Do Japão: E.X. Troopers (3DS/PS3)

Lost Planet é uma série de jogos de tiro em 3ª pessoa da Capcom que se passa em um planeta gelado. A atmosfera é séria e tensa, pois está situada em um futuro fictício no qual os humanos estão em guerra com aliens que parecem insetos. Surpreendendo a todos, a desenvolvedora lançou em 2012 um spin-off da franquia chamado E.X. Troopers. O novo jogo para 3DS e PS3 abandonou praticamente todas as características de Lost Planet, tendo como resultado um jogo com trama juvenil e visual de anime. Mesmo com o sucesso, o título nunca foi lançado fora do Japão. Continue Lendo “Do Japão: E.X. Troopers (3DS/PS3)”

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Resenha: O Labirinto dos Espíritos, de Carlos Ruiz Zafón

“Nunca nos damos conta do vazio em que deixamos passar o tempo enquanto não vivemos de verdade. Por vezes a vida, não os dias queimados, é só um instante, um dia, uma semana, um mês. Sabemos que estamos vivos porque dói, porque de repente tudo importa e porque quando esse breve momento se acaba, o resto da existência se transforma numa recordação à qual tentamos em vão regressar enquanto nos resta alento no corpo.”

Lembro-me com clareza o quanto eu fiquei absorto em A Sombra do Vento. O romance de Carlos Ruiz Zafón me conquistou com sua narrativa intrincada, ótima trama e personagens memoráveis — gostei demais de me perder por uma Barcelona sombria e repleta de mistérios. Acompanhei com afinco toda a série “O Cemitério dos Livros Esquecidos”, e agora, mais de dez anos após a leitura primeiro volume, conferi o fim da tetralogia com O Labirinto dos Espíritos. O livro tem todas as ótimas características do autor com uma história com ambientação impecável e ótimo ritmo, o que tornou a experiência muito envolvente. Continue Lendo “Resenha: O Labirinto dos Espíritos, de Carlos Ruiz Zafón”

Minhas leituras favoritas de 2018

2018 foi um ano bem intenso e, para mim, passou num piscar de olhos. No campo das leituras, eu acabei lendo um pouco menos que no ano anterior, no entanto abri um pouco meus horizontes com alguns livros que eu nem sonhava em conferir. Continue Lendo “Minhas leituras favoritas de 2018”

Meus jogos favoritos de 2018

Meu 2018 foi frenético: conferi mais de 40 títulos nesse último ano. A maioria deles foram jogos indies e conheci muita coisa interessante, como a inusitada aventura minimalista Minit, a mistura de corrida e beat’em up Speed Brawl e a vida dupla de explorador e mercador em Moonlighter. Infelizmente acabei não experimentando jogos grandes que eu tinha interesse, como God of War e Octopath Traveler, no entanto consegui jogar algumas poucas coisas pendentes de 2017, como o excelente NieR:Automata. Continue Lendo “Meus jogos favoritos de 2018”

Impressões: Super Smash Bros. Ultimate (Switch)

Lembro-me até hoje das inúmeras horas jogando Super Smash Bros. no Nintendo 64, da diversão sem fim ao colocar os heróis da Nintendo para brigar entre si em um jogo maluco e impressionante — maluco tanto no conceito quanto nas mecânicas quebradas, o que resultava em lutas impressionantes. Naturalmente, a série Smash Bros. se tornou uma das minhas favoritas, por mais que minha pouca habilidade com os títulos do gênero faz com que eu jogue mais por diversão. Super Smash Bros. Ultimate chega ao Nintendo Switch quase 20 anos depois do original, celebrando tudo o que a série tem de bom e incluindo novidades, sem deixar de apresentar aquela atmosfera impossivelmente caótica tão divertida. Continue Lendo “Impressões: Super Smash Bros. Ultimate (Switch)”

Análise: Bladed Fury (PC)

Depois de um golpe de estado, uma princesa sai em uma jornada em busca de vingança. Essa é a premissa central de Bladed Fury, título de ação e plataforma que usa a mitologia chinesa como tema. Com duas armas poderosas e a ajuda de certas entidades místicas, a garota vai acabar com todos que aparecem pelo caminho em uma experiência hack and slash frenética com visual elaborado. Desenvolvido por uma produtora chinesa, o jogo é explicitamente inspirado em Muramasa: The Demon Blade. Continue Lendo “Análise: Bladed Fury (PC)”

Análise: Sundered: Eldritch Edition (Multi)

Os trabalhos do escritor H.P. Lovecraft exploram o horror cósmico, trazendo uma sensação de inquietação e tensão em face de criaturas de outro mundo. Sundered: Eldritch Edition usa Lovecraft como inspiração para criar uma atmosfera desconcertante em que a heroína precisa enfrentar grandes grupos de criaturas bizarras ao mesmo tempo em que explora um local sombrio. A combinação de fatores resulta em um metroidvania difícil e único repleto de mecânicas e ideias insólitas. Continue Lendo “Análise: Sundered: Eldritch Edition (Multi)”

Análise: GRIS (PC/Switch)

GRIS é uma experiência nada usual. Por meio de características de plataforma e elementos visuais, o jogo nos convida a observar e contemplar cenários impressionantes e belos. Por trás de uma atmosfera de deslumbre e serenidade, há uma garota tentando superar a tristeza e a dor. Um mundo sem perigos e com puzzles simples resulta em uma aventura focada nas sensações. Continue Lendo “Análise: GRIS (PC/Switch)”

Impressões: Hades (PC)

A desenvolvedora Supergiant Games, responsável por títulos como Bastion e Transistor, é conhecida por produzir jogos elaborados no aspecto audiovisual e por experimentar ideias novas. Hades, seu mais novo projeto, é uma aventura de ação e dungeon crawler com aspectos de roguelike. Pode parecer simplesmente mais um dos vários títulos do gênero lançados nos últimos tempos, no entanto ele conta com várias características usuais da desenvolvedora. Hades está disponível na loja da Epic no formato Acesso Antecipado e já mostra excelência em boa parte dos seus aspectos. Continue Lendo “Impressões: Hades (PC)”

Análise: Desert Child (Multi)

Em Desert Child a Terra se tornou inabitável e a aqueles que conseguem pagar a passagem se mudaram para Marte. Lá, a febre são as corridas de hoverbike: competições frenéticas em que os participantes usam de todas artimanhas possíveis para poder vencer. Combinando aspectos de corrida e aventura, o título traz uma experiência inusitada em um mundo estiloso influenciado por obras como Cowboy Bebop e Redline. Continue Lendo “Análise: Desert Child (Multi)”