Pobre George – Uma realidade ácida

Cá estou novamente com outra resenha de livro. Confesso que ultimamente eles é que têm me chamado muita atenção e tenho me concentrado nisso. Não que eu não tenha descoberto coisas no campo da música e que nunca falei aqui (como Pati Yang, MiChi, Zektbach, Marina & the Diamonds, School Food Punishment…) e nem no campo de filmes (como o ótimo Dublê de Anjo – que espero um dia contar minhas impressões), mas tenho me cativado mais por livros. O livro da vez é o desconhecido Pobre George, de Paula Fox, recomendação indireta do colega Marlo Renan (resenha dele aqui).

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Minhas cinco leituras favoritas de 2009

Lendo o blog do colega Marlo Renan me deparei com um post muito interessante: 5 livros que li em 2009 e que você gostará de ler em 2010. Não sou muito fã de listas, mas achei a idéia bem interessante, logo aí vai minha lista com um pequeno comentário sobre cada obra:

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Após o Anoitecer, de Haruki Murakami

Depois de Hard-Boiled Wonderland and The End of the World (que infelizmente ainda não foi publicado no Brasil) me tornei fã de Haruki Murakami. É incrível a maneira que ele consegue transformar fatos banais em coisas extraordinárias, assim como seus personagens relativamente simples e comuns, que são tão verossímeis que parecem reais… Sem contar o surrealismo e a melancolia que estão sempre presentes em suas obras. Sendo assim fui surpreendido por Após o Anoitecer, que me mostrou um lado que eu não conhecia do autor.
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Norwegian Wood

Conheci Haruki Murakami através do livro Hard-Boiled Wonderland and The End of the World e depois disso me tornei fã dele. Murakami preza principalmente pela escrita simples e por suas histórias complicadas, tendo como característica personagens melancólicos e solitarios, mas extremamente verossímeis. Seu texto costuma também ter várias referências à cultura pop, junto com questões existenciais/filosóficas e em alguns casos o surrealismo, combinados de forma incrível.

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A música delirante de Ladyhawke

 

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Lá vem mais pop eletrônico: Ladyhawke

Ladyhawke é, segundo ela mesma:

Olá, meu nome é Ladyhawke. Sou uma dama, não uma banda.
Sou uma dama que ama jogar. Amo videogames. Amo minhas guitarras. sintetizadores. Gatos.
Fazendo barulho, apertando botões, fios, cabos, solidão, olhando telas, filmes, colecionando coisas.

Uma descrição um tanto quanto nerd/geek, não?
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Professor Layton and the Curious Village

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Já tinha ouvido falar várias vezes de Professor Layton, afinal é bem famoso e foi bem na crítica, mas nunca tive vontade de jogar e nem curiosidade em conhecer. Mas depois de conhecer a trilha sonora (via Alexei Barros no Hadouken) e jogar rapidamente no DS de um amigo corri pra jogá-lo. E depois disso não consegui largá-lo.

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Impressões: Video Games Live 2008 – Brasília

Quase um ano depois o Video Games Live volta a se apresentar em Brasília. Nesse meio tempo minha opinião sobre o evento mudou muito, principalmente depois de começar a acompanhar os posts de Alexei Barros no Hadouken. Mas como é o único evento desse porte que vem por essas bandas eu não poderia deixar de ir. E é uma pena que o resultado final não tenha sido tão bom quanto eu esperava.

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Lykke Li – Indie é o novo preto

Sempre gostei de cantoras desconhecidas e indies, sendo assim era inevitável que eu não encontrasse e gostasse da Lykke Li. O que me faz gostar muito da Lykke Li? Suas músicas completamente diferentes e imprevisíveis. Em seu álbum de estréia não existe uma canção igual, cada uma é única e diferente (pelo menos na sonoridade, pois sou um ouvinte que foca no ‘som’ e não na letra). Some isso a clipes tão únicos quanto e temos uma cantora muito legal.
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