Análise: Picross S7

Desde o primeiro jogo no Game Boy, a série Picross recebeu inúmeras versões em diferentes sistemas da Nintendo. Picross S7 é o décimo título da franquia no Switch e oferece mais de 450 puzzles espalhados em diferentes modos. A grande novidade de S7 é finalmente a inclusão de controles via tela de toque no modo portátil, um recurso amplamente requisitado pelos jogadores por anos. Fora isso, a estrutura se mantém intacta e não há inclusões significativas em relação aos anteriores, o que não chega a ser um problema dada a solidez das mecânicas dos quebra-cabeças.

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Nos ouvidos #30: Tori Amos — Speaking With Trees / Metal Water Wood / 29 Years

Ouvir Tori Amos, para mim, é nostálgico: perdi a conta de quantas vezes ouvi a  Cornflake Girl e outros clássicos quando era mais jovem. Sempre apreciei as composições carregadas de pianos e vocais marcantes da cantora, além da grande variedade de estilos entre as músicas. Continue Lendo “Nos ouvidos #30: Tori Amos — Speaking With Trees / Metal Water Wood / 29 Years”

Minhas leituras favoritas de 2021

Em 2021 eu mantive o meu ritmo de leitura dos anos anteriores mesmo com uma rotina inconstante: tive alguns momentos bastante intensos e repletos de histórias, já em outras épocas eu fiquei semanas sem ler ao menos uma página. É natural que isso acontecesse, afinal meu 2021 foi bem caótico e repleto de mudanças. Mesmo assim, conferi algumas histórias bem bacanas, porém nada muito diferente do meu usual (o que não é ruim, pelo contrário). Continue Lendo “Minhas leituras favoritas de 2021”

Meus jogos favoritos de 2021

O ano de 2021 pareceu uma continuação de 2020 e, para mim, passou voando, pois muita coisa aconteceu. No mundo dos games, continuei buscando experimentar alguns títulos não muito usuais e poucos conhecidos, em especial produções indies. Agora, em retrospecto, eu percebo que começo a cair em alguns padrões (como roguelikes), mas, mesmo assim, tive a oportunidade de testar muitos jogos criativos. Continue Lendo “Meus jogos favoritos de 2021”

Análise: Shovel Knight Pocket Dungeon

Em Shovel Knight Pocket Dungeon, o cavaleiro da pá e seus amigos precisam enfrentar inúmeros perigos em um mundo paralelo para conseguir voltar para casa. O jogo usa personagens e conceitos da série de plataforma como inspiração para criar um puzzle de ação singular e ágil. As mecânicas simples de entender, em conjunto com heróis com habilidades distintas, itens especiais e diferentes modos, tornam a experiência empolgante e difícil de largar. Continue Lendo “Análise: Shovel Knight Pocket Dungeon”

Análise: Ruined King: A League of Legends Story

Em Ruined King, diferentes campeões de Runeterra se unem para enfrentar uma ameaça nefasta. O jogo usa o universo de League of Legends como inspiração para criar um RPG tradicional com ideias interessantes, como um notável sistema de combate por turnos. Além disso, há um cuidado especial na apresentação e construção do mundo, o que é capaz de agradar até mesmo quem nunca experimentou o MOBA. Continue Lendo “Análise: Ruined King: A League of Legends Story”

Análise: Nuclear Blaze

Incêndios ferozes e outros perigos esperam um bombeiro em Nuclear Blaze, simpático título indie de ação 2D. Além de extinguir chamas e atravessar desmoronamentos, o protagonista precisa desvendar a origem desse fogo anormal. A experiência é acelerada com seus estágios curtos e ação ágil, porém a simplicidade geral e algumas decisões questionáveis de design impedem que o jogo alcance todo o seu potencial. Continue Lendo “Análise: Nuclear Blaze”

Análise: Moncage

Moncage instiga com seu conceito peculiar. No jogo, manipulamos um cubo cujas faces exibem diferentes cenários e, para resolver os quebra-cabeças, precisamos usar truques de perspectiva para alinhar elementos. A mecânica principal é simples, no entanto a grande criatividade e variedade dos puzzles é surpreendente. Além disso, o título conta com uma atmosfera acolhedora e uma trama mais complexa do que parece. A soma de tantas qualidades resulta em uma experiência única. Continue Lendo “Análise: Moncage”

Nos ouvidos #29 Wednesday Campanella — Buckingham

Viciei em Wednesday Campanella (水曜日のカンパネラ) desde a primeira vez que ouvi suas composições exóticas — fiz questão de conferir toda a discografia do grupo e gostei muito da maioria das faixas. Parte do apelo do grupo, para mim, era a sua irreverente vocalista KOM_I, então foi com muita surpresa que eu recebi a notícia de que ela seria substituída por outra artista chamada Utaha. Um novo single foi lançado para inaugurar a nova era do grupo e, felizmente, mantém as suas ótimas características musicais.

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Análise: Where Cards Fall

Em Where Cards Fall, precisamos utilizar diferentes baralhos de cartas para montar edifícios e resolver puzzles. O conceito principal deste jogo indie é bem único e oferece desafios de navegação interessantes, que se passam em belos cenários de atmosfera surreal. Fora os quebra-cabeças, o título explora também a história de amadurecimento de um rapaz, mas a narrativa banal tem pouco impacto e compromete o ritmo da aventura.

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