Análise: SUPERBEAT: XONiC (Switch)

Basta ver alguma imagem ou vídeo de SUPERBEAT: XONiC para perceber que este jogo de ritmo é bem frenético: o visual é marcante com cores neon e as sequências de notas são bem complexas. Dos mesmos criadores da série DJ MAX, o título traz uma experiência bem intensa e ao mesmo tempo acessível. Lançado anteriormente para PS Vita, PlayStation 4 e Xbox One, SUPERBEAT: XONiC chega agora ao Nintendo Switch e é facilmente um dos melhores jogos do gênero já lançados para o console.

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Super Mario Odyssey (Switch): meu diário fotográfico da aventura

Depois de muita espera, Super Mario Odyssey finalmente chegou ao Switch. Ele foi um dos motivos de eu ter adquirido o console e gostei bastante do que já vi, principalmente a variedade de coisas para fazer em cada mundo. Um recurso bem legal no jogo é um modo de fotografia no qual a ação é pausada completamente e é possível compor cenas, com direito a filtros e tudo mais. Pensei que não usaria muito essa opção, porém, quando percebi, já estava fotografando loucamente a todo momento — os cenários criativos e as roupas legais que podemos comprar para Mario foram grandes incentivos. Sendo assim, compilei aqui algumas fotos que tirei no jogo.

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Análise: Metroid: Samus Returns (3DS)

Metroid II: Return of Samus (GB) é um dos jogos mais injustiçados da série da caçadora de recompensas, sendo considerado por alguns até mesmo como o pior jogo da franquia. Mesmo com as limitações do console, ele trouxe várias novidades: progressão distinta, um mapa mais complexo e habilidades inéditas para Samus. Para os padrões de hoje, é uma aventura truncada e estranha, mesmo com suas qualidades. Sendo assim, foi com surpresa (e alegria) que eu recebi a notícia de Metroid: Samus Returns, reimaginação do segundo título da franquia para 3DS. Continue Lendo “Análise: Metroid: Samus Returns (3DS)”

Meus jogos japoneses preferidos de Super Nintendo

Eu lembro até hoje das minhas inúmeras horas de jogatina no Super Nintendo e dos seus jogos incríveis. Era muito divertido chamar os amigos para explorar o grande mundo de Super Mario World ou tentar avançar no Breath of Fire com domínio limitado da língua inglesa. Para mim, é um pouco assustador perceber que o console já completou 25 anos de existência — minhas memórias sobre ele ainda estão bem fresquinhas na mente. Continue Lendo “Meus jogos japoneses preferidos de Super Nintendo”

Análise: Shantae: Half-Genie Hero (Multi)

O novo jogo da garota meio-gênio é bem bonito, porém vários problemas fazem com que a aventura não seja tão prazerosa.

A meio-gênio Shantae surgiu lá no Game Boy Color em um jogo simpático e excepcional para os padrões do portátil, mas como saiu no fim da vida do console poucos jogadores tiveram a chance de experimentá-lo. A desenvolvedora WayForward continuou produzindo títulos da franquia, todos eles para portáteis Nintendo (mesmo que os últimos tenham sido portados para outros sistemas), e a popularidade foi aumentando. Shantae: Half-Genie Hero é o primeiro jogo da garota completamente pensado para consoles de mesa e tem como maior destaque o visual elaborado. O novo título funciona como uma espécie de reinício da série e resgata alguns conceitos clássicos, ao mesmo tempo em que experimenta novas características. Continue Lendo “Análise: Shantae: Half-Genie Hero (Multi)”

Meus 10 jogos favoritos de 2016

Em um primeiro momento, pensei que joguei muita coisa em 2016, afinal não faltaram lançamentos. Mas depois que parei para observar e montar uma lista, e, na verdade, experimentei poucos jogos. Percebi que essa sensação veio do fato de eu ter jogado títulos diferentes e repletos de ótimas experiências.

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Análise: Severed (Multi)

Severed me chamou a atenção por vários motivos. A nova aventura do estúdio Drinkbox (conhecido principalmente pelo ótimo Guacamelee!) conta com uma temática inusitada e sombria, aliada a mecânicas de jogo bem únicas. O resultado é uma experiência tensa e desconcertante, que é também viciante por conta de sua ação frenética. O título foi lançado inicialmente para Vita e depois chegou ao iOS, Wii U e 3DS. Continue Lendo “Análise: Severed (Multi)”

Análise: Noitu Love: Devolution (Wii U/3DS)

Esse título indie traz uma experiência arcade inusitada por conta de seus controles e mecânicas diferenciadas.

Noitu Love: Devolution parece ter vindo direto da década de 90. O jogo, que é um frenético beat ‘em up em duas dimensões, apresenta visual em pixel art e mecânicas muito utilizadas naquela época. O que torna Noitu Love interessante é o esquema de controles diferenciado e único. Feito por um único desenvolvedor e lançado anteriormente para PCs, o jogo chega ao Wii U e 3DS com controles adaptados. Continue Lendo “Análise: Noitu Love: Devolution (Wii U/3DS)”

Crônica: The Legend of Zelda: Tri Force Heroes (3DS) e a diversão do multiplayer local

The Legend of Zelda: Four Swords é um dos meus jogos favoritos de GBA, lembro-me das várias tardes em que me diverti tentando derrotar Vaati na companhia de amigos. Muitos anos se passaram, o 3DS se tornou o portátil da vez, e sempre fiquei me perguntando quando a Nintendo lançaria um novo Zelda multiplayer —Four Swords Anniversary Edition era legal, mas não passava de um port melhorado. A resposta foi The Legend of Zelda: Tri Force Heroes e, em um primeiro momento, não foi muito bem o que eu esperava e não dei muita atenção. Recentemente, meses após o lançamento, dei uma nova chance ao título, o que me fez lembrar o quanto é divertido jogar localmente com amigos.
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Galeria de fotos: amiibo

Os amiibo são a nova aposta da Nintendo. As pequenas miniaturas representando os personagens da empresa contam com um chip de comunicação em curta distância (em inglês Near Field Communication, ou NFC), o que permite algum tipo de interação entre as estatuetas e os jogos. Mesmo não tendo uso muito interessante, uma coisa é certa: os amiibo são muito bem feitos.

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