Minhas cinco leituras favoritas de 2016

2016 foi um ano de muitas leituras interessantes por vários motivos: conheci muita coisa legal, obras que fogem um pouco do padrão de história que sempre leio. Também consegui ler um pouco mais em relação ao ano passado, mesmo com vários momentos sem avançar em nenhuma leitura.

Boa parte de tudo isso se deu por conta de eu ter ganhado um Kindle de presente. Com esse e-book reader ficou muito mais fácil ter acesso a certos livros. É bem curioso que eu sempre achei que nunca me renderia a esse tipo de dispositivo, contudo agora não consigo imaginar minha vida de leituras sem ele. De qualquer maneira, continuarei adquirindo alguns livros físicos, principalmente aquelas edições bastante caprichadas.

Minha lista completa de leituras pode ser conferida no resumo do Skoob, sendo que alguns livros têm texto aqui no blog. Não deixe de ver também minhas escolhas dos anos anteriores.


Duna, de Frank Herbert

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Sempre ouvi falar de Duna e sua importância para a ficção científica, logo tinha muita curiosidade em lê-lo. E, realmente, achei uma experiência incrível. Frank Herbet criou um universo impressionante, com uma trama densa e complexa envolvendo uma sociedade feudal interestelar em um grande jogo político. Fiquei especialmente fascinado com o planeta-deserto Arrakis, principalmente com sua cultura e seu povo. Quero conferir as inúmeras continuações assim que possível.


Americanah, de Chimamanda Ngozi Adichie

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A mensagem forte de Americanah foi a característica que mais me agradou nesse livro. Gostei de acompanhar a nigeriana Ifemelu em sua vida de conflitos internos nos Estados Unidos, em uma trama repleta de trechos que levantam questões nas quais às vezes nem paramos para pensar. É uma obra que aborda temas como racismo, imigração, adequação a uma nova cultura, o “American Dream” e até mesmo a dificuldade de se readaptar a uma realidade anteriormente familiar. É uma leitura que instiga e incomoda ao mesmo tempo.


Mistborn: O Império Final, de Brandon Sanderson

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Fantasia ainda é um dos meus gêneros favoritos e Mistborn: O Império Final é um ótimo representante do gênero. Sanderson criou um universo criativo e único: em Mistborn, os Nascidos da Bruma consomem diferentes ligas de metais para usar poderes especiais. Além disso, o livro é repleto de personagens cativantes, em especial os protagonistas Kelsier e Vin. Gostei também da narrativa ágil, das cenas de ação impressionantes e do ótimo desenvolvimento de personagens. É uma série que recomendo muitíssimo desde já.


O Chamado de Cthulhu e Outros Contos, de H.P. Lovecraft

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Conheci de fato Lovecraft com essa coletânea de contos e me rendi ao mestre do terror. O que mais gostei nesses contos é a sensação angustiante criada pela atmosfera tensa de cada história — tramas focadas em questões de difícil compreensão e em entidades ancestrais terríveis. Achei impressionante a capacidade de Lovecraft em construir histórias tão envolventes e desconcertantes.


A terra inteira e o céu infinito, de Ruth Ozeki

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Meu interesse por A terra inteira e o céu infinito surgiu por conta de sua sinopse e a premissa de duas histórias diferentes intercaladas. Fui cativado pela trama das duas protagonistas: a escritora canadense Ruth e a garota japonesa Nao. O que mais me prendeu aqui foi o cuidado da autora ao construir as personagens, principalmente Nao. Gostei também de algumas questões abordadas pela história, como suicídio, bullying extremo, budismo e até mesmo metafísica.


Menções honrosas

Decepção do ano


E vocês, quais foram suas melhores leituras de 2016? O que me recomendam?

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Um comentário em “Minhas cinco leituras favoritas de 2016”

  1. Nesse ano eu li mais, e tenho duas sugestões: “O último policial” e “Anardeus – No calor da destruição” um por ter me deixado muito intrigado com a trama de investigação e aquele final do tipo… sem reação… ainda assim tu não fica com raiva, é sincero. Outro por seus personagens únicos e tão verossímeis que parece que ao sair de casa encontraria um deles sentado no banco da praça.

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