Análise: Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revenge

Em Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revenge, as Tartarugas Ninja enfrentam novamente Destruidor e seus capangas em um beat ‘em up tradicional. O jogo resgata a ação descomplicada de clássicos dos personagens, como Turtles In Time, ao mesmo tempo que introduz algumas novidades. A ação ágil, o visual pixel art elaborado e o multiplayer para até seis participantes criam uma experiência arcade acessível e divertida. O título se inspira demais na nostalgia e ousa pouco, mas o resultado final é positivo. Continue Lendo “Análise: Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revenge”

Análise: Demon Slayer – Kimetsu no Yaiba – The Hinokami Chronicles

Como é de praxe, obras populares de diferentes mídias, em algum momento, acabam sendo adaptadas para jogos. Demon Slayer – Kimetsu no Yaiba – The Hinokami Chronicles transforma o universo de Koyoharu Gotouge em um título que traz a ação empolgante dos embates do anime. Além de visual excepcional, o jogo conta com um sistema de luta acessível e uma boa reprodução da trama. No entanto, a simplicidade das mecânicas e do conteúdo impedem que essa adaptação se destaque. Continue Lendo “Análise: Demon Slayer – Kimetsu no Yaiba – The Hinokami Chronicles”

Análise: OlliOlli World: VOID Raiders

OlliOlli World surpreendeu com sua boa mistura de skate e plataforma em uma sequência que tornou a série mais acessível sem deixar de lado o desafio característico. A aventura pela Radlândia agora continua em VOID Raiders, primeiro pacote de conteúdo por download. A expansão usa o espaço como tema e introduz mais situações surreais em estágios inéditos. O DLC tem conteúdo de qualidade, mas não conta com novidades notáveis em relação à campanha principal. Continue Lendo “Análise: OlliOlli World: VOID Raiders”

Análise: Souldiers

Souldiers faz uma ode às aventuras da era 16-bits ao mesmo tempo em que explora conceitos modernos. Produzido pelo estúdio espanhol Retro Forge, o jogo mescla plataforma 2D, combate brutal inspirado em soulslikes, pitadas de metroidvania e belo visual em pixel art para criar uma jornada elaborada. A ideia principal funciona, mesmo não sendo muito original, e as mecânicas principais são competentes, no entanto problemas notáveis de ritmo e um nível de desafio bastante irregular diminuem o brilho deste título indie. Continue Lendo “Análise: Souldiers”

Análise: Eiyuden Chronicle: Rising

Exploradores de todo canto desbravam ruínas em Eiyuden Chronicle: Rising. O RPG de ação envolve com seu belo visual que mistura cenários 3D e personagens 2D e algumas ideias notáveis. Além disso, há foco na velocidade em combates ágeis em que é possível alternar entre os heróis com o toque de um botão. Contudo, mesmo com tantas qualidades, a execução simplificada e subdesenvolvida de várias mecânicas atrapalha a experiência. Continue Lendo “Análise: Eiyuden Chronicle: Rising”

Análise: Young Souls

Uma dupla de gêmeos enfrenta goblins e outros perigos em Young Souls. Este título indie combina beat ‘em up e RPG em combates frenéticos e desafiadores. Produzido por dois desenvolvedores, o jogo empolga com sua ação ininterrupta e uma ambientação bem trabalhada, em especial o belo visual. No entanto, problemas de balanceamento, diversidade limitada e sistemas subutilizados impedem que o título alcance todo o seu potencial. Continue Lendo “Análise: Young Souls”

Análise: FAR: Changing Tides

Um garotinho controla, sozinho, um estranho barco e explora um vasto oceano em FAR: Changing Tides. No decorrer da jornada, aparecem complicações e obstáculos na forma de puzzles, mas, na maior parte do tempo, nada acontece — a intenção é justamente mergulhar na atmosfera bela e singular desse mundo desolado. O jogo é a continuação de FAR: Lone Sails e expande muitas das ideias do antecessor, porém momentos de marasmo e complicações desnecessárias atrapalham a experiência. Continue Lendo “Análise: FAR: Changing Tides”

Análise: OlliOlli World

OlliOlli World mistura plataforma e skate em uma aventura sem igual. Os comandos são bastante simples, mas não se deixe enganar: o desafio é crescente e com fortes elementos competitivos. Os títulos da franquia são conhecidos por exigir precisão brutal do jogador, e  World muda isso ao amenizar algumas regras e ao introduzir recursos de auxílio. O resultado é um jogo mais acessível, mas que ainda tem apelo para aqueles em busca de complexidade. Essas alterações, em conjunto com vasto conteúdo e uma nova direção de arte, tornam esta uma experiência estonteante. Continue Lendo “Análise: OlliOlli World”

Meus jogos favoritos de 2021

O ano de 2021 pareceu uma continuação de 2020 e, para mim, passou voando, pois muita coisa aconteceu. No mundo dos games, continuei buscando experimentar alguns títulos não muito usuais e poucos conhecidos, em especial produções indies. Agora, em retrospecto, eu percebo que começo a cair em alguns padrões (como roguelikes), mas, mesmo assim, tive a oportunidade de testar muitos jogos criativos. Continue Lendo “Meus jogos favoritos de 2021”

Análise: Shovel Knight Pocket Dungeon

Em Shovel Knight Pocket Dungeon, o cavaleiro da pá e seus amigos precisam enfrentar inúmeros perigos em um mundo paralelo para conseguir voltar para casa. O jogo usa personagens e conceitos da série de plataforma como inspiração para criar um puzzle de ação singular e ágil. As mecânicas simples de entender, em conjunto com heróis com habilidades distintas, itens especiais e diferentes modos, tornam a experiência empolgante e difícil de largar. Continue Lendo “Análise: Shovel Knight Pocket Dungeon”