Meus jogos favoritos de 2021

O ano de 2021 pareceu uma continuação de 2020 e, para mim, passou voando, pois muita coisa aconteceu. No mundo dos games, continuei buscando experimentar alguns títulos não muito usuais e poucos conhecidos, em especial produções indies. Agora, em retrospecto, eu percebo que começo a cair em alguns padrões (como roguelikes), mas, mesmo assim, tive a oportunidade de testar muitos jogos criativos. Continue Lendo “Meus jogos favoritos de 2021”

Análise: Ruined King: A League of Legends Story

Em Ruined King, diferentes campeões de Runeterra se unem para enfrentar uma ameaça nefasta. O jogo usa o universo de League of Legends como inspiração para criar um RPG tradicional com ideias interessantes, como um notável sistema de combate por turnos. Além disso, há um cuidado especial na apresentação e construção do mundo, o que é capaz de agradar até mesmo quem nunca experimentou o MOBA. Continue Lendo “Análise: Ruined King: A League of Legends Story”

Análise: Aeon Must Die!

Aeon Must Die! é um misto de luta com beat ‘em up repleto de ideias únicas e com visual impactante. No jogo, controlamos um guerreiro que se vê forçado a enfrentar inimigos implacáveis depois que seu corpo foi possuído por um imperador vingativo. O grande destaque é o combate, que usa uma curiosa mecânica de alteração de temperatura corporal no lugar da vida tradicional, além de apresentar elementos estratégicos. Infelizmente o título tem inúmeros problemas de execução em praticamente todas as suas áreas, o que torna a experiência desagradável e esquecível. Continue Lendo “Análise: Aeon Must Die!”

Análise: Tetris Effect: Connected

Tetris Effect: Connected eleva o tradicional puzzle russo a novos patamares ao mesmo tempo que respeita o seu legado. Produzido por Tetsuya Mizuguchi (de Lumines e Rez), essa versão mantém intactos os conceitos originais e se destaca com sua ambientação excepcional: os sons, a música, os cenários e as peças reagem aos movimentos dos jogadores em partidas belíssimas e imersivas.

Lançado originalmente para PlayStation 4 em 2018, a versão Connected inclui modos multiplayer inéditos que, em conjunto com várias outras modalidades, resultam em um pacote notável. O jogo chega agora ao Switch em uma adaptação excelente. Continue Lendo “Análise: Tetris Effect: Connected”

Análise: UNSIGHTED

Em UNSIGHTED, uma androide precisa correr contra o tempo para conseguir salvar seus amigos e seu amor. Para isso, ela explora uma imensa cidade em uma aventura de ação com toques de RPG que oferece progressão aberta. O primeiro trabalho da desenvolvedora brasileira Studio Pixel Punk impressiona com seu mundo intrincado, jogabilidade ágil, muitas possibilidades na hora de resolver os desafios e vasto conteúdo. O resultado de tanto esmero é um jogo excepcional e muito divertido. Continue Lendo “Análise: UNSIGHTED”

Análise: Flynn: Son of Crimson

Flynn: Son of Crimson é uma aventura de ação e plataforma que parece ter vindo direto da era 16-bits com seu visual em pixel art. Além da ótima execução de mecânicas consagradas, esse título indie surpreende com uma diversidade impressionante de estágios e situações. Essas características, em conjunto com uma progressão ágil e uma jornada enxuta, resultam em um jogo divertido e envolvente que só escorrega em alguns poucos aspectos. Continue Lendo “Análise: Flynn: Son of Crimson”

Análise: Tales of Arise

Tales of Arise, o mais novo episódio da série de JRPG, veio com a intenção de revitalizar e expandir a franquia, que ainda é considerada como de nicho. Para isso, o título conta com visual estonteante e um combate em tempo real frenético e divertido, além de várias outras mudanças e novidades. Mas por trás das renovações dos gráficos e sistemas, é fácil perceber que este Tales ainda é bastante conservador e explora novamente vários conceitos tradicionais da franquia. Como resultado, temos uma aventura envolvente e bem acabada, porém um pouco familiar demais — para o bem e para o mal. Continue Lendo “Análise: Tales of Arise”

Análise: Dodgeball Academia

Dodgeball Academia pega o conceito principal da queimada e combina com poderes e movimentos exagerados para criar partidas impressionantes. Além disso, o novo jogo do estúdio paulista Pocket Trap também conta com elementos de RPG, o que introduz camadas de complexidade aos embates. Esses conceitos, em conjunto com um universo colorido e bem-humorado que lembra um cartoon, resultam em uma experiência divertida e singular. Mesmo assim, o jogo peca ao subaproveitar suas ideias, o que torna a jornada um pouco repetitiva. Continue Lendo “Análise: Dodgeball Academia”

Análise: Death’s Door

Em Death’s Door, um corvo ceifador de almas sai em uma jornada por uma região perigosa depois que sua última missão é interrompida. O jogo se inspira em clássicos, como Zelda, para criar uma aventura com combates brutais, puzzles e inúmeros segredos, focando em desenvolver bem alguns poucos elementos. Além disso, seu universo sombrio cativa com personagens carismáticos, visual exuberante e ótima música. A mescla dessas qualidades resulta em uma experiência memorável e divertida. Continue Lendo “Análise: Death’s Door”

Análise: Streets of Rage 4: O Pesadelo de Mr. X

Streets of Rage 4 conseguiu o feito de resgatar e modernizar uma franquia clássica sem deixar de lado as suas origens. O jogo me conquistou com sua pancadaria divertida e variada, além da parte técnica impecável. Agora, o beat ‘em up recebeu O Pesadelo de Mr. X, uma expansão que inclui personagens controláveis inéditos, um novo modo e opções para customizar o repertório de habilidades dos lutadores. O DLC pode não apresentar conteúdo mirabolante, mas as adições tornam Streets of Rage 4 ainda mais completo e empolgante. Continue Lendo “Análise: Streets of Rage 4: O Pesadelo de Mr. X”