Nos ouvidos #25: Wednesday Campanella — Aladdin / Ikkyu-san / Ra / Melos

Wednesday Campanella (水曜日のカンパネラ) é um projeto criado por um trio de artistas japoneses que combina diferentes estilos e elementos para criar um som ímpar. Eu classificaria a música do grupo como pop eletrônico, mas há um pouco de hip-hop, dance e mais em suas composições, resultando em uma atmosfera exótica e hipnotizante — bastaram algumas poucas músicas para eu ser completamente conquistado.

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Nos ouvidos #24: Elise Trouw — How to Get What You Want

Elise Trouw é uma multi-instrumentista cuja carreira começou ao divulgar vídeos em redes sociais: sua habilidade na bateria impressionou bastante. Descobri por acaso o seu trabalho e gostei muito do seu som pop variado.

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Nos ouvidos #23: HÆLOS — Kyoto / End Of World Party

Um gênero musical que sempre apreciei foi o trip-hop, que combina música eletrônica com outros estilos, resultando em composições bem experimentais. A banda HÆLOS é uma das representantes desse gênero, e me conquistou com suas melodias energéticas e hipnóticas.

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Nos ouvidos #22: Christopher Larkin — Dirtmouth (Hollow Knight)

Hollow Knight é um dos meus jogos favoritos de todos os tempos e um dos motivos é a sua ambientação impressionante. No jogo, exploramos um reino decaído e em ruínas, com corredores e áreas imensas e uma sensação constante de desolação e mistério. Parte da experiência vem da excelente trilha sonora produzida por Christopher Larkin: as composições evocam inúmeros sentimentos, sem nunca deixar de explorar a aura melancólica e enigmática do mundo do jogo.

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Nos ouvidos #21: ALASKALASKA — Meateater / Moon

ALASKALASKA é uma banda que evoca curiosidade com seu nome inusitado. E essa não é a única característica exótica do grupo: suas músicas mesclam estruturas, instrumentos e elementos de maneiras peculiares, resultando em um pop/indie/jazz/alternativo difícil de definir. E é justamente essa atmosfera única que me faz gostar tanto das músicas da banda.

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Nos ouvidos #20: Viratempo — Se Eu Soubesse

 

A banda paulista Viratempo me conquistou com seu som que remete à década de 1980 com sintetizadores e guitarras. A música do grupo tem uma pegada meio indie dreampop com composições de atmosfera etérea e misteriosa, sem deixar de contar com melodias marcantes ou dançantes.

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Nos ouvidos #19: Grimes — We Appreciate Power

Grimes lançou “We Appreciate Power”, uma nova música três anos após seu último disco, Art Angels. Desde que ouvi a faixa pela primeira vez não consegui parar de ouvir. Continue Lendo “Nos ouvidos #19: Grimes — We Appreciate Power”

Nos ouvidos #18: Mitski — Nobody

Mitski me conquistou com sua voz marcante: seu timbre é suave e firme ao mesmo tempo. O som da cantora é uma espécie de pop-rock com um toque de indie, sensação essa alcançada com o uso de guitarras e pianos nas músicas.

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Nos ouvidos #17: Grimes — REALiTi

“Exótica” é uma palavra que eu usaria para descrever Grimes. A música da artista canadense é um forte misto de experimental, eletrônica e dream pop, com vocais e trechos bem inusitados e elaborados. É um som que, em um primeiro momento, pode causar estranheza: Grimes usa muitos elementos nada usuais em suas composições. Como fã de “música estranha”, gosto bastante do trabalho da cantora.

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Nos ouvidos #16: Leah Dou — Brother / May Rain / Whistler’s Riddle

Em um primeiro momento, pode ser difícil identificar a nacionalidade de Leah Dou. A cantora é chinesa, porém ela usa um inglês límpido em suas composições, algo raro quando se trata de artistas asiáticos. O som de Leah se destaca com a combinação de vocais suaves e melodias elaboradas, resultando em uma música que navega entre o pop, indie, eletrônico e experimental.

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