Análise: Shantae: Half-Genie Hero (Multi)

O novo jogo da garota meio-gênio é bem bonito, porém vários problemas fazem com que a aventura não seja tão prazerosa.

A meio-gênio Shantae surgiu lá no Game Boy Color em um jogo simpático e excepcional para os padrões do portátil, mas como saiu no fim da vida do console poucos jogadores tiveram a chance de experimentá-lo. A desenvolvedora WayForward continuou produzindo títulos da franquia, todos eles para portáteis Nintendo (mesmo que os últimos tenham sido portados para outros sistemas), e a popularidade foi aumentando. Shantae: Half-Genie Hero é o primeiro jogo da garota completamente pensado para consoles de mesa e tem como maior destaque o visual elaborado. O novo título funciona como uma espécie de reinício da série e resgata alguns conceitos clássicos, ao mesmo tempo em que experimenta novas características. Continue Lendo “Análise: Shantae: Half-Genie Hero (Multi)”

Meus 10 jogos favoritos de 2016

Em um primeiro momento, pensei que joguei muita coisa em 2016, afinal não faltaram lançamentos. Mas depois que parei para observar e montar uma lista, e, na verdade, experimentei poucos jogos. Percebi que essa sensação veio do fato de eu ter jogado títulos diferentes e repletos de ótimas experiências.

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Análise: Severed (Multi)

Severed me chamou a atenção por vários motivos. A nova aventura do estúdio Drinkbox (conhecido principalmente pelo ótimo Guacamelee!) conta com uma temática inusitada e sombria, aliada a mecânicas de jogo bem únicas. O resultado é uma experiência tensa e desconcertante, que é também viciante por conta de sua ação frenética. O título foi lançado inicialmente para Vita e depois chegou ao iOS, Wii U e 3DS. Continue Lendo “Análise: Severed (Multi)”

Análise: Noitu Love: Devolution (Wii U/3DS)

Esse título indie traz uma experiência arcade inusitada por conta de seus controles e mecânicas diferenciadas.

Noitu Love: Devolution parece ter vindo direto da década de 90. O jogo, que é um frenético beat ‘em up em duas dimensões, apresenta visual em pixel art e mecânicas muito utilizadas naquela época. O que torna Noitu Love interessante é o esquema de controles diferenciado e único. Feito por um único desenvolvedor e lançado anteriormente para PCs, o jogo chega ao Wii U e 3DS com controles adaptados. Continue Lendo “Análise: Noitu Love: Devolution (Wii U/3DS)”

Crônica: The Legend of Zelda: Tri Force Heroes (3DS) e a diversão do multiplayer local

The Legend of Zelda: Four Swords é um dos meus jogos favoritos de GBA, lembro-me das várias tardes em que me diverti tentando derrotar Vaati na companhia de amigos. Muitos anos se passaram, o 3DS se tornou o portátil da vez, e sempre fiquei me perguntando quando a Nintendo lançaria um novo Zelda multiplayer —Four Swords Anniversary Edition era legal, mas não passava de um port melhorado. A resposta foi The Legend of Zelda: Tri Force Heroes e, em um primeiro momento, não foi muito bem o que eu esperava e não dei muita atenção. Recentemente, meses após o lançamento, dei uma nova chance ao título, o que me fez lembrar o quanto é divertido jogar localmente com amigos.
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Galeria de fotos: amiibo

Os amiibo são a nova aposta da Nintendo. As pequenas miniaturas representando os personagens da empresa contam com um chip de comunicação em curta distância (em inglês Near Field Communication, ou NFC), o que permite algum tipo de interação entre as estatuetas e os jogos. Mesmo não tendo uso muito interessante, uma coisa é certa: os amiibo são muito bem feitos.

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Luigi’s Mansion Figurine do Club Nintendo

Luigi sempre foi um dos meus personagens favoritos, sempre gostei de sua personalidade inusitada. Surpreendendo a todos, a Nintendo anunciou uma miniatura especial em comemoração aos 30 anos de criação do personagem, que poderia ser resgatada no Club Nintendo. Por sorte eu tinha a quantidade de moedas necessárias para efetuar a troca, corri e fiz meu pedido. Meses depois, finalmente recebi a miniatura e fiquei maravilhado.

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Impressões: Bravely Default Collector’s Edition (3DS)

Desde a época do SNES eu gostei de RPGs, adorava me perder nesses mundos fantásticos e imersivos. Perdi incontáveis horas em combates por turnos e em tramas cujo o objetivo era salvar o mundo. Quase trinta anos depois, não é muito comum encontrar um título desse gênero que ainda utilize um sistema de batalha por turnos e que remeta às aventuras clássicas. Eis que surge Bravely Default, um novo RPG da Square Enix para 3DS. O jogo de nome estranho resgata mecânicas do passado, adicionando também vários conceitos modernos. Em um primeiro momento não dei muita atenção, mas conforme detalhes foram sendo liberados eu me interessei mais e mais. O fato decisivo foi a demo do jogo, gastei mais de cinco horas nela. Depois disso me rendi aos encantos de Bravely Default.

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Impressões: The Legend of Zelda: A Link Between Worlds (3DS)

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The Legend of Zelda: A Link to the Past é um dos meus jogos favoritos de SNES. Passei inúmeras horas naquela Hyrule, explorando cada cantinho e tentando desvendar os segredos. Quase dez anos depois, a Nintendo revela que estava trabalhando em uma continuação direta para 3DS, que eventualmente recebeu o nome The Legend of Zelda: A Link Between Worlds. Confesso que não me animei muito, achava que a Nintendo só queria se aproveitar da nostalgia para vender fácil um novo título da franquia… ledo engano. Considerado um dos melhores Zeldas dos últimos anos, A Link Between Worlds foi ovacionado pela crítica. Com tantas recomendações (e sob a influência decisiva de certa pessoa), acabei me rendendo ao novo jogo. Continue Lendo “Impressões: The Legend of Zelda: A Link Between Worlds (3DS)”

Impressões: The Wonderful 101 (Wii U)

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Me lembro até hoje da conferência da Nintendo na E3 de 2012: a companhia revelou Nintendo Land para Wii U e eu fiquei extremamente decepcionado. Não era bem isso o que eu esperava do novo console da Nintendo, que prometia experiências completamente novas. O jogo não me parecia tão interessante – por mais que eu gostei do título depois de lançado. Na mesma ocasião foi anunciado também um novo projeto da Platinum Games, desenvolvedora de jogos como Bayonetta e Metal Gear Rising. De codinome Project P-100, o título parecia uma mistura de Pikmin com Bayonetta, contando com ataques exagerados, belos e coloridos gráficos e muita ação. E mais de um ano depois, após alguns atrasos, o jogo foi lançado com o nome The Wonderful 101 e foi o motivo de eu finalmente tirar meu Wii U da gaveta e usar o console. Continue Lendo “Impressões: The Wonderful 101 (Wii U)”