Análise: The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel (PC)

Nos últimos anos, vários RPGs japoneses finalmente foram lançados para PC, que era uma plataforma conhecida por nunca receber esses títulos. A desenvolvedora nipônica Nihon Falcom, conhecida principalmente pela série Ys, tem portado seus jogos para computadores e a recepção tem sido boa. The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel é a adaptação mais recente da companhia a chegar ao PC. O RPG tinha sido lançado anteriormente para PlayStation 3 e PS Vita e tem como novidades melhorias gráficas, mais diálogos dublados e um recurso que permite acelerar a ação. Continue Lendo “Análise: The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel (PC)”

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Análise: Fidel Dungeon Rescue (PC)

Uma aranha aparece de um alçapão e rapta uma gentil senhora, e seu simpático cãozinho é o único capaz de salvá-la. Essa é a premissa de Fidel Dungeon Rescue, um inusitado puzzle para PC. O visual cartunesco pode indicar uma aventura relaxante, mas a verdade é outra: este jogo, que tem também características de roguelike e RPG, é bem difícil e exige muita atenção. Com partidas rápidas e mecânicas-base simples, é uma experiência divertida e frustrante ao mesmo tempo. Continue Lendo “Análise: Fidel Dungeon Rescue (PC)”

Análise: Crawl (Multi)

Em uma primeira olhada, Crawl parece um dungeon crawler de ação qualquer. Contudo, uma característica faz esse jogo indie ser bem único: os monstros e armadilhas são controlados por outros jogadores. O resultado é uma experiência caótica e divertida, capaz de por amizades à prova. O título foi lançado para PC, PlayStation 4 e Xbox One, e é mais um daqueles jogos que contam somente com multiplayer local. Continue Lendo “Análise: Crawl (Multi)”

Análise: Pharaoh Rebirth+ (PC)

Em uma primeira olhada, Pharaoh Rebirth+ parece um jogo de SNES por conta de seus gráficos em pixel art e mecânicas de plataforma 2D. E, de fato, o título independente lançado para PC resgata características da era 16-bits, contando também com um pouquinho de metroidvania. O jogo cativa principalmente por meio da interpretação única das localidades do Egito, muito humor e estágios interessantes. Continue Lendo “Análise: Pharaoh Rebirth+ (PC)”

Análise: Darkest Dungeon: The Crimson Court (Multi)

Darkest Dungeon é um misto de RPG e dungeon crawler com grande foco na sanidade mental dos heróis: depois de verem tantos horrores, o estresse toma conta deles e tudo pode acontecer. O jogo é uma experiência tensa e bem única, e está disponível para PC, PlayStation 4 e PS Vita.

Agora, a desenvolvedora Red Hook lançou uma expansão para o título, de nome The Crimson Court. O foco do DLC é uma nova área repleta de criaturas loucas por sangue, em uma espécie de interpretação macabra de vampirismo. Além da inclusão de conteúdo inédito, a expansão introduz também mecânicas que alteram significativamente o jogo. O resultado é uma experiência diferenciada, sem deixar de lado a premissa original da tensão constante. Continue Lendo “Análise: Darkest Dungeon: The Crimson Court (Multi)”

Análise: Monolith (PC)

Monolith é um título independente para PC que combina inúmeros conceitos: ele é, ao mesmo tempo, um dungeon crawler, um shoot ‘em up com toques de bullet hell e também um rogue-lite. Pode até parecer que é impossível montar um jogo coerente com gêneros tão diferentes, porém o resultado é uma experiência agradável e viciante, repleta de momentos intensos. Continue Lendo “Análise: Monolith (PC)”

Análise: TumbleSeed (Multi)

O conceito principal de TumbleSeed, título indie para PC, PlayStation 4 e Nintendo Switch, é bem inusitado. O objetivo é levar sementes para o topo de uma montanha, desviando de inúmeros obstáculos que aparecem pelo caminho. O diferencial é o sistema de controle que exige o uso das duas alavancas analógicas para equilibrar a semente. Não se deixe enganar pelos gráficos coloridos: o jogo é bem difícil e exige dedicação. Continue Lendo “Análise: TumbleSeed (Multi)”

Análise: Flinthook (Multi)

Flinthook, o novo título da produtora independente Tribute Games para PC, PlayStation 4 e Xbox One, em uma primeira olhada, pode se passar por um jogo da era 16 bits por conta do seu visual em pixel art e da sensação de aventura 2D arcade. Contudo, o título se destaca por conta de duas principais habilidades: o herói se movimenta pelos cenários com a ajuda de um gancho e consegue deixar a ação em câmera lenta. Isso, aliado a alta dificuldade e características do gênero roguelike, faz com que Flinthook seja uma experiência intensa e bem divertida.

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Meus 10 jogos favoritos de 2016

Em um primeiro momento, pensei que joguei muita coisa em 2016, afinal não faltaram lançamentos. Mas depois que parei para observar e montar uma lista, e, na verdade, experimentei poucos jogos. Percebi que essa sensação veio do fato de eu ter jogado títulos diferentes e repletos de ótimas experiências.

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Análise: Owlboy (PC)

Em uma primeira olhada, Owlboy parece um jogo vindo direto da década de 90 por conta de seu visual pixel art que remete aos grandes clássicos de SNES. Contudo, bastam alguns minutos para perceber que há muito mais do que nostalgia nesse título, principalmente no que diz respeito a suas mecânicas. O jogo chega ao PC após passar nove anos em desenvolvimento e oferece uma aventura cativante e divertida. Continue Lendo “Análise: Owlboy (PC)”