Análise: Dillon’s Dead-Heat Breakers (3DS)

A série de jogos do tatu durão Dillon oferece um misto de ação e tower defense, sendo a dificuldade intensa uma das características marcantes. Dillon’s Dead-Heat Breakers, terceira aventura do personagem para o 3DS, traz mais polimento e uma mudança significativa na temática — um mundo pós-apocalíptico no lugar do Velho Oeste americano. Várias novidades resultam em uma experiência mais acessível, variada e divertida. Continue Lendo “Análise: Dillon’s Dead-Heat Breakers (3DS)”

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Resenha: Tirza, de Arnon Grunberg

“A mesa já estava posta para dois. Ele a arrumava bem antes de o jantar estar pronto. Às vezes começava a fazer isso assim que chegava do trabalho. Porque mal podia esperar que ele e Tirza se sentassem a mesa, porque aquele momento restituía o equilíbrio que sempre ameaçava se perder. Tirza e ele, à mesa, jantando. O simulacro de uma família e, mais que isso, um pacto. Um pacto sagrado.”  (Pág. 34)

Tirza, do holandês Arnon Grunberg, é um livro desconcertante e interessantíssimo ao mesmo tempo. A premissa é bem simples: um homem tem uma vida perfeita, mas o que existe por trás dessa fachada? Um protagonista desagradável, fatos inquietantes e uma narrativa bem amarrada me prenderam e me intrigaram durante toda a leitura. Continue Lendo “Resenha: Tirza, de Arnon Grunberg”

Análise: Moonlighter (Multi)

Como será a jornada de alguém que é proprietário de uma loja e ainda precisa ele próprio procurar por mercadorias em calabouços? A resposta está em Moonlighter, título indie de ação e aventura. Nele, controlamos um jovem chamado Will, que tem como desafio balancear o trabalho em sua loja e a exploração de ruínas misteriosas. Com toques de administração e roguelike, o jogo conquista com uma aventura charmosa e viciante. Continue Lendo “Análise: Moonlighter (Multi)”

Análise: Battle Chasers: Nightwar (Multi)

Battle Chasers: Nightwar mostra suas intenções logo nas primeiras horas: resgatar as principais características de RPGs japoneses. O jogo não só faz isso, como também explora várias outras possibilidades, atualizando vários conceitos clássicos. Isso, combinado com uma ótima direção de arte, bom uso de mecânicas consagradas e um combate estratégico, resulta em uma experiência imersiva.  Continue Lendo “Análise: Battle Chasers: Nightwar (Multi)”

Análise: Wizard of Legend (Multi)

Para ser reconhecido como um mago lendário, um feiticeiro precisa vencer uma intensa competição. Essa é a premissa de Wizard of Legend, título independente de ação e dungeon crawling lançado para PCs e consoles. O foco das mecânicas é a velocidade: o herói é veloz e tem à disposição magias que podem ser utilizadas em sequências poderosas. O resultado é uma aventura frenética, variada e muito divertida.
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Resenha: Os Braceletes da Perdição (Mistborn: Segunda Era #3), de Brandon Sanderson

“— As pessoas são como cordões, Steris — disse Wax. — Nós saímos deslizando, para um lado e para outro, sempre procurando algo novo. Faz parte da natureza humana descobrir o que está escondido. Há tanto que podemos fazer, tantos lugares aonde podemos ir. — Ele se ajeitou no assento, mudando o centro de gravidade, o que fez a esfera girar para cima. — Mas se não há limites, ficamos enrolados — disse ele. — Imagine mil desses cordões disparando pela sala. A lei está aí para nos impedir de barrar a capacidade de explorar de todos os outros. Sem lei não há liberdade. Por isso sou o que sou.
— E a caçada? — perguntou Steris, verdadeiramente curiosa. — Isso não lhe interessa?
— Claro que sim — disse Wax, sorrindo. — Isso é parte da descoberta, parte da procura. Descobrir quem fez. Descobrir os segredos, as respostas.
Havia, claro, outra parte, a parte que Miles forçara Wax a admitir. Havia certa raiva perversa dirigida aos que violavam a lei, quase uma inveja. Como essas pessoas ousavam escapar? Como ousavam ir aos lugares aonde ninguém mais podia ir?”

Eletrizante é uma palavra que eu usaria para resumir Os Braceletes da Perdição, o terceiro livro de Mistborn: Segunda Era. O autor Brandon Sanderson apostou em uma aventura repleta de ação e reviravoltas, sem deixar de desenvolver os personagens e o universo. O andamento excelente me prendeu de uma maneira impressionante, devorei rapidamente o livro — e já quero mais. Continue Lendo “Resenha: Os Braceletes da Perdição (Mistborn: Segunda Era #3), de Brandon Sanderson”

Análise: Juicy Realm (PC)

Em Juicy Realm, as regras da natureza mudaram: as plantas evoluíram e agora se alimentam de humanos. Para ter uma chance de sobreviver, a humanidade decide atacar o reino das plantas a fim de acabar com essa ameaça. Essa é a premissa bizarra deste jogo que mescla tiro e roguelike em uma aventura visualmente convidativa. Produzido por uma dupla de chineses, o título já está disponível no PC e também chegará aos consoles. Continue Lendo “Análise: Juicy Realm (PC)”

Análise: Dragon’s Crown Pro (PS4)

Dragon’s Crown Pro chama a atenção com seu elaborado visual com ilustrações desenhadas à mão, como é de costume da produtora nipônica Vanillaware. O jogo resgata o tradicional gênero beat ‘em up e adiciona camadas de complexidade com características de RPG. O resultado é uma experiência que oferece mais profundidade do que aparenta, em uma aventura frenética por um mundo de fantasia. Lançado anteriormente para PlayStation 3 e PS Vita, Dragon’s Crown chega agora ao PlayStation 4 em uma adaptação com poucos ajustes. Continue Lendo “Análise: Dragon’s Crown Pro (PS4)”

Do Japão: Front Mission: Gun Hazard (SNES)

Front Mission, série de RPG estratégico com grandes robôs, nasceu no SNES como boa parte das franquias que conhecemos atualmente. Infelizmente as versões de SNES não foram lançadas no Ocidente, como vários outros RPGs da Squaresoft. O videogame de 16 bits da Nintendo recebeu dois jogos da franquia, sendo Front Mission: Gun Hazard um spin-off de plataforma 2D que utilizou de maneira interessante as características-chave da série. Continue Lendo “Do Japão: Front Mission: Gun Hazard (SNES)”

Nos Ouvidos #15: Kimbra — Top of the World

Conheci Kimbra por meio do excelente clipe da música Settle Down que é uma das minhas músicas favoritas até hoje. Continuei acompanhando o trabalho da cantora e compositora neozelandesa, e em abril de 2018 ela lançou um novo álbum intitulado Primal Heart.

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