Análise: Lost Ruins

Em uma primeira olhada, Lost Ruins parece mais uma aventura de ação e plataforma tradicional, no entanto ele logo se revela bem complicado com sua dificuldade acentuada. A protagonista é bastante frágil, logo um único deslize pode ser fatal. O maior destaque deste título indie é a presença de muitas possibilidades na hora de enfrentar os inimigos: além de armas e feitiços, podemos utilizar também o ambiente como forma de ataque. A combinação desses elementos cria uma jornada intensa que exige constantemente atenção e experimentação, mas às vezes a dificuldade é brutal demais. Continue Lendo “Análise: Lost Ruins”

Análise: NieR Replicant ver.1.22474487139…

Em 2010, a Square Enix lançou um RPG de ação chamado NIER, que rapidamente ganhou o status de “excelência desconhecida” por alguns aspectos ousados, a despeito de vários defeitos. Agora, com o sucesso de NieR:Automata, o exótico diretor Yoko Taro decidiu resgatar o jogo na forma de NieR Replicant ver.1.22474487139… O novo título remasteriza a parte técnica do original ao mesmo tempo em que melhora mecânicas e introduz conteúdo novo. O resultado é algo simultaneamente novo e familiar, mas que ainda se apoia em muitos problemas do passado. Continue Lendo “Análise: NieR Replicant ver.1.22474487139…”

Análise: Smelter

Smelter tem uma premissa no mínimo curiosa: Eva se funde a uma criatura para obter poderes especiais a fim de encontrar Adão, que desapareceu depois de um estranho evento. Essa trama maluca é explorada em uma aventura que se divide em estágios de plataforma tradicionais e em trechos de estratégia em tempo real, que se relacionam constantemente. Claramente inspirado em Mega Man X e Actraiser, este indie se destaca com a grande diversidade de conteúdo e criatividade, por mais que falte equilíbrio entre alguns de seus elementos. Continue Lendo “Análise: Smelter”

Análise: Disco Elysium – The Final Cut

Disco Elysium parece mais uma história de detetive, porém logo se revela nada convencional ao abordar temas de maneira ímpar. O trabalho de estreia da produtora independente ZA/UM transforma conceitos de RPG de mesa em uma aventura excepcional com muita liberdade e texto bem escrito. Além disso, Disco Elysium conta também com uma narrativa densa e envolvente, que aborda um protagonista repleto de falhas morais e temas políticos e sociais relevantes, sempre com uma pitada de excêntrico. A versão The Final Cut marca a estreia do jogo nos consoles e inclui várias novidades que o deixam ainda mais magnético, como dublagem completa de todos os personagens e missões inéditas. Continue Lendo “Análise: Disco Elysium – The Final Cut”

Análise: Say No! More

Cansado de ter que atender inúmeros pedidos de seus colegas insensíveis? Aprenda a mudar a situação com Say No! More, um curioso título indie focado em dizer “Não!” para todos que aparecem pelo caminho. O jogo usa esse conceito inusitado para contar uma história repleta de momentos divertidos, mas que também nos convida à reflexão. A simplicidade o torna acessível, mas a ausência de um mínimo de complexidade compromete a experiência. Continue Lendo “Análise: Say No! More”

Análise: Genesis Noir

Em Genesis Noir, acompanhamos um homem que tenta impedir o Big Bang para salvar o seu amor. Para isso, ele explora a história do universo em uma série de trechos com puzzles e cenas inusitadas. Um visual impactante, música bem colocada e muitos momentos criativos são os pontos altos do jogo, que lembra mais um filme surreal interativo por causa de suas mecânicas simples. Como boa parte das obras experimentais, para aproveitar o jogo é importante estar disposto a aceitar a atmosfera absurda, que não está livre de problemas. Continue Lendo “Análise: Genesis Noir”

Análise: Narita Boy

Um mundo digital está em perigo e a única esperança é o herói conhecido como Narita Boy. Com a ajuda de uma espada especial, o guerreiro enfrentará seres criados por um código-fonte corrompido em uma aventura por um reino surreal. O jogo usa elementos dos anos 1980 para oferecer uma experiência moderna com ares retrô, sendo o seu maior destaque a ambientação elaborada. O título se perde um pouco com a falta de foco e alguns elementos desinteressantes, mas, no geral, é bem envolvente. Continue Lendo “Análise: Narita Boy”

Análise: Dandy Ace

Em Dandy Ace, um mágico precisa usar todos os seus truques para escapar de um palácio amaldiçoado. O maior destaque deste roguelike de ação é a grande variedade de feitiços, cujos efeitos podem ser combinados de maneiras criativas a qualquer momento. Produzido pelo estúdio brasileiro Mad Mimic (de No Heroes Here e Mônica e a Guarda dos Coelhos), o jogo empolga com seus combates intensos e atmosfera carismática, contando, inclusive, com dublagem em português. Alguns problemas comuns de roguelikes, como um pouco de repetição, atrapalham o andamento, mas a experiência, no geral, é bem divertida. Continue Lendo “Análise: Dandy Ace”

Análise: Red Ronin

Em Red Ronin, uma espadachim parte em uma violenta missão de vingança. O título utiliza um conceito de movimentação simples em puzzles criativos e de complexidade crescente, em situações com elementos por turnos e em tempo real. Produzido pelo Wired Dreams Studio, estúdio brasileiro de um único desenvolvedor, o jogo se destaca e diverte com sua variedade de desafios, mesmo com a presença de trechos de tentativa e erro e picos de dificuldade. Continue Lendo “Análise: Red Ronin”

Análise: Foregone

Foregone parece ter vindo direto do passado, a despeito de apresentar elementos modernos. Na pele de uma guerreira, exploramos um mundo em conflito em uma jornada de ação 2D bastante direta. O foco é saltar por cenários e golpear inimigos, mas há outros sistemas para trazer complexidade, como equipamentos com diferentes propriedades e árvores de habilidades. Infelizmente, vários problemas e limitações fazem com que o título seja uma experiência nada memorável. Continue Lendo “Análise: Foregone”