Nos ouvidos #26: SIAMÉS — The Wolf / Mr. Fear / Summer Nights / Brothers

Conheci SIAMÉS por meio de alguns de seus clipes: os vídeos animados são muito bem produzidos e dão vida às composições pop rock da banda. Como gostei do que ouvi, fui conferir o restante do trabalho do grupo argentino e apreciei bastante a variedade de estilos de suas músicas.

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Do Japão: Bahamut Lagoon

Um mundo em guerra no qual as nações são imensas ilhas flutuantes é o cenário de Bahamut Lagoon, RPG lançado para SNES em 1996. O jogo mistura elementos de estratégia com combates em turnos, diferenciando-se dos inúmeros RPGs tradicionais lançados para o console. Infelizmente a desenvolvedora Squaresoft não trouxe o título para o Ocidente, privando os jogadores de mais um ótimo jogo. Continue Lendo “Do Japão: Bahamut Lagoon”

Resenha: A Garota Marcada Para Morrer (Millennium 6), de David Lagercrantz

“— O que ela quis dizer?
— Também me perguntei isso, mas então me veio à cabeça a história do pai dela.
— Como assim?
— Porque daquela vez ela se defendeu atacando primeiro, e fiquei com a sensação de que ela estava planejando alguma coisa parecida de novo: atacar primeiro. Me assustei, Mikael. Eu vi os olhos dela, e aí não importava mais que ela fosse o sonho de toda sogra ou sei lá o quê. Ela parecia extremamente perigosa. Seu olhar era de uma escuridão total.
— Acho que você está exagerando. Lisbeth não é de correr riscos desnecessários. Ela costuma ser bem racional.
— Ela é racional, só que do jeito louco dela. Mikael pensou no que Lisbeth tinha dito a ele no Kvarnen: que ela ia ser o gato e não o rato.”

Fui pego de surpresa quando soube que A Garota Marcada Para Morrer, o sexto livro da série Millennium, já tinha sido lançado. A franquia foi criada pelo sueco Stieg Larsson, que infelizmente faleceu após a publicação do terceiro volume. Após isso, a série teve continuidade pelas mãos de David Lagercrantz, que produziu dois livros razoáveis (A Garota na Teia de Aranha e O homem que buscava sua sombra), porém nem de longe tão bons quanto a trilogia inicial. O sexto e último volume da franquia repete a fórmula dos dois anteriores em uma leitura agradável que eu apreciei, mas que não oferece a mesma qualidade dos originais. Continue Lendo “Resenha: A Garota Marcada Para Morrer (Millennium 6), de David Lagercrantz”

Análise: Ruiner

Cores neon e violência brutal são constantes em Ruiner, jogo de tiro indie produzido pelo estúdio polonês Reikon Games. No controle de um atirador que mata todos aqueles que aparecem pela frente, atravessamos um estiloso mundo cyberpunk em uma história de resgate e vingança. Uma atmosfera ímpar e tiroteios frenéticos são os destaques do título, mas faltou um pouco de variedade de conteúdo. Lançado anteriormente para outras plataformas, o jogo chega ao Switch em uma adaptação sólida.

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Análise: Alwa’s Legacy

Em Alwa’s Legacy, desbravamos um grande mundo na companhia de uma feiticeira. O foco da aventura é resolver puzzles, mas há também ação e plataforma, o que torna o andamento ágil e variado. Além disso, a progressão é mais livre do que em outros jogos do gênero, e muitos segredos incentivam explorar com cuidado cada canto. Estas características, em conjunto com gráficos em pixel art e música no estilo chiptune, fazem com que a experiência seja repleta de nostalgia e empolgação. Continue Lendo “Análise: Alwa’s Legacy”

Análise: West of Dead

Um pistoleiro em um purgatório em constante alteração é o protagonista de West of Dead, jogo indie de tiro controlado por duas alavancas. Combates intensos que combinam tática, destreza e uso inteligente do cenário como cobertura contra ataques são constantes no título, que conta com várias situações em que a morte está por um fio. Elementos de roguelike trazem variedade ao mundo do jogo, cuja ambientação mistura Velho Oeste e sobrenatural em um visual impactante. Talvez ele seja conservador demais em alguns aspectos, porém não deixa de ser uma experiência notável. Continue Lendo “Análise: West of Dead”

Análise: Project Starship X

Um grupo de heróis enfrentando versões cômicas de criaturas do horror cósmico clássico é o foco de Project Starship X. Este shoot ‘em up vertical conta com um conceito principal bastante simples, no entanto uma boa diversidade de situações espalhadas por vários estágios de ação frenética o torna bem interessante. Depois de algumas partidas ele fica um pouco repetitivo, mas é divertido enquanto dura. Continue Lendo “Análise: Project Starship X”

Análise: Skelattack

Um simpático esqueleto guerreiro é o protagonista de Skelattack, título de ação 2D inspirado em clássicos da era 16-bits. O primeiro trabalho do estúdio indie Ukuza chama a atenção com o belo visual desenhado, ambientação carismática e boa interpretação de conceitos de plataforma em trechos de dificuldade acentuada. No entanto, uma série de problemas e decisões estranhas atrapalham a experiência profundamente. Continue Lendo “Análise: Skelattack”

Análise: Shantae and the Seven Sirens

Os jogos da série Shantae, que são criação do estúdio indie WayForward, se apoiam em um mundo colorido, personagens carismáticos e mecânicas de plataforma ágeis. Shantae and the Seven Sirens, o quinto título da franquia, resgata essas características em uma aventura com um grande mundo interconectado para explorar, atmosfera alegre e ação acelerada. Mesmo com novidades, o título apresenta estrutura conservadora e linear, mas não deixa de ser divertido. Continue Lendo “Análise: Shantae and the Seven Sirens”

Anime: Tenki no Ko (Weathering with You)

Uma Tóquio com chuvas constantes e uma garota capaz de afastar as nuvens e trazer o sol são os temas de Tenki no Ko (天気の子, também conhecido como Weathering with You ou O Tempo com Você), longa animado produzido por Makoto Shinkai, responsável pelo sucesso Your Name. O filme explora um mundo contemporâneo com toques de fantasia e ele me encantou com sua beleza, personagens carismáticos, trama simples (mas emotiva), atmosfera envolvente e vários assuntos abordados de forma sutil. Continue Lendo “Anime: Tenki no Ko (Weathering with You)”