Análise: Shantae and the Seven Sirens

Os jogos da série Shantae, que são criação do estúdio indie WayForward, se apoiam em um mundo colorido, personagens carismáticos e mecânicas de plataforma ágeis. Shantae and the Seven Sirens, o quinto título da franquia, resgata essas características em uma aventura com um grande mundo interconectado para explorar, atmosfera alegre e ação acelerada. Mesmo com novidades, o título apresenta estrutura conservadora e linear, mas não deixa de ser divertido. Continue Lendo “Análise: Shantae and the Seven Sirens”

Análise: Lonely Mountains: Downhill

Um ciclista explorando trilhas em montanhas é o foco de Lonely Mountains: Downhill, título indie de corrida com pegada arcade. Um visual minimalista e comandos simples sugerem partidas relaxantes, no entanto o jogo conta com ação veloz e alto desafio que exigem muita destreza. Muitas pistas repletas de rotas alternativas complicadas e grande quantidade de conteúdo tornam a experiência viciante e a diversão é justamente explorar as várias possibilidades. Continue Lendo “Análise: Lonely Mountains: Downhill”

Análise: Void Bastards

Void Bastards pode parecer mais um jogo de tiro em primeira pessoa qualquer, no entanto aspectos de estratégia, furtividade e gerenciamento de recursos transformam a experiência em algo ímpar. Produzido por membros da equipe do FPS Bioshock, esse título indie usa elementos de roguelite para oferece uma aventura variada e tensa por uma nebulosa repleta de complicações que exigem criatividade e pensamento rápido para serem superadas. Uma ambientação incrível inspirada em histórias em quadrinhos, humor ácido e dificuldade acentuada são alguns dos vários atrativos do jogo. Continue Lendo “Análise: Void Bastards”

Análise: Kingdom Two Crowns

Kingdom é um título indie de estratégia que nos convida a administrar e expandir um reino por meio de mecânicas simples, mas com campanha de alto desafio. Kingdom Two Crowns é o terceiro capítulo da franquia e inclui várias novidades, como aventuras mais elaboradas, mecânicas inéditas e modo cooperativo para dois monarcas. Além disso, o jogo conta com campanhas temáticas com conteúdo único, sendo uma delas inspirada em Bloodstained: Ritual of the Night. O resultado é uma experiência mais completa que mantém a essência minimalista do original ao mesmo tempo em que explora ideias interessantes. Continue Lendo “Análise: Kingdom Two Crowns”

Análise: Moving Out

Nos últimos anos, alguns títulos indie têm transformado tarefas mundanas, como cozinhar ou reformar apartamentos, em frenéticas experiências multiplayer. Esse universo se expande com Moving Out, um colorido “simulador de mudança” repleto de situações absurdas. No jogo, o objetivo é coordenar ações com amigos para carregar mobília no menor tempo possível. Mecânicas simples de entender e algumas boas pitadas de caos são os ingredientes desse divertido party game focado no multiplayer local. Continue Lendo “Análise: Moving Out”

Análise: Streets of Rage 4

A série Streets of Rage, que nasceu no Mega Drive, tem como protagonistas um grupo de ex-policiais que decidiu enfrentar com as próprias mãos o Sindicato, uma organização criminosa que controlava toda Wood Oak City. Foram produzidos três jogos nessa franquia de beat’em ups, que é lembrada pela sua jogabilidade ágil, ambientação elaborada e trilha sonora marcante. Agora, após 26 anos de hiato, a série recebeu um novo capítulo. Streets of Rage 4 resgata as principais características da franquia e introduz novidades em um jogo visualmente impressionante. O resultado é uma experiência moderna e empolgante que não deixa de lado as raízes nostálgicas. Continue Lendo “Análise: Streets of Rage 4”

Meus jogos favoritos de 2019

Meu 2019 foi bem interessante e recheado de jogos. Sempre fui entusiasta de indies, logo boa parte dos mais de 60 títulos que tive a oportunidade de experimentar foram produzidos por equipes independentes. No entanto, felizmente, também consegui jogar algumas produções maiores, assim como alguns títulos de 2018 que eu tinha interesse (como God of War e Octopath Traveler).
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Análise: Jamestown+

Uma Marte colonizada pelo império britânico é o cenário de Jamestown+, um jogo do gênero shoot ‘em up de progressão vertical. O título não esconde sua inspiração nos clássicos com visual em pixel art e ação descompromissada, no entanto ele apresenta mecânicas e conceitos próprios que o torna bem interessante e acessível. O plus no nome indica uma versão melhorada em relação ao original na forma de mais conteúdo e ajustes.
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Análise: Romancing SaGa 3

Romancing SaGa 3 é um RPG lançado originalmente para SNES em 1995 no Japão. Assim como outros jogos da franquia, o título se destaca com muitos elementos experimentais e nada usuais, ainda mais quando levamos em conta a época do lançamento original. Agora, pela primeira vez, o jogo chega ao Ocidente de forma oficial em uma versão remasterizada e com alguns extras, sendo uma ótima oportunidade para experimentar um dos melhores títulos da exótica série de JRPGs.

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Análise: Sparklite

Sparklite é um jogo de ação e aventura que se passa em um planeta cuja topografia se altera constantemente. O título se inspira em vários clássicos, como The Legend of Zelda, e adiciona algumas ideias em voga, como características de roguelike. O visual caprichado, uma atmosfera charmosa e boas ideias chamam a atenção em um primeiro momento, mas aos poucos a experiência se revela desinteressante por causa da execução rasa de várias mecânicas e conceitos. Continue Lendo “Análise: Sparklite”