Nos ouvidos #23: HÆLOS — Kyoto / End Of World Party

Um gênero musical que sempre apreciei foi o trip-hop, que combina música eletrônica com outros estilos, resultando em composições bem experimentais. A banda HÆLOS é uma das representantes desse gênero, e me conquistou com suas melodias energéticas e hipnóticas.

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Análise: Moonlighter — Between Dimensions

Em Moonlighter acompanhamos Will, um rapaz que cuida de uma loja de dia e explora calabouços em busca de mercadorias durante a noite. Between Dimensions é a primeira expansão paga do jogo e tem como novidades a inclusão de um novo calabouço, itens inéditos, trechos de história e mais. O pacote não traz conteúdo muito diferente do jogo base, mas não deixa de ser um ótimo incentivo para revisitar a vida dupla de Will. Continue Lendo “Análise: Moonlighter — Between Dimensions”

Análise: A Short Hike

A Short Hike nos convida a escalar uma montanha no nosso ritmo ao mesmo tempo em que aproveitamos a paisagem. Produzido por um único desenvolvedor, esse jogo de aventura e plataforma 3D se destaca com uma atmosfera relaxante, personagens divertidos e um mundo vibrante repleto de atividades e segredos. O resultado é uma experiência cativante e repleta de boas vibrações. Continue Lendo “Análise: A Short Hike”

Análise: LOST ORBIT: Terminal Velocity

Um astronauta à deriva no espaço é o protagonista de LOST ORBIT: Terminal Velocity. Com equipamentos limitados, o personagem precisa deslizar e esquivar de perigos a fim de voltar para casa. Com conceitos simples e alguma variedade, o título indie oferece uma boa experiência arcade. Continue Lendo “Análise: LOST ORBIT: Terminal Velocity”

Análise: Night Call

Ser taxista em uma grande metrópole significa lidar diariamente com muitas pessoas de personalidades distintas, cada qual com histórias, problemas, dilemas e alegrias. E o táxi, como uma sala em outra dimensão, é perfeito para confidências, revelações e sinceridade. Mas o que acontece quando um serial killer aparece e bagunça a vida de um motorista? Night Call tenta responder essa pergunta. Nesse jogo independente que combina aventura e investigação, acompanhamos um taxista que se vê forçado em atuar como um detetive enquanto trabalha. Inúmeras histórias variadas e muito bem construídas, e uma atmosfera ímpar inspirada em filmes noir, me fizeram mergulhar no universo do título. Continue Lendo “Análise: Night Call”

Análise: Sea of Solitude

Uma garota transformada em monstro que se vê presa em uma cidade alagada repleta de estranhas criaturas é a premissa de Sea of Solitude. O jogo indie produzido pelo pequeno time da Jo-Mei Games usa as experiências da equipe em uma aventura que explora vários temas, como solidão, depressão e frustração. A jornada tem visuais cativantes e discute questões importantes, no entanto o andamento lento, a simplicidade das mecânicas e algumas escolhas infelizes na narrativa atrapalham a experiência. Continue Lendo “Análise: Sea of Solitude”

Análise: Lethal League Blaze

Uma competição perigosa em que os combatentes tentam acertar uma bola antigravidade nos oponentes foi proibida na cidade futurista de Shine City, mas as partidas continuam acontecendo de forma clandestina. Essa é a premissa de Lethal League Blaze, título cujo conceito mescla luta e algo parecido com baseball de forma muito divertida. O jogo, que tem como foco multiplayer, conquista a atenção com partidas rápidas, várias camadas de complexidade e uma atmosfera urbana envolvente. Blaze é uma continuação de Lethal League e apresenta ajustes na jogabilidade e mais conteúdo. Continue Lendo “Análise: Lethal League Blaze”

Análise: Blazing Chrome

Em Blazing Chrome, sistemas de inteligência artificial e máquinas dominaram o mundo, e os poucos humanos restantes são caçados constantemente. Na pele de um membro da resistência humana, o objetivo é acabar com os robôs em uma aventura de tiro e plataforma muito intensa e de dificuldade acentuada. Inspirado em clássicos como Contra e Metal Slug, o jogo do estúdio brasileiro JoyMasher (de Oniken e Odallus) acerta ao oferecer uma experiência empolgante e variada. Continue Lendo “Análise: Blazing Chrome”

Análise: Eagle Island

Um colorido e simpático visual em pixel art esconde a real complexidade de Eagle Island. Por trás da atmosfera relaxada há um jogo com conceitos bem simples, no entanto repleto de situações complicadas e difíceis. Em conjunto com aspectos gerados proceduralmente, temos uma aventura que demanda experimentação e destreza, resultando em um título interessante e divertido. Continue Lendo “Análise: Eagle Island”

Resenha: A Vegetariana, de Han Kang

“Mas olhe só para o jantar que ela tinha preparado agora. Sentada de lado na cadeira, estava levando para a boca colheradas de sopa de alga marinha claramente sem sabor, enquanto enrolava pasta de soja e arroz numa folha de alface enchendo a bochecha e mastigando.
Eu não sabia absolutamente nada sobre aquela mulher — foi o pensamento que de repente me ocorreu.” (Pág. 19)

A Vegetariana, da autora sul-coreana Han Kang, me pegou de surpresa. Eu sabia por alto que a trama era sobre como a decisão de uma mulher de não comer mais carne afeta a vida dela e de sua família, mas eu não estava preparado para os desenvolvimentos do livro. É uma trama densa, repleta de camadas e questionamentos, embaladas por uma narrativa exótica e hipnotizante — mais uma daquelas obras que ficam na mente por muito tempo. Continue Lendo “Resenha: A Vegetariana, de Han Kang”