Análise: Souldiers

Souldiers faz uma ode às aventuras da era 16-bits ao mesmo tempo em que explora conceitos modernos. Produzido pelo estúdio espanhol Retro Forge, o jogo mescla plataforma 2D, combate brutal inspirado em soulslikes, pitadas de metroidvania e belo visual em pixel art para criar uma jornada elaborada. A ideia principal funciona, mesmo não sendo muito original, e as mecânicas principais são competentes, no entanto problemas notáveis de ritmo e um nível de desafio bastante irregular diminuem o brilho deste título indie. Continue Lendo “Análise: Souldiers”

Análise: The Gunk

Um planeta tomado por uma estranha gosma é o cenário de The Gunk. No controle de uma garota equipada com uma manopla mecânica, exploramos localidades deslumbrantes em uma aventura de ação e plataforma bem tradicional. O primeiro trabalho 3D do estúdio sueco Image & Form, que é conhecido pela série SteamWorld, tem ambientação e visuais notáveis, mas decepciona pela sua interpretação rasa de conceitos consagrados. Continue Lendo “Análise: The Gunk”

Análise: TUNIC

TUNIC evoca clássicos de aventura com o seu mundo intrincado e repleto de segredos. Na superfície, este título indie parece mais um simples misto de ação e exploração. No entanto, ele nos instiga com informações crípticas e inúmeros quebra-cabeças complexos — experimentação e comunicação com outros jogadores se mostra essencial para avançar. O resultado é uma experiência sem igual repleta de momentos deslumbrantes, mas também com parcelas de frustração. Continue Lendo “Análise: TUNIC”

Análise: Nobody Saves the World

O mundo de Nobody Saves the World foi tomado por uma força corrompida e o único que pode resolver a bagunça é um Zé-ninguém sem nome que, por acaso, encontra uma varinha mágica que lhe permite assumir diferentes formas. O novo jogo da produtora indie Drinkbox (de Guacamelee!) é um RPG de ação acessível e colorido que tem como maior destaque a customização: é possível misturar habilidades e ataques das transformações. Suas ideias não são muito originais, mas o andamento ágil, o mapa vasto e o combate empolgante tornam a experiência bem agradável. Continue Lendo “Análise: Nobody Saves the World”

Análise: Tales of Arise

Tales of Arise, o mais novo episódio da série de JRPG, veio com a intenção de revitalizar e expandir a franquia, que ainda é considerada como de nicho. Para isso, o título conta com visual estonteante e um combate em tempo real frenético e divertido, além de várias outras mudanças e novidades. Mas por trás das renovações dos gráficos e sistemas, é fácil perceber que este Tales ainda é bastante conservador e explora novamente vários conceitos tradicionais da franquia. Como resultado, temos uma aventura envolvente e bem acabada, porém um pouco familiar demais — para o bem e para o mal. Continue Lendo “Análise: Tales of Arise”

Análise: Death’s Door

Em Death’s Door, um corvo ceifador de almas sai em uma jornada por uma região perigosa depois que sua última missão é interrompida. O jogo se inspira em clássicos, como Zelda, para criar uma aventura com combates brutais, puzzles e inúmeros segredos, focando em desenvolver bem alguns poucos elementos. Além disso, seu universo sombrio cativa com personagens carismáticos, visual exuberante e ótima música. A mescla dessas qualidades resulta em uma experiência memorável e divertida. Continue Lendo “Análise: Death’s Door”

Análise: Scarlet Nexus

Em Scarlet Nexus, criaturas bizarras ameaçam o mundo e somente pessoas com poderes psíquicos são capazes de derrotá-las. No controle de dois diferentes heróis, participamos de combates em que elementos dos cenários podem ser lançados nos inimigos, resultando em embates ágeis e variados. O jogo utiliza conceitos de animes para criar um mundo único e com personagens carismáticos, e há vários sistemas de RPG para deixar a aventura mais elaborada. O título é ambicioso e tenta fazer muita coisa ao mesmo tempo, acertando principalmente na ação ágil, mas escorrega em sua narrativa e na superficialidade de certos aspectos. Continue Lendo “Análise: Scarlet Nexus”

Análise: Olija

Um náufrago preso em um estranho mundo é a premissa principal de Olija, jogo de ação e plataforma produzido pelo estúdio indie Skeleton Crew Studio. Claramente inspirado em clássicos como Out of This World (também conhecido como Another World), o título combina exploração, puzzles e narrativa cinematográfica para criar um universo instigante. Há boas ideias no decorrer da jornada, porém o subdesenvolvimento de vários aspectos impedem que o real potencial do jogo seja explorado. Continue Lendo “Análise: Olija”

Análise: Haven

O quão longe você iria para ficar com quem você gosta? Em Haven, dois jovens apaixonados fogem para outro planeta para ficarem juntos. Para sobreviver, eles vão precisar explorar, se apoiar um no outro e enfrentar aqueles que desejam separá-los. O jogo explora essa premissa em uma aventura que combina RPG, aventura e um pouco de sobrevivência, sempre prezando por sistemas descomplicados. Estas escolhas, em conjunto com uma ótima dupla de protagonistas, resulta em uma experiência envolvente e criativa. Continue Lendo “Análise: Haven”