Análise: Dandy Ace

Em Dandy Ace, um mágico precisa usar todos os seus truques para escapar de um palácio amaldiçoado. O maior destaque deste roguelike de ação é a grande variedade de feitiços, cujos efeitos podem ser combinados de maneiras criativas a qualquer momento. Produzido pelo estúdio brasileiro Mad Mimic (de No Heroes Here e Mônica e a Guarda dos Coelhos), o jogo empolga com seus combates intensos e atmosfera carismática, contando, inclusive, com dublagem em português. Alguns problemas comuns de roguelikes, como um pouco de repetição, atrapalham o andamento, mas a experiência, no geral, é bem divertida. Continue Lendo “Análise: Dandy Ace”

Análise: Loop Hero

Loop Hero tem um conceito bem inventivo. Neste título indie desenvolvido pelo estúdio russo Four Quarters, guiamos indiretamente um herói preso em um ciclo sem fim em um misto de RPG, roguelike e construtor de baralhos. O resultado é uma aventura estratégica única e repleta de possibilidades, que envolve também com sua atmosfera sombria e retrô. No entanto, o jogo é comprometido com mecânicas obscuras e uma grande necessidade de grind. Continue Lendo “Análise: Loop Hero”

Impressões: Fights in Tight Spaces

Fights in Tight Spaces combina construção de baralho, posicionamento e movimentos que lembram lutas coreografadas para criar uma experiência envolvente. O jogo utiliza aspectos consagrados de forma interessante em batalhas complexas em espaços apertados, e características de roguelike ajudam a trazer variedade às partidas. O título foi lançado no PC no formato Acesso Antecipado e já tem uma base sólida e divertida, porém muitos dos seus aspectos ainda precisam de ajustes. Continue Lendo “Impressões: Fights in Tight Spaces”

Análise: Curse of the Dead Gods

Em Curse of the Dead Gods, um aventureiro está preso em um estranho templo e para escapar ele precisará superar inúmeros desafios mortais. O jogo é um dungeon crawler focado em combate com várias mecânicas interessantes, como a inclusão gradual de maldições que deixam as jornadas mais desafiadoras. Elementos de roguelite trazem diversidade às partidas, assim como grande quantidade de equipamentos. Fora algumas pequenas limitações, o jogo é uma experiência sólida, brutal e viciante. Continue Lendo “Análise: Curse of the Dead Gods”

Análise: Metal Unit

Metal Unit resgata a ação pura e simples da era 16-bits focando em desafios de plataforma e combate. No controle de uma garota com armadura especial, usamos inúmeros equipamentos para criar muita destruição. O jogo utiliza conceitos básicos e consolidados e os combina com elementos de roguelite para oferecer uma jornada que sempre muda, de forma parecida a de outros indies. O resultado é bom, por mais que um pouco limitado e sem originalidade. Continue Lendo “Análise: Metal Unit”

Impressões: Banners of Ruin

Em Banners of Ruin, dois clãs rivais de animais se enfrentam em um RPG de construção de baralhos. O jogo é claramente inspirado em clássicos do gênero (como Slay the Spire), mas conta com vários conceitos interessantes, como grupos com diferentes classes e personagens que sobem de nível e se fortalecem. Lançado no PC em Acesso Antecipado, o título impressiona com boas mecânicas e visual elaborado, mas ainda peca com questões de balanceamento e variedade de conteúdo. Continue Lendo “Impressões: Banners of Ruin”

Análise: Crown Trick

Em Crown Trick, uma garota e uma coroa mágica precisam desbravar labirintos infestados de monstros e desafios em uma aventura inspirada na clássica série Mystery Dungeon. O andamento é por turnos, mas suas elaboradas mecânicas de combate e boa diversidade de habilidades oferecem muitas opções na hora de enfrentar inimigos. Essas características, em conjunto com o visual interessante e elementos de roguelike, resultam em uma aventura envolvente, por mais que às vezes um pouco desbalanceada. Continue Lendo “Análise: Crown Trick”

Análise: Ring of Pain

Ring of Pain pega alguns dos conceitos muito utilizados ultimamente em títulos indie, como aspectos de roguelike e cartas, e os aplica em um dungeon crawler intrigante. As mecânicas principais são simples e ágeis, mas é necessário aprender suas várias nuances para sobreviver. Uma atmosfera tensa, repleta de elementos desconcertantes e vagos, em conjunto com a dificuldade alta (mas recompensadora), resultam em uma experiência estranhamente envolvente. Continue Lendo “Análise: Ring of Pain”

Análise: Against The Moon

Against The Moon mescla elementos de estratégia, tabuleiro e montagem de baralhos para criar um jogo por turnos único. As batalhas são repletas de situações complicadas e, para vencer, precisamos usar com cuidado os poucos recursos disponíveis — às vezes até mesmo somos forçados a sacrificar unidades para receber menos dano. As mecânicas são bem interessantes, porém problemas de balanceamento e quantidade reduzida de conteúdo impedem que o título se destaque. Continue Lendo “Análise: Against The Moon”

Análise: Star Renegades

Em Star Renegades, um exército espalha o caos e terror pela galáxia, e somente um grupo de guerreiros é capaz de enfrentar essa ameaça em um conflito que se espalha por diferentes dimensões. Combinando conceitos consagrados de RPG com a estrutura de roguelike, este título indie me conquistou com seu combate por turnos altamente estratégico e ótima ambientação com visual pixel art. O jogo ficou devendo um pouco em alguns aspectos, como os momentos de exploração, mas, mesmo assim, seus sistemas me envolveram e tentei inúmeras vezes derrotar o Imperium e sua agenda de caos. Continue Lendo “Análise: Star Renegades”