Nos ouvidos #5: Metric — Gold Guns Girls

Conheci Metric por acaso em algum site sobre música. Na época, a banda canadense estava lançando o álbum Fantasies, e vi o clipe de Gold Guns Girls, uma das faixas do disco. Depois de ouvir essa música, fui atrás de conferir mais composições deles. Continue Lendo “Nos ouvidos #5: Metric — Gold Guns Girls”

Anúncios

Análise: Exist Archive: The Other Side of the Sky (PS4/PS Vita)

O título combina vários conceitos e usa uma série clássica como inspiração para criar uma jornada curiosa e interessante.

Exist Archive: The Other Side of the Sky é um JRPG para PlayStation 4 e Vita que não nega as suas origens. O jogo, que é um esforço conjunto das produtoras tri-Ace e Spike Chunsoft, é claramente baseado na série Valkyrie Profile. Os conceitos básicos de exploração, combate e até mesmo alguns temas da trama de Exist Archive são bem parecidos com os apresentados nas aventuras das valquírias. Entretanto, o título tem várias características únicas que lhe confere identidade própria. O resultado é uma aventura divertida, mesmo que com alguns problemas. Continue Lendo “Análise: Exist Archive: The Other Side of the Sky (PS4/PS Vita)”

Análise: Psycho-Pass: Mandatory Happiness (PS4/PS Vita)

Esse visual novel traz trama e personagens inéditos e é perfeito para os fãs da série animada.

Psycho-Pass é um anime conhecido pela sua trama densa e cenas chocantes. Por conta disso, nada mais natural que um jogo baseado nele tenha como foco justamente a história. Psycho-Pass: Mandatory Happiness é um visual novel para PlayStation 4 e PS Vita (e futuramente PC) que coloca o jogador no centro de uma narrativa tensa e interessante. Continue Lendo “Análise: Psycho-Pass: Mandatory Happiness (PS4/PS Vita)”

Nos ouvidos #4: We Were Evergreen — Best Thing

We Were Evergreen é uma banda francesa de música alternativa, uma combinação de indie, eletrônico e pop. Conheci por um colega, que descreveu a música deles como “um som extremamente hipster” — concordo quase que completamente com ele. O que mais gosto em We Were Evergreen é a mistura de instrumentos bem inusitada e as melodias únicas, quase exóticas. Gosto, também, do cuidado deles ao produzir seus clipes. Até o momento o grupo lançou três EPs e um álbum chamado Towards. Continue Lendo “Nos ouvidos #4: We Were Evergreen — Best Thing”

Nos ouvidos #3: Kate Bush — How To Be Invisible

Kate Bush é uma cantora eclética: seus álbuns são difíceis de definir por conta da grande variedade de estilos presentes nas faixas. Gosto muito de sua voz, que ora é suave e misteriosa, ora é poderosa e aguda. Perdi as contas das vezes em que ouvi Hounds of Love, seu quinto álbum — acho ele incrível, principalmente as músicas Hounds of Love, Jig of Life e Cloudbusting.

Continue Lendo “Nos ouvidos #3: Kate Bush — How To Be Invisible”

Nos ouvidos #2: Fallulah — Bob Dylan

Gosto muito de Fallulah, uma cantora lá da Dinamarca. O som dela tem uma pegada meio indie e pop, repleto de melodias marcantes. O resultado são composições bem únicas que eu adoro. A garota, cujo nome real é Maria Apetri, já produziu três álbuns, sendo Perfect Tense o lançamento mais recente — e é dele que vem minha recomendação de hoje. Continue Lendo “Nos ouvidos #2: Fallulah — Bob Dylan”

Nos ouvidos #1: Ladyhawke — Let It Roll

Ladyhawke é uma das minhas cantoras favoritas de todos os tempos — perdi as contas do quanto ouvi seu primeiro álbum, sendo que Paris is Burning é uma das músicas que mais ouvi na vida, esse fato está lá registrado no Last.fm. Sempre gostei da pegada meio oitentista dela, uma mistura boa entre guitarras e sintetizadores, com melodias bem marcantes. Foi com muita surpresa que recebi o anúncio de que ela estava produzindo um terceiro álbum, intitulado Wild Things. Continue Lendo “Nos ouvidos #1: Ladyhawke — Let It Roll”

Crônica: The Legend of Zelda: Tri Force Heroes (3DS) e a diversão do multiplayer local

The Legend of Zelda: Four Swords é um dos meus jogos favoritos de GBA, lembro-me das várias tardes em que me diverti tentando derrotar Vaati na companhia de amigos. Muitos anos se passaram, o 3DS se tornou o portátil da vez, e sempre fiquei me perguntando quando a Nintendo lançaria um novo Zelda multiplayer —Four Swords Anniversary Edition era legal, mas não passava de um port melhorado. A resposta foi The Legend of Zelda: Tri Force Heroes e, em um primeiro momento, não foi muito bem o que eu esperava e não dei muita atenção. Recentemente, meses após o lançamento, dei uma nova chance ao título, o que me fez lembrar o quanto é divertido jogar localmente com amigos.
Continue Lendo “Crônica: The Legend of Zelda: Tri Force Heroes (3DS) e a diversão do multiplayer local”

Impressões: Video Games Live 2012 – Brasília

E depois de quatro anos o Video Games Live volta a acontecer em Brasília. Eu fui nas duas edições anteriores e foi com surpresa que recebi a notícia dessa nova apresentação na capital federal. Confesso que fiquei extremamente apreensivo com a possível seleção musical do concerto, entretanto fui surpreendido desta vez. Continue Lendo “Impressões: Video Games Live 2012 – Brasília”

Impressões: Super Mario 3D Land

E depois de muita espera finalmente Super Mario 3D Land. Mesmo sendo um dos jogos mais esperados de 3DS para alguns, eu não tinha muito interesse nele. Conforme os vídeos foram sendo divulgados eu acabei me rendendo. A minha impressão inicial é boa e bate bem com o que estão falando por aí.

O que achei legal:

  • Efeito 3D: Finalmente um efeito 3D no 3DS que vale a pena. Não sei muito bem como explicar, mas Mario 3D Land com 3D desligado não é a mesma coisa. Dá pra sentir bem a profundidade de tudo, muito legal. E também existem alguns pontos (puzzles) em que o 3D é realmente necessário, sem ele fica muito mais difícil saber aonde se deve pular. Uma pena que são poucos puzzles que utilizam de fato o 3D, mas já é um começo para que isso seja utilizado mais vezes.
  • Gráficos: SM3DL apresentou até agora os melhores gráficos que vi no 3DS. Tudo roda de maneira fluída e tudo é bonito, praticamente no nível de Super Mario Galaxy. E a direção de arte é legal também, tudo bem colorido e único, como é de costume nos jogos do Mario.
  • Divertido: É muito divertido jogar SM3DL e isso se dá principalmente pelo level design variado. Cada fase é bem diferente da outra, repletas de pequenas coisinhas legais e detalhezinhos em todos os cantos. Só não espere algo completamente novo e impressionante como Mario Galaxy, é mais uma mistura das aventuras 2D e 3D. Mesmo com menos movimentos que nos jogos anteriores, Mario ainda é fácil de controlar e tem movimentos legais. O que mais gostei sem sombra de dúvidas é o movimento de ‘rolar’ do Tanooki Mario, muito legal! As referências aos vários Marios anteriores também são bem legais.

O que não achei tão legal assim:

  • Pouco conteúdo: SM3DL tem somente um modo principal e só. Nada de minigames ou multiplayer como nas aventuras de DS. As fases são curtas e não existem muitas delas. Eu mesmo cheguei ao mundo 4 (de 8 mundos) em menos de 2h, jogando normalmente, sem pressa. Outra questão é que a progressão é linear, ou seja, não existe um mapa com caminhos alternativos como no New Super Mario Bros. O recurso do StreetPass não é lá muito interessante também e não adiciona nada de significativo ao jogo. E sim, sei do que se trata o conteúdo e extra e acredito que minha opinião não vá mudar muito.
  • Fácil: As fases são fáceis, muito fáceis, é bem difícil morrer. Fica a impressão que o público-alvo são pessoas que não costumam jogar muito. Sem contar que o suposto desafio do jogo consiste em pegar todas as Star Medals de cada fase, moedas essas que costumam estar em lugares óbvios ou de fácil localização. E é uma pena também que as habilidades um pouco avançadas como rolar e pulo longo sejam subutilizadas, já que não existe a necessidade de usá-las para terminar as fases. Mesmo morrendo várias vezes (por descuido principalmente) e tendo perdido uma ou outra Star Medal, ainda acho o jogo fácil.
  • Música: As músicas são legais e tal, mas faltou algo aqui. Depois de Super Mario Galaxy eu esperava uma trilha sonora ao menos no mesmo nível (ou próximo), mas o que encontrei foi uma trilha repleta de músicas reutilizadas dos Marios antigos e uma insistente música-tema que toca o tempo todo até você não conseguir aguentar mais. Infelizmente as músicas inéditas são fracas. Mas gostei muito da música da tela-título.

No geral gostei muito de Super Mario 3D Land. Não se compara aos últimos grandes jogos do Mario, mas é um ótimo jogo de 3DS.