Minhas leituras favoritas de 2018

2018 foi um ano bem intenso e, para mim, passou num piscar de olhos. No campo das leituras, eu acabei lendo um pouco menos que no ano anterior, no entanto abri um pouco meus horizontes com alguns livros que eu nem sonhava em conferir. Continue Lendo “Minhas leituras favoritas de 2018”

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Nos ouvidos #19: Grimes — We Appreciate Power

Grimes lançou “We Appreciate Power”, uma nova música três anos após seu último disco, Art Angels. Desde que ouvi a faixa pela primeira vez não consegui parar de ouvir. Continue Lendo “Nos ouvidos #19: Grimes — We Appreciate Power”

Análise: Persona 3: Dancing in Moonlight & Persona 5: Dancing in Starlight (PS4/PS Vita)

Uma das características mais marcantes da franquia de JRPGs Persona é a sua trilha sonora contagiante e muito bem produzida, sendo que cada título da série tem identidade musical própria. Pensando nesse detalhe e aproveitando a popularidade de Persona, a Atlus decidiu lançar spin-offs de ritmo baseado nos jogos da franquia. Persona 3: Dancing in Moonlight e Persona 5: Dancing in Starlight colocam os personagens de Persona 3 e Persona 5 para dançar ao som da música dos jogos. É fácil notar que os fãs de Persona são o público alvo desses títulos, porém uma jogabilidade divertida, trilha sonora notável e atmosfera estilosa os tornam acessíveis para todo tipo de público.
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Nos ouvidos #18: Mitski — Nobody

Mitski me conquistou com sua voz marcante: seu timbre é suave e firme ao mesmo tempo. O som da cantora é uma espécie de pop-rock com um toque de indie, sensação essa alcançada com o uso de guitarras e pianos nas músicas.

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Resenha: Kindred: Laços de Sangue, de Octavia E. Butler

“Fechei os olhos e vi as crianças fazendo a brincadeira de novo. —A facilidade me pareceu muito assustadora — falei. —Agora entendo por quê.
—O quê?
—A facilidade. Nós, as crianças… Não sabia que as pessoas podiam ser condicionadas com tanta facilidade a aceitarem a escravidão.” (Pág. 164)

O que aconteceria se uma mulher negra da década de 1970 fosse parar na época da escravidão? Essa é a premissa de Kindred: Laços de Sangue, uma das obras mais famosas de Octavia E. Butler. Racismo e escravidão são abordados em uma história intensa, cuja sensação de perigo constante é palpável. A narrativa ágil e a temática nada usual me prenderam do início ao fim. Continue Lendo “Resenha: Kindred: Laços de Sangue, de Octavia E. Butler”

Nos ouvidos #17: Grimes — REALiTi

“Exótica” é uma palavra que eu usaria para descrever Grimes. A música da artista canadense é um forte misto de experimental, eletrônica e dream pop, com vocais e trechos bem inusitados e elaborados. É um som que, em um primeiro momento, pode causar estranheza: Grimes usa muitos elementos nada usuais em suas composições. Como fã de “música estranha”, gosto bastante do trabalho da cantora.

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Do Japão: Rudra no Hihou (SNES)

Diz o ditado: “As palavras têm poder”. É justamente nessa premissa que é construído todo o sistema de jogo de Rudra no Hihou (ルドラの秘宝, literalmente “O Tesouro dos Rudras”). Neste curioso RPG de SNES, a magia é invocada por meio de mantras, palavras que evocam poderes místicos, sendo possível desferir feitiços com qualquer combinação de letras criada pelo jogador. Lançado em 1996 pela Squaresoft, Rudra é mais um caso de RPG que não saiu do Japão e que faz os jogadores lamentarem o fato da língua daquele país ser tão complicada. Por sorte, depois de muito trabalho, um grupo de fãs traduziu o jogo para o inglês. Continue Lendo “Do Japão: Rudra no Hihou (SNES)”

Nos ouvidos #12: Anja Garbarek — The Will to Walk

Anja Garbarek me conquistou há muitos anos com sua voz suave e suas composições inusitadas que passeavam pelo pop, eletrônico, trip hop e jazz. Os últimos trabalhos solo da cantora e compositora norueguesa foram lançados em 2005 (o álbum Briefly Shaking e a trilha sonora para o filme Angel-A), e depois uma participação em 2008 em um álbum do compositor Steve Janson. Agora em 2018, a cantora finalmente vai voltar à ativa com um novo trabalho e gostei muitíssimo da primeira música revelada. Continue Lendo “Nos ouvidos #12: Anja Garbarek — The Will to Walk”

Nos ouvidos #11: Yaeji — raingurl / Last Breath / Feel It Out

A primeira vez que ouvi a música de Yaeji eu só pensei “que coisa estranha”. Bem, quando isso acontece, bastam alguns dias para eu ouvir novamente e mudar completamente de opinião — aconteceu exatamente isso com essa cantora. E era de se esperar: as músicas de Yaeji passam pela eletrônica, dance e house (estilos esses que aprecio bastante), tendo como diferencial o vocal único da cantora. Continue Lendo “Nos ouvidos #11: Yaeji — raingurl / Last Breath / Feel It Out”

Nos ouvidos #10: Billie Eilish — bellyache

Billie Eilish é uma cantora que surpreende com sua idade: a garota tem somente 16 anos e já produz música de qualidade. Conheci o trabalho dela como recomendação da cantora Fallulah no instagram e quando parei para perceber, eu já estava viciado. Continue Lendo “Nos ouvidos #10: Billie Eilish — bellyache”