Análise: Vignettes

Sabe quando você olha para um objeto de um ângulo específico e ele parece outra coisa completamente diferente? Esse conceito é a base de Vignettes, um curioso título indie focado em manipulação de objetos. Com jogabilidade que remete a brinquedos abstratos, o título incentiva a experimentação e imaginação em uma experiência única e inventiva. Continue Lendo “Análise: Vignettes”

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Resenha: Matéria escura, de Blake Crouch

“Não há avisos quando tudo está prestes a mudar, a ser tomado de você. Nenhum alerta de proximidade, nenhuma placa indicando a beira do precipício. E talvez seja isso o que torna a tragédia tão trágica. Não é apenas o que acontece, mas como acontece: um soco que vem do nada, quando você menos espera. Não dá tempo de se esquivar ou se proteger.”

Múltiplos universos é um assunto que me fascina (e me assusta), pois fico imaginando as várias possibilidades da possível existência desse conceito. Matéria escura, romance de Blake Crouch, explora a premissa de multiversos em uma história bem pensada e de ritmo acelerado. Reviravoltas surpreendentes e um texto ágil me conquistaram, foi um livro que li em um curto espaço de tempo.

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Análise: Assault Android Cactus+

Muitos inimigos e destruição por todo lado permeiam os estágios de Assault Android Cactus+, título de tiro e ação do gênero twin stick. Conceitos simples muito bem aplicados e uma boa variedade de estilos de jogo são os seus destaques, sendo que a experiência oferece opções tanto para os jogadores casuais quanto para os mais dedicados. Lançado anteriormente para outros consoles, Assault Android Cactus chega ao Switch em uma versão com novidades. Continue Lendo “Análise: Assault Android Cactus+”

Análise: BATTLLOON

De vez em quando queremos um jogo simples e descompromissado para curtir com os amigos. BATTLLOON, um indie com multiplayer para até quatro participantes, é mais um desses títulos. O conceito principal e os comandos são bem fáceis de entender, e o visual colorido é  convidativo, resultando em uma atmosfera divertida. A base do jogo é bem criativa, no entanto ele sofre por não desenvolver direito suas mecânicas. Continue Lendo “Análise: BATTLLOON”

Análise: Ape Out

Ape Out é um título de ação que chama a atenção com um visual estilizado marcante e uma abordagem diferenciada em relação à trilha sonora. Controlando um gorila, precisamos escapar de cativeiros infestados de inimigos, e para alcançar a liberdade a violência é a única solução — por onde passa, o símio deixa um rastro de destruição e sangue. Muitos momentos intensos, confrontos empolgantes e muito jazz permeiam a experiência de jogar Ape Out. Continue Lendo “Análise: Ape Out”

Resenha: S., de J.J. Abrams e Doug Dorst

“— É exatamente para isso que servem as fogueiras — diz. — Para partilhar histórias. Há uma ligação espiritual entre a chama e a narrativa.
S. concorda. Ele compreende intuitivamente a proposição de Stenfalk; criamos histórias que nos ajudam a moldar um mundo caótico, avançar em meio às desigualdades de poder, aceitar nossa falta de controle sobre a natureza, os outros, nós mesmos. Mas o que você faz quando não tem as próprias histórias?” (Pág. 146)

S. me intrigou desde a primeira vez que soube de sua existência. O livro, que é fruto de uma parceria entre o produtor J. J. Abrams (conhecido principalmente pela série Lost) e o romancista Doug Dorst, não é nada usual, pois apresenta histórias dentro de histórias, com enigmas e várias camadas. Além disso, o volume é muito bem produzido com notas escritas à mão nas margens e itens inseridos nas páginas, como postais, cartas e fotos. Depois de anos na minha estante, finalmente decidi encarar S. e gostei bastante da experiência. Continue Lendo “Resenha: S., de J.J. Abrams e Doug Dorst”

Análise: The Textorcist: The Story of Ray Bibbia

The Textorcist: The Story of Ray Bibbia é um jogo indie que combina dois conceitos conflitantes. Na pele de um exorcista, precisamos digitar palavras cuidadosamente ao mesmo tempo que escapamos de inúmeros projéteis de organização complicada no estilo chuva de balas (ou bullet hell). Parece complicado (e de fato é), no entanto a ideia funciona, resultando em uma experiência única e de dificuldade intensa. Continue Lendo “Análise: The Textorcist: The Story of Ray Bibbia”

Análise: Euclidean Skies

Pegue um Cubo Mágico, adicione aspectos estratégicos e estruturas elaboradas e pronto, você tem Euclidean Skies. O jogo utiliza conceitos muito simples para montar um puzzle variado, complexo e muito criativo. Lançado anteriormente para iOS, o título, que é o segundo de uma série, chega ao PC com conteúdo inédito. Continue Lendo “Análise: Euclidean Skies”

Nos ouvidos #20: Viratempo — Se Eu Soubesse

 

A banda paulista Viratempo me conquistou com seu som que remete à década de 1980 com sintetizadores e guitarras. A música do grupo tem uma pegada meio indie dreampop com composições de atmosfera etérea e misteriosa, sem deixar de contar com melodias marcantes ou dançantes.

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Análise: Unruly Heroes

Unruly Heroes chama a atenção com seu belíssimo visual desenhado à mão e atmosfera fantástica. O jogo de ação e plataforma 2D, que foi produzido por veteranos da Ubisoft que trabalharam em Rayman Legends, se inspira no romance chinês “Jornada para o Oeste” para criar uma jornada exótica e colorida. Uma grande diversidade de desafios é o maior destaque do título. Continue Lendo “Análise: Unruly Heroes”