Análise: Sea of Solitude

Uma garota transformada em monstro que se vê presa em uma cidade alagada repleta de estranhas criaturas é a premissa de Sea of Solitude. O jogo indie produzido pelo pequeno time da Jo-Mei Games usa as experiências da equipe em uma aventura que explora vários temas, como solidão, depressão e frustração. A jornada tem visuais cativantes e discute questões importantes, no entanto o andamento lento, a simplicidade das mecânicas e algumas escolhas infelizes na narrativa atrapalham a experiência. Continue Lendo “Análise: Sea of Solitude”

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Análise: Lethal League Blaze

Uma competição perigosa em que os combatentes tentam acertar uma bola antigravidade nos oponentes foi proibida na cidade futurista de Shine City, mas as partidas continuam acontecendo de forma clandestina. Essa é a premissa de Lethal League Blaze, título cujo conceito mescla luta e algo parecido com baseball de forma muito divertida. O jogo, que tem como foco multiplayer, conquista a atenção com partidas rápidas, várias camadas de complexidade e uma atmosfera urbana envolvente. Blaze é uma continuação de Lethal League e apresenta ajustes na jogabilidade e mais conteúdo. Continue Lendo “Análise: Lethal League Blaze”

Análise: Blazing Chrome

Em Blazing Chrome, sistemas de inteligência artificial e máquinas dominaram o mundo, e os poucos humanos restantes são caçados constantemente. Na pele de um membro da resistência humana, o objetivo é acabar com os robôs em uma aventura de tiro e plataforma muito intensa e de dificuldade acentuada. Inspirado em clássicos como Contra e Metal Slug, o jogo do estúdio brasileiro JoyMasher (de Oniken e Odallus) acerta ao oferecer uma experiência empolgante e variada. Continue Lendo “Análise: Blazing Chrome”

Análise: Skelly Selest

Explore o submundo e cace demônios em Skelly Selest, um título de tiro e hack ‘n’ slashfrenético. O jogo, que tem conceito principal extremamente simples e bem pensado, oferece partidas variadas e dificuldade acentuada. Muitos modos, partidas curtas, ambientação única e retrô por meio de visual em pixel art e música no estilo chiptune tornam a experiência viciante. Continue Lendo “Análise: Skelly Selest”

Análise: Sekiro: Shadows Die Twice

Sekiro: Shadows Die Twice é brutal: basta um pequeno deslize para morrer. A origem da derrota é não entender detalhes dos movimentos dos inimigos ou então não ter técnica suficiente durante o combate. É um pouco frustrante, mas com insistência os desafios são superados e uma sensação de triunfo e êxtase aparecem — até surgir o próximo ponto complicado. O novo título da produtora nipônica From Software (de Dark Souls e Bloodborne) usa o passado como inspiração em conjunto com ideias criativas, o que resulta em uma jornada simultaneamente impiedosa e deslumbrante. Continue Lendo “Análise: Sekiro: Shadows Die Twice”

Análise: Assault Android Cactus+

Muitos inimigos e destruição por todo lado permeiam os estágios de Assault Android Cactus+, título de tiro e ação do gênero twin stick. Conceitos simples muito bem aplicados e uma boa variedade de estilos de jogo são os seus destaques, sendo que a experiência oferece opções tanto para os jogadores casuais quanto para os mais dedicados. Lançado anteriormente para outros consoles, Assault Android Cactus chega ao Switch em uma versão com novidades. Continue Lendo “Análise: Assault Android Cactus+”

Análise: Unruly Heroes

Unruly Heroes chama a atenção com seu belíssimo visual desenhado à mão e atmosfera fantástica. O jogo de ação e plataforma 2D, que foi produzido por veteranos da Ubisoft que trabalharam em Rayman Legends, se inspira no romance chinês “Jornada para o Oeste” para criar uma jornada exótica e colorida. Uma grande diversidade de desafios é o maior destaque do título. Continue Lendo “Análise: Unruly Heroes”

Análise: Wargroove

Uma rainha em fuga é a protagonista de Wargroove, título de estratégia por turnos da Chucklefish Games. Por trás do visual vibrante e atmosfera leve, há um sistema elaborado que permite muitas possibilidades de táticas. O resultado é uma experiência muito recompensadora, com ideias criativas exploradas por vários modos de jogo. Claramente inspirado na série Advance Wars, o título expande ideias do gênero e consegue ter identidade própria. Continue Lendo “Análise: Wargroove”

Análise: Tales of Vesperia: Definitive Edition

Tales of Vesperia é considerado um dos melhores (se não o melhor) título da franquia de JRPGs por ter personagens carismáticos, um visual belo e por apresentar melhorias nos sistemas clássicos da série. Lançado originalmente para Xbox 360, o jogo recebeu uma edição melhorada para PlayStation 3, porém essa última nunca saiu do Japão, mesmo com os apelos dos fãs. Isso mudou agora com Tales of Vesperia: Definitive Edition, remasterização da versão mais completa do título, que traz todo o conteúdo do JRPG de PS3 com melhorias técnicas e outras poucas novidades. O jogo chega ao Switch e é uma ótima oportunidade para conferir esse episódio emblemático da franquia. Continue Lendo “Análise: Tales of Vesperia: Definitive Edition”

Meus jogos favoritos de 2018

Meu 2018 foi frenético: conferi mais de 40 títulos nesse último ano. A maioria deles foram jogos indies e conheci muita coisa interessante, como a inusitada aventura minimalista Minit, a mistura de corrida e beat’em up Speed Brawl e a vida dupla de explorador e mercador em Moonlighter. Infelizmente acabei não experimentando jogos grandes que eu tinha interesse, como God of War e Octopath Traveler, no entanto consegui jogar algumas poucas coisas pendentes de 2017, como o excelente NieR:Automata. Continue Lendo “Meus jogos favoritos de 2018”