Análise: Persona Q: Shadow of the Labyrinth (3DS)

Etrian Odyssey e Persona se encontram nesse ótimo crossover que é o único jogo da franquia para consoles Nintendo.

Mesmo com a crescente popularidade da série, Persona não aparecia em consoles da Nintendo. Provavelmente, a Atlus sempre pensou que o ideal seria continuar produzindo jogos para os sistemas da Sony, afinal o público cativo estava concentrado neles. Contudo, a desenvolvedora estava enganada: um Persona para 3DS era um dos maiores desejos dos fãs. Por conta disso e do sucesso de Persona 4 Arena (PS3/X360), foi lançado Persona Q: Shadow of the Labyrinth para 3DS, que é um misto de spin-off e crossover. O mais curioso é que o jogo combina conceitos de Persona e da série de dungeon crawler Etrian Odyssey — e a mistura deu muito certo. Continue Lendo “Análise: Persona Q: Shadow of the Labyrinth (3DS)”

Análise: The Legend of Legacy (3DS)

Com foco na exploração e combate, esse JRPG traz uma experiência bem diferente de outros títulos do gênero.

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The Legend of Legacy é um RPG fora do comum. Lançado pela Atlus para o 3DS, esse jogo, em uma primeira olhada, lembra um JRPG clássico: controle um grupo de heróis, explore calabouços e enfrente inimigos em um combate por turnos. Entretanto, The Legend of Legacy tem vários sistemas nada usuais e um foco diferenciado, sendo o resultado uma aventura bem única.
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Impressões: Theatrhythm Final Fantasy: Curtain Call (3DS)

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Theatrhythm Final Fantasy é um dos meus jogos favoritos de 3DS. Gostei muito da jogabilidade e do conteúdo do título, além da mistura divertida de RPG e ritmo. O jogo foi um grande sucesso, sendo assim a Square-Enix preparou logo uma sequência. Theatrhythm Final Fantasy: Curtain Call é a edição definitiva do jogo, incluindo uma quantidade imensa de conteúdo, novos modos e alguns ajustes na jogabilidade. Eu, como fã do primeiro, não pensei nem meia vez e corri para jogar logo a sequência. Continue Lendo “Impressões: Theatrhythm Final Fantasy: Curtain Call (3DS)”

Impressões: Bravely Default Collector’s Edition (3DS)

Desde a época do SNES eu gostei de RPGs, adorava me perder nesses mundos fantásticos e imersivos. Perdi incontáveis horas em combates por turnos e em tramas cujo o objetivo era salvar o mundo. Quase trinta anos depois, não é muito comum encontrar um título desse gênero que ainda utilize um sistema de batalha por turnos e que remeta às aventuras clássicas. Eis que surge Bravely Default, um novo RPG da Square Enix para 3DS. O jogo de nome estranho resgata mecânicas do passado, adicionando também vários conceitos modernos. Em um primeiro momento não dei muita atenção, mas conforme detalhes foram sendo liberados eu me interessei mais e mais. O fato decisivo foi a demo do jogo, gastei mais de cinco horas nela. Depois disso me rendi aos encantos de Bravely Default.

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Impressões: Mario & Luigi: Dream Team (3DS)

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Mario & Luigi: Superstar Saga (GBA) é um dos RPGs mais criativos que joguei. Gostei muito do mundo maluco e da batalha divertida. A série fez sucesso e teve duas continuações para DS, que somente refinou um pouco a fórmula. Mario & Luigi: Dream Team é o primeiro RPG dos irmãos Mario para o 3DS e muita coisa mudou, sem deixar de lado as características originais da série. Tudo parecia tão divertido, colorido e legal que não resisti à tentação de jogá-lo. Continue Lendo “Impressões: Mario & Luigi: Dream Team (3DS)”

Impressões: Project X Zone (3DS)

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Quando um crossover entre a Capcom, Sega e Namco Bandai foi anunciado para 3DS muitos jogadores, inclusive eu, ficaram animados. O resultado dessa parceria é Project X Zone (lê-se “project cross zone”), um RPG de ação que mistura os personagens dessas companhias. Acontece que as chances do título aparecer no Ocidente eram bem baixas por conta da complicação de ter tantas franquias diferentes num mesmo jogo e por conta do sucesso não garantido. Mas contrariando todas expectativas o título foi lançado nesse lado do planeta. Continue Lendo “Impressões: Project X Zone (3DS)”

Impressões: Fire Emblem: Awakening (3DS)

fire-emblem-capaConfesso que conheço pouquíssimo da série Fire Emblem. O único game da série que joguei muito foi o primeiro título de GBA, que nunca terminei. Quando o assunto é estratégia por turnos sempre preferi seu primo Advance Wars. Conforme fui acompanhando Fire Emblem: Awakening percebi que a desenvolvedora Intelligent Systems se esforçou ao máximo e resolvi dar uma chance a este novo episódio da série. Continue Lendo “Impressões: Fire Emblem: Awakening (3DS)”

Análise: Rhythm Thief and the Emperor’s Treasure (3DS)

rf1Pegue um liquidificador e coloque Professor Layton, Rhythm Heaven, um desenho animado da década de 90 e uma pitada da França. O resultado dessa mistura é Rhythm Thief & the Emperor’s Treasure, um ambicioso game de 3DS que promete ser uma aventura musical interessante. Será que a mistura ficou boa? Continue Lendo “Análise: Rhythm Thief and the Emperor’s Treasure (3DS)”

Impressões: Kingdom Hearts 3D: Dream Drop Distance (3DS)

Não sou fã da franquia Kingdom Hearts, mas gosto dos jogos da série pois costumam ser bem divertidos. Kingdom Hearts 3D: Dream Drop Distance é o mais novo episódio da confusa saga e tem inúmeras novidades. Neste game, que se passa após os eventos de Kingdom Hearts II, o jogador acompanha Sora e Riku pelos mundos adormecidos, a fim de receberem o título de Keyblade Masters. Continue Lendo “Impressões: Kingdom Hearts 3D: Dream Drop Distance (3DS)”

Impressões: Theatrhythm Final Fantasy

Nunca fui fã da série Final Fantasy. Joguei alguns da série principal, mas nunca cheguei a terminá-los, sempre preferi os spin-offs (principalmente o primeiro Crystal Chronicles, Final Fantasy Tactics A2 e Dissidia Final Fantasy). Quando Theatrhythm Final Fantasy foi anunciado eu me animei, pois adoro jogos de ritmo e a trilha sonora da série é incrível. Como era de se esperar, o resultado é muito bom.

Lançado para 3DS em Julho de 2012, Theatrhythm Final Fantasy é um jogo musical com alguns toques de RPG. O jogador acompanha músicas da série através de toques e riscos na tela inferior. São três estilos de jogabilidade: campo, batalha e evento. Na essência são praticamente iguais, mas cada um tem sua particularidade. Ao final de cada canção o grupo de heróis recebe pontos de experiência e Rhythmia, unidade que serve para desbloquear vários extras pelo jogo. A seleção musical vai desde o primeiro Final Fantasy até o XIII, excluindo os spin-offs. Continue Lendo “Impressões: Theatrhythm Final Fantasy”