Nos ouvidos #8: Shoji Meguro — Rivers in the Desert (Persona 5)

Não é novidade o fato de eu gostar de trilhas sonoras de videogames, afinal jogo bastante — curto tanto que costumo ir atrás de músicas de títulos que não joguei só por conta do compositor. Shoji Meguro (目黒将司) é o compositor da Atlus responsável pela série Persona, sendo seu último trabalho a música de Persona 5 (PS3/PS4).

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Nos ouvidos #7: Gesu no Kiwami Otome. — Watashi Igai Watashi ja Nai no

O nome incomum de Gesu no Kiwami Otome. (ゲスの極み乙女。, algo como “menina no alto da grosseria”) dá uma leve dica do som da banda. Fundado em 2013, esse grupo de artistas japoneses denomina seu estilo como uma mistura de hip-hop e progressivo, com a presença de elementos do pop e indie rock. Continue Lendo “Nos ouvidos #7: Gesu no Kiwami Otome. — Watashi Igai Watashi ja Nai no”

Nos ouvidos #6: sakanaction — Tabun, Kaze. / Shin Takarajima

Sempre gostei de música japonesa, pois sempre tive a sensação que os artistas nipônicos colocam um pouco das peculiaridades culturais do país em suas composições. sakanaction (サカナクション) é um bom exemplo dessa características e é uma das minhas bandas japonesas favoritas, principalmente por conta do som bem único criado por eles. Continue Lendo “Nos ouvidos #6: sakanaction — Tabun, Kaze. / Shin Takarajima”

Nos ouvidos #5: Metric — Gold Guns Girls

Conheci Metric por acaso em algum site sobre música. Na época, a banda canadense estava lançando o álbum Fantasies, e vi o clipe de Gold Guns Girls, uma das faixas do disco. Depois de ouvir essa música, fui atrás de conferir mais composições deles. Continue Lendo “Nos ouvidos #5: Metric — Gold Guns Girls”

Nos ouvidos #4: We Were Evergreen — Best Thing

We Were Evergreen é uma banda francesa de música alternativa, uma combinação de indie, eletrônico e pop. Conheci por um colega, que descreveu a música deles como “um som extremamente hipster” — concordo quase que completamente com ele. O que mais gosto em We Were Evergreen é a mistura de instrumentos bem inusitada e as melodias únicas, quase exóticas. Gosto, também, do cuidado deles ao produzir seus clipes. Até o momento o grupo lançou três EPs e um álbum chamado Towards. Continue Lendo “Nos ouvidos #4: We Were Evergreen — Best Thing”

Nos ouvidos #3: Kate Bush — How To Be Invisible

Kate Bush é uma cantora eclética: seus álbuns são difíceis de definir por conta da grande variedade de estilos presentes nas faixas. Gosto muito de sua voz, que ora é suave e misteriosa, ora é poderosa e aguda. Perdi as contas das vezes em que ouvi Hounds of Love, seu quinto álbum — acho ele incrível, principalmente as músicas Hounds of Love, Jig of Life e Cloudbusting.

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Nos ouvidos #2: Fallulah — Bob Dylan

Gosto muito de Fallulah, uma cantora lá da Dinamarca. O som dela tem uma pegada meio indie e pop, repleto de melodias marcantes. O resultado são composições bem únicas que eu adoro. A garota, cujo nome real é Maria Apetri, já produziu três álbuns, sendo Perfect Tense o lançamento mais recente — e é dele que vem minha recomendação de hoje. Continue Lendo “Nos ouvidos #2: Fallulah — Bob Dylan”

Nos ouvidos #1: Ladyhawke — Let It Roll

Ladyhawke é uma das minhas cantoras favoritas de todos os tempos — perdi as contas do quanto ouvi seu primeiro álbum, sendo que Paris is Burning é uma das músicas que mais ouvi na vida, esse fato está lá registrado no Last.fm. Sempre gostei da pegada meio oitentista dela, uma mistura boa entre guitarras e sintetizadores, com melodias bem marcantes. Foi com muita surpresa que recebi o anúncio de que ela estava produzindo um terceiro álbum, intitulado Wild Things. Continue Lendo “Nos ouvidos #1: Ladyhawke — Let It Roll”