Análise: The Gunk

Um planeta tomado por uma estranha gosma é o cenário de The Gunk. No controle de uma garota equipada com uma manopla mecânica, exploramos localidades deslumbrantes em uma aventura de ação e plataforma bem tradicional. O primeiro trabalho 3D do estúdio sueco Image & Form, que é conhecido pela série SteamWorld, tem ambientação e visuais notáveis, mas decepciona pela sua interpretação rasa de conceitos consagrados. Continue Lendo “Análise: The Gunk”

Análise: Eiyuden Chronicle: Rising

Exploradores de todo canto desbravam ruínas em Eiyuden Chronicle: Rising. O RPG de ação envolve com seu belo visual que mistura cenários 3D e personagens 2D e algumas ideias notáveis. Além disso, há foco na velocidade em combates ágeis em que é possível alternar entre os heróis com o toque de um botão. Contudo, mesmo com tantas qualidades, a execução simplificada e subdesenvolvida de várias mecânicas atrapalha a experiência. Continue Lendo “Análise: Eiyuden Chronicle: Rising”

Análise: Loot River

Loot River aposta em um conceito único: para avançar por masmorras alagadas, usamos blocos flutuantes para deslizar pela água. O jogo se autodenomina uma mistura entre Dark Souls e Tetris, e essa é uma boa maneira de descrevê-lo, por mais que não seja completamente precisa. Por trás da ideia singular, temos uma aventura de ação de dificuldade brutal e algumas boas ideias, mas problemas na execução comprometem a experiência. Continue Lendo “Análise: Loot River”

Análise: Anuchard

Anuchard parece ter vindo direto da década de 90 com seu colorido visual em pixel art e ideias principais descomplicadas. Na pele de uma jovem armada com um sino, exploramos calabouços e resolvemos puzzles em uma simpática aventura de ação com toques de RPG. A atmosfera retrô, um mundo pitoresco e mecânicas simples são os principais atrativos do título, no entanto a simplicidade geral incomoda a ponto de comprometer a experiência. Continue Lendo “Análise: Anuchard”

Análise: TUNIC

TUNIC evoca clássicos de aventura com o seu mundo intrincado e repleto de segredos. Na superfície, este título indie parece mais um simples misto de ação e exploração. No entanto, ele nos instiga com informações crípticas e inúmeros quebra-cabeças complexos — experimentação e comunicação com outros jogadores se mostra essencial para avançar. O resultado é uma experiência sem igual repleta de momentos deslumbrantes, mas também com parcelas de frustração. Continue Lendo “Análise: TUNIC”

Análise: FAR: Changing Tides

Um garotinho controla, sozinho, um estranho barco e explora um vasto oceano em FAR: Changing Tides. No decorrer da jornada, aparecem complicações e obstáculos na forma de puzzles, mas, na maior parte do tempo, nada acontece — a intenção é justamente mergulhar na atmosfera bela e singular desse mundo desolado. O jogo é a continuação de FAR: Lone Sails e expande muitas das ideias do antecessor, porém momentos de marasmo e complicações desnecessárias atrapalham a experiência. Continue Lendo “Análise: FAR: Changing Tides”

Análise: OlliOlli World

OlliOlli World mistura plataforma e skate em uma aventura sem igual. Os comandos são bastante simples, mas não se deixe enganar: o desafio é crescente e com fortes elementos competitivos. Os títulos da franquia são conhecidos por exigir precisão brutal do jogador, e  World muda isso ao amenizar algumas regras e ao introduzir recursos de auxílio. O resultado é um jogo mais acessível, mas que ainda tem apelo para aqueles em busca de complexidade. Essas alterações, em conjunto com vasto conteúdo e uma nova direção de arte, tornam esta uma experiência estonteante. Continue Lendo “Análise: OlliOlli World”

Análise: Nobody Saves the World

O mundo de Nobody Saves the World foi tomado por uma força corrompida e o único que pode resolver a bagunça é um Zé-ninguém sem nome que, por acaso, encontra uma varinha mágica que lhe permite assumir diferentes formas. O novo jogo da produtora indie Drinkbox (de Guacamelee!) é um RPG de ação acessível e colorido que tem como maior destaque a customização: é possível misturar habilidades e ataques das transformações. Suas ideias não são muito originais, mas o andamento ágil, o mapa vasto e o combate empolgante tornam a experiência bem agradável. Continue Lendo “Análise: Nobody Saves the World”

Meus jogos favoritos de 2021

O ano de 2021 pareceu uma continuação de 2020 e, para mim, passou voando, pois muita coisa aconteceu. No mundo dos games, continuei buscando experimentar alguns títulos não muito usuais e poucos conhecidos, em especial produções indies. Agora, em retrospecto, eu percebo que começo a cair em alguns padrões (como roguelikes), mas, mesmo assim, tive a oportunidade de testar muitos jogos criativos. Continue Lendo “Meus jogos favoritos de 2021”

Análise: Ruined King: A League of Legends Story

Em Ruined King, diferentes campeões de Runeterra se unem para enfrentar uma ameaça nefasta. O jogo usa o universo de League of Legends como inspiração para criar um RPG tradicional com ideias interessantes, como um notável sistema de combate por turnos. Além disso, há um cuidado especial na apresentação e construção do mundo, o que é capaz de agradar até mesmo quem nunca experimentou o MOBA. Continue Lendo “Análise: Ruined King: A League of Legends Story”