Impressões: Theatrhythm Final Fantasy: Curtain Call (3DS)

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Theatrhythm Final Fantasy é um dos meus jogos favoritos de 3DS. Gostei muito da jogabilidade e do conteúdo do título, além da mistura divertida de RPG e ritmo. O jogo foi um grande sucesso, sendo assim a Square-Enix preparou logo uma sequência. Theatrhythm Final Fantasy: Curtain Call é a edição definitiva do jogo, incluindo uma quantidade imensa de conteúdo, novos modos e alguns ajustes na jogabilidade. Eu, como fã do primeiro, não pensei nem meia vez e corri para jogar logo a sequência.

Curtain Call mantém a jogabilidade básica do primeiro Theatrhythm: o objetivo é executar toques e riscos na tela de toque no ritmo da música. São três estilos de jogabilidade: campo, batalha e evento; cada qual com características únicas. O título também tem toques de RPG, pois é possível treinar personagens, enfrentar chefes e conseguir itens raros.

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Gostei

Quantidade de conteúdo: Eu achava que o Theatrhythm original já tinha uma boa quantidade de conteúdo, mas me surpreendi com Curtain Call. O jogo tem mais de 200 músicas e 60 personagens, coisa suficiente para ocupar muito tempo. O mais legal é que dessa vez spin-offs da série também têm presença no título, me agradou muito ver composições de Crystal Chronicles e Type-0 na lista de músicas. Além disso, existem vários extras como troféus, cartas e outros vários colecionáveis.

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Quest Medley: Uma das grandes reclamações do primeiro título era um modo que se aproximasse mais de um RPG e em Curtain Call isso foi resolvido com a modalidade Quest Medley. Esse modo entrou no lugar da Chaos Shrine e apareceu pela primeira vez na versão de iOS de Theatrhythm. O objetivo é explorar mapas, enfrentando chefes e coletando tesouros pelo caminho. A progressão é simples: cada ponto do cenário é uma música e para avançar é necessário vencê-la. O legal é que os mapas são criados aleatoriamente e têm vários caminhos ramificados, além de três durações diferentes de aventuras.

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Versus Mode: Batalhas entre jogadores é outra das novidades de Curtain Call. Nesse modo é possível desafiar o computador ou pessoas (localmente ou pela internet) em alguma das várias composições do jogo. Como toda modalidade de competição, no Versus é possível atrapalhar os oponentes com ataques especiais. Muito mais legal do que o multiplayer (bobo) do primeiro título.

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Mais acessível: Assim como os jogos clássicos da série Final Fantasy, Theatrhythm exigia muito grind, ou seja, para liberar as coisas você tinha que jogar as mesmas músicas e modos inúmeras vezes. Felizmente isso foi alterado em Curtain Call: músicas, personagens e outros conteúdos são desbloqueados muito mais facilmente e rapidamente. Um bom exemplo é que agora todas as dificuldades estão abertas assim que a música é disponibilizada, ao contrário do primeiro que exigia que você completasse as dificuldades básicas primeiro. Outra coisa legal é poder usar os botões para jogar e navegar nos menus — por mais que esse esquema de controle não seja muito preciso nas dificuldades mais complexas.

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Comunicação e integração com Miiverse: Algo que eu achava muito legal no primeiro era a possibilidade de compartilhar um cartão de perfil e enviar Chaos Notes para as pessoas por meio do StreetPass. Curtain Call mantém esse recurso e melhora um pouco: agora cartões de perfil e mapas do Quest Medley podem também ser compartilhados pela internet no modo VS. O jogo também tem integração com o Miiverse, agora é bem mais fácil registrar imagens dos feitos no jogo.

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Não gostei

EX Burst no Versus Mode: O Versus Mode é uma adição muito legal, mas os ataques EX Burst estragam a brincadeira. O que acontece é que esses ataques são muito poderosos e atrapalham demais uma competição que deveria ser só baseada em habilidade. Ao menos é possível desligar esses ataques.

Sem penalidade para cheaters no online: O modo online do Versus funciona muito bem, mas tem um problema chato: muita gente desconecta quando percebe que vai perder. Quando isso acontece, um erro de comunicação aparece e ninguém é penalizado, muito chato isso.

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Olhar frio dos personagens: Eu gosto do estilo gráfico do jogo e dos personagens, mas esse olhar dos personagens ainda é perturbador… eles parecem bonecos malignos sem alma, argh!

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Theatrhythm Final Fantasy: Curtain Call tem tudo o que uma sequência de um jogo de ritmo precisa: mais conteúdo e ajustes na jogabilidade. Os novos modos são bem divertidos e interessantes, assim como os recursos de comunicação via StreetPass, internet e Miiverse. A combinação de tudo isso dá a sensação de um pacote mais completo e extenso, verdadeiramente uma versão definitiva — tenho certeza que vou passar horas e horas explorando tudo que o jogo tem a oferecer. Se gosta de jogos de ritmo, não deixe de conferir Theatrhythm Final Fantasy: Curtain Call.

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Confira minha análise completa no Nintendo Blast

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