Análise: Flinthook (Multi)

Flinthook, o novo título da produtora independente Tribute Games para PC, PlayStation 4 e Xbox One, em uma primeira olhada, pode se passar por um jogo da era 16 bits por conta do seu visual em pixel art e da sensação de aventura 2D arcade. Contudo, o título se destaca por conta de duas principais habilidades: o herói se movimenta pelos cenários com a ajuda de um gancho e consegue deixar a ação em câmera lenta. Isso, aliado a alta dificuldade e características do gênero roguelike, faz com que Flinthook seja uma experiência intensa e bem divertida.

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Persona 5 (PS3/PS4): primeiras impressões

Depois de muita espera e adiamentos, Persona 5 finalmente chegará ao PlayStation 3 e PlayStation 4. O quinto título da franquia da Atlus vem com a promessa de trazer uma trama profunda, personagens carismáticos, refinamentos nos sistemas e ótimas mecânicas. Joguei por volta de 18 horas da nova aventura no PS4 e gostei muito do que vi, confira o que me chamou a atenção nesse início.

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Análise: Hollow Knight (PC)

Com ótimos visual e ambientação, este indie se destaca pela vastidão dos cenários e pelas ótimas mecânicas.

Hollow Knight é um metroidvania lançado para PCs (e futuramente Nintendo Switch) que, em um primeiro momento, chama a atenção com sua direção de arte única e bela. A fórmula básica do gênero está ali, porém bastam alguns minutos para perceber que o jogo traz conceitos interessantes e não muito explorados no estilo, como grande liberdade de exploração e combate desafiante. A combinação das características gera uma aventura que consegue ser imersiva e tensa, resultando em uma experiência única. Continue Lendo “Análise: Hollow Knight (PC)”

Análise: Persona Q: Shadow of the Labyrinth (3DS)

Etrian Odyssey e Persona se encontram nesse ótimo crossover que é o único jogo da franquia para consoles Nintendo.

Mesmo com a crescente popularidade da série, Persona não aparecia em consoles da Nintendo. Provavelmente, a Atlus sempre pensou que o ideal seria continuar produzindo jogos para os sistemas da Sony, afinal o público cativo estava concentrado neles. Contudo, a desenvolvedora estava enganada: um Persona para 3DS era um dos maiores desejos dos fãs. Por conta disso e do sucesso de Persona 4 Arena (PS3/X360), foi lançado Persona Q: Shadow of the Labyrinth para 3DS, que é um misto de spin-off e crossover. O mais curioso é que o jogo combina conceitos de Persona e da série de dungeon crawler Etrian Odyssey — e a mistura deu muito certo. Continue Lendo “Análise: Persona Q: Shadow of the Labyrinth (3DS)”

Análise: Tales of Berseria (PS4/PC)

Controle um grupo de anti-heróis em uma aventura repleta de ótimos sistemas e situações.

Tales of Berseria, o mais recente título da franquia de JRPGs para PS4 e PCs, quebra vários paradigmas da série. Em vez da tradicional jornada para salvar o mundo, o foco é uma trama de vingança repleta de personagens com motivações nada heroicas. Isso, em conjunto com um ótimo combate e muitos outros sistemas, resulta em uma aventura divertida e interessante. Continue Lendo “Análise: Tales of Berseria (PS4/PC)”

Análise: Shantae: Half-Genie Hero (Multi)

O novo jogo da garota meio-gênio é bem bonito, porém vários problemas fazem com que a aventura não seja tão prazerosa.

A meio-gênio Shantae surgiu lá no Game Boy Color em um jogo simpático e excepcional para os padrões do portátil, mas como saiu no fim da vida do console poucos jogadores tiveram a chance de experimentá-lo. A desenvolvedora WayForward continuou produzindo títulos da franquia, todos eles para portáteis Nintendo (mesmo que os últimos tenham sido portados para outros sistemas), e a popularidade foi aumentando. Shantae: Half-Genie Hero é o primeiro jogo da garota completamente pensado para consoles de mesa e tem como maior destaque o visual elaborado. O novo título funciona como uma espécie de reinício da série e resgata alguns conceitos clássicos, ao mesmo tempo em que experimenta novas características. Continue Lendo “Análise: Shantae: Half-Genie Hero (Multi)”

Análise: Hatsune Miku: Project Diva Future Tone (PS4)

O novo jogo de ritmo traz uma ótima experiência por conta da quantidade impressionante de músicas e das novidades nas mecânicas.

Cada vez mais jogos da Vocaloid Hatsune Miku têm sido lançados no Ocidente — no passado, a localização desse tipo de jogo era muito improvável. Hatsune Miku: Project Diva Future Tone, o novo jogo da franquia Project Diva para PlayStation 4, tem muitos motivos para ser o maior lançamento até o momento: mais de 220 músicas estão disponíveis. Pequenos ajustes e foco no modo de ritmo são os grandes destaques desse título.

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Análise: Potion Explosion

Gosto muito de jogos de tabuleiro com mecânicas únicas e complexas, tanto é que o denso Mage Knight Board Game ainda é o meu jogo analógico favorito de todos os tempos. Contudo, ultimamente, tenho preferido experiências mais leves e rápidas. Potion Explosion é um jogo que apresenta justamente esse tipo de proposta. Além de ser muito acessível, ele tem componentes muito convidativos, ótima direção de arte e mecânicas simples. O resultado é um jogo muito bonito e extremamente divertido.

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Meus 10 jogos favoritos de 2016

Em um primeiro momento, pensei que joguei muita coisa em 2016, afinal não faltaram lançamentos. Mas depois que parei para observar e montar uma lista, e, na verdade, experimentei poucos jogos. Percebi que essa sensação veio do fato de eu ter jogado títulos diferentes e repletos de ótimas experiências.

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Análise: Owlboy (PC)

Em uma primeira olhada, Owlboy parece um jogo vindo direto da década de 90 por conta de seu visual pixel art que remete aos grandes clássicos de SNES. Contudo, bastam alguns minutos para perceber que há muito mais do que nostalgia nesse título, principalmente no que diz respeito a suas mecânicas. O jogo chega ao PC após passar nove anos em desenvolvimento e oferece uma aventura cativante e divertida. Continue Lendo “Análise: Owlboy (PC)”