Impressões: Super Smash Bros. Ultimate (Switch)

Lembro-me até hoje das inúmeras horas jogando Super Smash Bros. no Nintendo 64, da diversão sem fim ao colocar os heróis da Nintendo para brigar entre si em um jogo maluco e impressionante — maluco tanto no conceito quanto nas mecânicas quebradas, o que resultava em lutas impressionantes. Naturalmente, a série Smash Bros. se tornou uma das minhas favoritas, por mais que minha pouca habilidade com os títulos do gênero faz com que eu jogue mais por diversão. Super Smash Bros. Ultimate chega ao Nintendo Switch quase 20 anos depois do original, celebrando tudo o que a série tem de bom e incluindo novidades, sem deixar de apresentar aquela atmosfera impossivelmente caótica tão divertida. Continue Lendo “Impressões: Super Smash Bros. Ultimate (Switch)”

Anúncios

Análise: Hyper Light Drifter – Special Edition (Switch)

Hyper Light Drifter chama a atenção com seu visual marcante repleto de cores neon e pixel art elaborado. Além de graficamente belo, o jogo conta com um mundo intrincado que convida à exploração, combate frenético e difícil, e ambientação nada usual. Esses detalhes, em combinação com mecânicas bem executadas, resultam em uma aventura imersiva e muito divertida. Lançado anteriormente para outros consoles, o jogo chega ao Nintendo Switch com algumas novidades. Continue Lendo “Análise: Hyper Light Drifter – Special Edition (Switch)”

Do Japão: Ni no Kuni: Shikkoku no Madoshi (DS)

Em 2008, a produtora nipônica Level-5 estava comemorando seu aniversário de dez anos e decidiu criar um novo projeto para a ocasião. Para isso, a empresa convidou o aclamado Studio Ghibli, conhecido principalmente por longas de animação, para contribuir na produção desse novo jogo. Dessa colaboração nasceu a série Ni no Kuni, que combina o expertise de RPGs da Level-5 e o visual detalhado das animações do Studio Ghibli. Ni no Kuni: Shikkoku no Madoshi (二ノ国 漆黒の魔導士, que pode ser traduzido como “Segundo País: O Mago Negro”), RPG lançado para Nintendo DS em 2010, foi o primeiro jogo da franquia. Infelizmente, o jogo nunca saiu do Japão.
Continue Lendo “Do Japão: Ni no Kuni: Shikkoku no Madoshi (DS)”

Análise: SUPERBEAT: XONiC (Switch)

Basta ver alguma imagem ou vídeo de SUPERBEAT: XONiC para perceber que este jogo de ritmo é bem frenético: o visual é marcante com cores neon e as sequências de notas são bem complexas. Dos mesmos criadores da série DJ MAX, o título traz uma experiência bem intensa e ao mesmo tempo acessível. Lançado anteriormente para PS Vita, PlayStation 4 e Xbox One, SUPERBEAT: XONiC chega agora ao Nintendo Switch e é facilmente um dos melhores jogos do gênero já lançados para o console.

Continue Lendo “Análise: SUPERBEAT: XONiC (Switch)”

Super Mario Odyssey (Switch): meu diário fotográfico da aventura

Depois de muita espera, Super Mario Odyssey finalmente chegou ao Switch. Ele foi um dos motivos de eu ter adquirido o console e gostei bastante do que já vi, principalmente a variedade de coisas para fazer em cada mundo. Um recurso bem legal no jogo é um modo de fotografia no qual a ação é pausada completamente e é possível compor cenas, com direito a filtros e tudo mais. Pensei que não usaria muito essa opção, porém, quando percebi, já estava fotografando loucamente a todo momento — os cenários criativos e as roupas legais que podemos comprar para Mario foram grandes incentivos. Sendo assim, compilei aqui algumas fotos que tirei no jogo.

Continue Lendo “Super Mario Odyssey (Switch): meu diário fotográfico da aventura”

Análise: Metroid: Samus Returns (3DS)

Metroid II: Return of Samus (GB) é um dos jogos mais injustiçados da série da caçadora de recompensas, sendo considerado por alguns até mesmo como o pior jogo da franquia. Mesmo com as limitações do console, ele trouxe várias novidades: progressão distinta, um mapa mais complexo e habilidades inéditas para Samus. Para os padrões de hoje, é uma aventura truncada e estranha, mesmo com suas qualidades. Sendo assim, foi com surpresa (e alegria) que eu recebi a notícia de Metroid: Samus Returns, reimaginação do segundo título da franquia para 3DS. Continue Lendo “Análise: Metroid: Samus Returns (3DS)”

Meus jogos japoneses preferidos de Super Nintendo

Eu lembro até hoje das minhas inúmeras horas de jogatina no Super Nintendo e dos seus jogos incríveis. Era muito divertido chamar os amigos para explorar o grande mundo de Super Mario World ou tentar avançar no Breath of Fire com domínio limitado da língua inglesa. Para mim, é um pouco assustador perceber que o console já completou 25 anos de existência — minhas memórias sobre ele ainda estão bem fresquinhas na mente. Continue Lendo “Meus jogos japoneses preferidos de Super Nintendo”

Análise: Shantae: Half-Genie Hero (Multi)

O novo jogo da garota meio-gênio é bem bonito, porém vários problemas fazem com que a aventura não seja tão prazerosa.

A meio-gênio Shantae surgiu lá no Game Boy Color em um jogo simpático e excepcional para os padrões do portátil, mas como saiu no fim da vida do console poucos jogadores tiveram a chance de experimentá-lo. A desenvolvedora WayForward continuou produzindo títulos da franquia, todos eles para portáteis Nintendo (mesmo que os últimos tenham sido portados para outros sistemas), e a popularidade foi aumentando. Shantae: Half-Genie Hero é o primeiro jogo da garota completamente pensado para consoles de mesa e tem como maior destaque o visual elaborado. O novo título funciona como uma espécie de reinício da série e resgata alguns conceitos clássicos, ao mesmo tempo em que experimenta novas características. Continue Lendo “Análise: Shantae: Half-Genie Hero (Multi)”

Meus 10 jogos favoritos de 2016

Em um primeiro momento, pensei que joguei muita coisa em 2016, afinal não faltaram lançamentos. Mas depois que parei para observar e montar uma lista, e, na verdade, experimentei poucos jogos. Percebi que essa sensação veio do fato de eu ter jogado títulos diferentes e repletos de ótimas experiências.

Continue Lendo “Meus 10 jogos favoritos de 2016”

Análise: Severed (Multi)

Severed me chamou a atenção por vários motivos. A nova aventura do estúdio Drinkbox (conhecido principalmente pelo ótimo Guacamelee!) conta com uma temática inusitada e sombria, aliada a mecânicas de jogo bem únicas. O resultado é uma experiência tensa e desconcertante, que é também viciante por conta de sua ação frenética. O título foi lançado inicialmente para Vita e depois chegou ao iOS, Wii U e 3DS. Continue Lendo “Análise: Severed (Multi)”