Análise: Metroid: Samus Returns (3DS)

Metroid II: Return of Samus (GB) é um dos jogos mais injustiçados da série da caçadora de recompensas, sendo considerado por alguns até mesmo como o pior jogo da franquia. Mesmo com as limitações do console, ele trouxe várias novidades: progressão distinta, um mapa mais complexo e habilidades inéditas para Samus. Para os padrões de hoje, é uma aventura truncada e estranha, mesmo com suas qualidades. Sendo assim, foi com surpresa (e alegria) que eu recebi a notícia de Metroid: Samus Returns, reimaginação do segundo título da franquia para 3DS. Continue Lendo “Análise: Metroid: Samus Returns (3DS)”

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Meus jogos japoneses preferidos de Super Nintendo

Eu lembro até hoje das minhas inúmeras horas de jogatina no Super Nintendo e dos seus jogos incríveis. Era muito divertido chamar os amigos para explorar o grande mundo de Super Mario World ou tentar avançar no Breath of Fire com domínio limitado da língua inglesa. Para mim, é um pouco assustador perceber que o console já completou 25 anos de existência — minhas memórias sobre ele ainda estão bem fresquinhas na mente. Continue Lendo “Meus jogos japoneses preferidos de Super Nintendo”

Análise: Shantae: Half-Genie Hero (Multi)

O novo jogo da garota meio-gênio é bem bonito, porém vários problemas fazem com que a aventura não seja tão prazerosa.

A meio-gênio Shantae surgiu lá no Game Boy Color em um jogo simpático e excepcional para os padrões do portátil, mas como saiu no fim da vida do console poucos jogadores tiveram a chance de experimentá-lo. A desenvolvedora WayForward continuou produzindo títulos da franquia, todos eles para portáteis Nintendo (mesmo que os últimos tenham sido portados para outros sistemas), e a popularidade foi aumentando. Shantae: Half-Genie Hero é o primeiro jogo da garota completamente pensado para consoles de mesa e tem como maior destaque o visual elaborado. O novo título funciona como uma espécie de reinício da série e resgata alguns conceitos clássicos, ao mesmo tempo em que experimenta novas características. Continue Lendo “Análise: Shantae: Half-Genie Hero (Multi)”

Meus 10 jogos favoritos de 2016

Em um primeiro momento, pensei que joguei muita coisa em 2016, afinal não faltaram lançamentos. Mas depois que parei para observar e montar uma lista, e, na verdade, experimentei poucos jogos. Percebi que essa sensação veio do fato de eu ter jogado títulos diferentes e repletos de ótimas experiências.

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Análise: Severed (Multi)

Severed me chamou a atenção por vários motivos. A nova aventura do estúdio Drinkbox (conhecido principalmente pelo ótimo Guacamelee!) conta com uma temática inusitada e sombria, aliada a mecânicas de jogo bem únicas. O resultado é uma experiência tensa e desconcertante, que é também viciante por conta de sua ação frenética. O título foi lançado inicialmente para Vita e depois chegou ao iOS, Wii U e 3DS. Continue Lendo “Análise: Severed (Multi)”

Análise: Noitu Love: Devolution (Wii U/3DS)

Esse título indie traz uma experiência arcade inusitada por conta de seus controles e mecânicas diferenciadas.

Noitu Love: Devolution parece ter vindo direto da década de 90. O jogo, que é um frenético beat ‘em up em duas dimensões, apresenta visual em pixel art e mecânicas muito utilizadas naquela época. O que torna Noitu Love interessante é o esquema de controles diferenciado e único. Feito por um único desenvolvedor e lançado anteriormente para PCs, o jogo chega ao Wii U e 3DS com controles adaptados. Continue Lendo “Análise: Noitu Love: Devolution (Wii U/3DS)”

Crônica: The Legend of Zelda: Tri Force Heroes (3DS) e a diversão do multiplayer local

The Legend of Zelda: Four Swords é um dos meus jogos favoritos de GBA, lembro-me das várias tardes em que me diverti tentando derrotar Vaati na companhia de amigos. Muitos anos se passaram, o 3DS se tornou o portátil da vez, e sempre fiquei me perguntando quando a Nintendo lançaria um novo Zelda multiplayer —Four Swords Anniversary Edition era legal, mas não passava de um port melhorado. A resposta foi The Legend of Zelda: Tri Force Heroes e, em um primeiro momento, não foi muito bem o que eu esperava e não dei muita atenção. Recentemente, meses após o lançamento, dei uma nova chance ao título, o que me fez lembrar o quanto é divertido jogar localmente com amigos.
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Galeria de fotos: amiibo

Os amiibo são a nova aposta da Nintendo. As pequenas miniaturas representando os personagens da empresa contam com um chip de comunicação em curta distância (em inglês Near Field Communication, ou NFC), o que permite algum tipo de interação entre as estatuetas e os jogos. Mesmo não tendo uso muito interessante, uma coisa é certa: os amiibo são muito bem feitos.

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Luigi’s Mansion Figurine do Club Nintendo

Luigi sempre foi um dos meus personagens favoritos, sempre gostei de sua personalidade inusitada. Surpreendendo a todos, a Nintendo anunciou uma miniatura especial em comemoração aos 30 anos de criação do personagem, que poderia ser resgatada no Club Nintendo. Por sorte eu tinha a quantidade de moedas necessárias para efetuar a troca, corri e fiz meu pedido. Meses depois, finalmente recebi a miniatura e fiquei maravilhado.

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Impressões: Bravely Default Collector’s Edition (3DS)

Desde a época do SNES eu gostei de RPGs, adorava me perder nesses mundos fantásticos e imersivos. Perdi incontáveis horas em combates por turnos e em tramas cujo o objetivo era salvar o mundo. Quase trinta anos depois, não é muito comum encontrar um título desse gênero que ainda utilize um sistema de batalha por turnos e que remeta às aventuras clássicas. Eis que surge Bravely Default, um novo RPG da Square Enix para 3DS. O jogo de nome estranho resgata mecânicas do passado, adicionando também vários conceitos modernos. Em um primeiro momento não dei muita atenção, mas conforme detalhes foram sendo liberados eu me interessei mais e mais. O fato decisivo foi a demo do jogo, gastei mais de cinco horas nela. Depois disso me rendi aos encantos de Bravely Default.

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