Análise: Moncage

Moncage instiga com seu conceito peculiar. No jogo, manipulamos um cubo cujas faces exibem diferentes cenários e, para resolver os quebra-cabeças, precisamos usar truques de perspectiva para alinhar elementos. A mecânica principal é simples, no entanto a grande criatividade e variedade dos puzzles é surpreendente. Além disso, o título conta com uma atmosfera acolhedora e uma trama mais complexa do que parece. A soma de tantas qualidades resulta em uma experiência única. Continue Lendo “Análise: Moncage”

Análise: Where Cards Fall

Em Where Cards Fall, precisamos utilizar diferentes baralhos de cartas para montar edifícios e resolver puzzles. O conceito principal deste jogo indie é bem único e oferece desafios de navegação interessantes, que se passam em belos cenários de atmosfera surreal. Fora os quebra-cabeças, o título explora também a história de amadurecimento de um rapaz, mas a narrativa banal tem pouco impacto e compromete o ritmo da aventura.

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Análise: Mini Motorways

Cuidar do tráfego viário de uma grande cidade parece uma tarefa enfadonha, no entanto Mini Motorways prova exatamente o contrário. O jogo, que é uma sequência do puzzle metroviário Mini Metro, desafia o jogador a desenvolver o trânsito de uma metrópole em expansão por meio de mecânicas simples e repletas de nuances. Além disso, o título chama a atenção com seu visual minimalista vibrante, resultando em uma experiência simultaneamente relaxante e desafiadora, mas que peca um pouco na variedade de situações. Continue Lendo “Análise: Mini Motorways”

Análise: Disco Elysium – The Final Cut

Disco Elysium parece mais uma história de detetive, porém logo se revela nada convencional ao abordar temas de maneira ímpar. O trabalho de estreia da produtora independente ZA/UM transforma conceitos de RPG de mesa em uma aventura excepcional com muita liberdade e texto bem escrito. Além disso, Disco Elysium conta também com uma narrativa densa e envolvente, que aborda um protagonista repleto de falhas morais e temas políticos e sociais relevantes, sempre com uma pitada de excêntrico. A versão The Final Cut marca a estreia do jogo nos consoles e inclui várias novidades que o deixam ainda mais magnético, como dublagem completa de todos os personagens e missões inéditas. Continue Lendo “Análise: Disco Elysium – The Final Cut”

Análise: Say No! More

Cansado de ter que atender inúmeros pedidos de seus colegas insensíveis? Aprenda a mudar a situação com Say No! More, um curioso título indie focado em dizer “Não!” para todos que aparecem pelo caminho. O jogo usa esse conceito inusitado para contar uma história repleta de momentos divertidos, mas que também nos convida à reflexão. A simplicidade o torna acessível, mas a ausência de um mínimo de complexidade compromete a experiência. Continue Lendo “Análise: Say No! More”

Análise: Grindstone

Grindstone, em uma primeira olhada, parece mais um desses vários puzzles de combinar peças da mesma cor. Em sua essência ele é exatamente isso, mas elementos estratégicos e mecânicas variadas trazem variedade às partidas — seu conceito é simples de entender, porém conta com muitas nuances a serem dominadas. Um universo carismático e colorido, aliado a muito conteúdo e jogabilidade simples, resultam um jogo viciante. Continue Lendo “Análise: Grindstone”

Análise: Alba: A Wildlife Adventure

Em Alba: A Wildlife Adventure, novo título da ustwo games (de Monument Valley), uma garotinha prova que a união é capaz de fazer a diferença. No jogo, desbravamos uma ilha no controle de uma criança curiosa, em um misto de simulador simplificado de fotografia de vida natural e exploração. A atmosfera é relaxada e evoca um clima de férias, por mais que a trama trate de alguns assuntos mais sérios e contemporâneos. Continue Lendo “Análise: Alba: A Wildlife Adventure”

Análise: The Pathless

Fluidez define The Pathless, o novo jogo do estúdio Giant Squid (de ABZÛ). Na pele de uma caçadora acompanhada de uma águia, tentamos livrar o mundo de um grande mal em uma jornada por uma vasta ilha. O seu maior destaque é o criativo e estiloso sistema de movimentação, que é amplamente explorado em uma aventura de progressão majoritariamente aberta. O jogo encanta com sua ambientação e beleza, mas várias limitações e elementos subdesenvolvidos impedem que todo o seu potencial seja alcançado. Continue Lendo “Análise: The Pathless”

Análise: Witcheye

É impressionante como Witcheye faz tanto com um esquema de controles tão simples. Este jogo indie de ação 2D resgata ideias e atmosfera da era 16 bits em uma aventura ágil repleta de momentos inventivos. Lançado anteriormente para dispositivos móveis, o título chegou ao PC e ao Switch em uma adaptação razoável, mas algumas questões originárias das plataformas originais atrapalham um pouco a experiência. Continue Lendo “Análise: Witcheye”

Análise: INMOST

INMOST, logo no início, já mostra as suas intenções: contar uma história inquietante e impactante. Para alcançar esse objetivo, este título de plataforma e puzzles emprega uma atmosfera sombria, que traz uma constante sensação de desconforto e tensão. O resultado é uma experiência imersiva, mas que acaba tropeçando em alguns problemas em suas mecânicas e narrativa. Continue Lendo “Análise: INMOST”