Análise: Orbital Bullet

Orbital Bullet é um título indie de ação 2D que chama a atenção com seu design de estágios peculiar: cada fase consiste em uma série de arenas no formato de anel. Combates intensos repletos de tiros, esquivas e perigos, em conjunto com elementos aleatórios, resultam em uma experiência ágil e competente. No entanto, o jogo logo cansa com sua falta de originalidade e constante sensação de repetição. Continue Lendo “Análise: Orbital Bullet”

Análise: Young Souls

Uma dupla de gêmeos enfrenta goblins e outros perigos em Young Souls. Este título indie combina beat ‘em up e RPG em combates frenéticos e desafiadores. Produzido por dois desenvolvedores, o jogo empolga com sua ação ininterrupta e uma ambientação bem trabalhada, em especial o belo visual. No entanto, problemas de balanceamento, diversidade limitada e sistemas subutilizados impedem que o título alcance todo o seu potencial. Continue Lendo “Análise: Young Souls”

Análise: TUNIC

TUNIC evoca clássicos de aventura com o seu mundo intrincado e repleto de segredos. Na superfície, este título indie parece mais um simples misto de ação e exploração. No entanto, ele nos instiga com informações crípticas e inúmeros quebra-cabeças complexos — experimentação e comunicação com outros jogadores se mostra essencial para avançar. O resultado é uma experiência sem igual repleta de momentos deslumbrantes, mas também com parcelas de frustração. Continue Lendo “Análise: TUNIC”

Análise: FAR: Changing Tides

Um garotinho controla, sozinho, um estranho barco e explora um vasto oceano em FAR: Changing Tides. No decorrer da jornada, aparecem complicações e obstáculos na forma de puzzles, mas, na maior parte do tempo, nada acontece — a intenção é justamente mergulhar na atmosfera bela e singular desse mundo desolado. O jogo é a continuação de FAR: Lone Sails e expande muitas das ideias do antecessor, porém momentos de marasmo e complicações desnecessárias atrapalham a experiência. Continue Lendo “Análise: FAR: Changing Tides”

Análise: Grapple Dog

Grapple Dog evoca os clássicos da era 16 bits em um título de plataforma agradável. O protagonista é um cachorro que, para superar os desafios, usa um gancho para se balançar e alcançar locais distantes. Esse conceito é explorado em estágios criativos e variados, que contam também com vários segredos a serem encontrados. Essas características, em conjunto com uma atmosfera leve e colorida, resultam em uma ótima aventura que só não é excepcional por causa de alguns problemas. Continue Lendo “Análise: Grapple Dog”

Análise: OlliOlli World

OlliOlli World mistura plataforma e skate em uma aventura sem igual. Os comandos são bastante simples, mas não se deixe enganar: o desafio é crescente e com fortes elementos competitivos. Os títulos da franquia são conhecidos por exigir precisão brutal do jogador, e  World muda isso ao amenizar algumas regras e ao introduzir recursos de auxílio. O resultado é um jogo mais acessível, mas que ainda tem apelo para aqueles em busca de complexidade. Essas alterações, em conjunto com vasto conteúdo e uma nova direção de arte, tornam esta uma experiência estonteante. Continue Lendo “Análise: OlliOlli World”

Análise: Please, Touch The Artwork

Uma regra comum de galerias de arte é “não toque em nada”. Please, Touch The Artwork nos convida a fazer justamente o contrário na forma de puzzles interativos. Produzido por um único desenvolvedor, o jogo usa como inspiração trabalhos de arte abstrata de Piet Mondrian, Kazimir Malevich e Wassily Kandinsky para criar uma experiência interativa breve e envolvente, por mais que às vezes um pouco frustrante. Continue Lendo “Análise: Please, Touch The Artwork”

Análise: Nobody Saves the World

O mundo de Nobody Saves the World foi tomado por uma força corrompida e o único que pode resolver a bagunça é um Zé-ninguém sem nome que, por acaso, encontra uma varinha mágica que lhe permite assumir diferentes formas. O novo jogo da produtora indie Drinkbox (de Guacamelee!) é um RPG de ação acessível e colorido que tem como maior destaque a customização: é possível misturar habilidades e ataques das transformações. Suas ideias não são muito originais, mas o andamento ágil, o mapa vasto e o combate empolgante tornam a experiência bem agradável. Continue Lendo “Análise: Nobody Saves the World”

Análise: Blade Assault

Em Blade Assault, um guerreiro decide enfrentar um governo corrupto em um mundo distópico sci-fi para se vingar. O título do estúdio coreano TeamSuneat usa conceitos consagrados do gênero roguelite, como arenas e habilidades distintas em cada partida, em uma aventura de ação 2D frenética. Visual bem trabalhado e mecânicas ágeis são os maiores destaques, mas rapidamente o título se revela raso e não muito memorável por causa de suas limitações. Continue Lendo “Análise: Blade Assault”

Meus jogos favoritos de 2021

O ano de 2021 pareceu uma continuação de 2020 e, para mim, passou voando, pois muita coisa aconteceu. No mundo dos games, continuei buscando experimentar alguns títulos não muito usuais e poucos conhecidos, em especial produções indies. Agora, em retrospecto, eu percebo que começo a cair em alguns padrões (como roguelikes), mas, mesmo assim, tive a oportunidade de testar muitos jogos criativos. Continue Lendo “Meus jogos favoritos de 2021”