. Na época, a banda canadense estava lançando o álbum Fantasies, e vi o clipe de Gold Guns Girls, uma das faixas do disco. Depois de ouvir essa música, fui atrás de conferir mais composições deles. Continue Lendo “Nos ouvidos #5: Metric — Gold Guns Girls”

Nos ouvidos #4: We Were Evergreen — Best Thing

We Were Evergreen é uma banda francesa de música alternativa, uma combinação de indie, eletrônico e pop. Conheci por um colega, que descreveu a música deles como “um som extremamente hipster” — concordo quase que completamente com ele. O que mais gosto em We Were Evergreen é a mistura de instrumentos bem inusitada e as melodias únicas, quase exóticas. Gosto, também, do cuidado deles ao produzir seus clipes. Até o momento o grupo lançou três EPs e um álbum chamado Towards. Continue Lendo “Nos ouvidos #4: We Were Evergreen — Best Thing”

Nos ouvidos #3: Kate Bush — How To Be Invisible

Kate Bush é uma cantora eclética: seus álbuns são difíceis de definir por conta da grande variedade de estilos presentes nas faixas. Gosto muito de sua voz, que ora é suave e misteriosa, ora é poderosa e aguda. Perdi as contas das vezes em que ouvi Hounds of Love, seu quinto álbum — acho ele incrível, principalmente as músicas Hounds of Love, Jig of Life e Cloudbusting.

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Nos ouvidos #2: Fallulah — Bob Dylan

Gosto muito de Fallulah, uma cantora lá da Dinamarca. O som dela tem uma pegada meio indie e pop, repleto de melodias marcantes. O resultado são composições bem únicas que eu adoro. A garota, cujo nome real é Maria Apetri, já produziu três álbuns, sendo Perfect Tense o lançamento mais recente — e é dele que vem minha recomendação de hoje. Continue Lendo “Nos ouvidos #2: Fallulah — Bob Dylan”

Nos ouvidos #1: Ladyhawke — Let It Roll

Ladyhawke é uma das minhas cantoras favoritas de todos os tempos — perdi as contas do quanto ouvi seu primeiro álbum, sendo que Paris is Burning é uma das músicas que mais ouvi na vida, esse fato está lá registrado no Last.fm. Sempre gostei da pegada meio oitentista dela, uma mistura boa entre guitarras e sintetizadores, com melodias bem marcantes. Foi com muita surpresa que recebi o anúncio de que ela estava produzindo um terceiro álbum, intitulado Wild Things. Continue Lendo “Nos ouvidos #1: Ladyhawke — Let It Roll”

A música delirante de Ladyhawke

 

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Lá vem mais pop eletrônico: Ladyhawke

Ladyhawke é, segundo ela mesma:

Olá, meu nome é Ladyhawke. Sou uma dama, não uma banda.
Sou uma dama que ama jogar. Amo videogames. Amo minhas guitarras. sintetizadores. Gatos.
Fazendo barulho, apertando botões, fios, cabos, solidão, olhando telas, filmes, colecionando coisas.

Uma descrição um tanto quanto nerd/geek, não?
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Professor Layton and the Curious Village

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Já tinha ouvido falar várias vezes de Professor Layton, afinal é bem famoso e foi bem na crítica, mas nunca tive vontade de jogar e nem curiosidade em conhecer. Mas depois de conhecer a trilha sonora (via Alexei Barros no Hadouken) e jogar rapidamente no DS de um amigo corri pra jogá-lo. E depois disso não consegui largá-lo.

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