Som & Fúria

A vida é uma história contada por um idiota, cheia de som e fúria que não significa nada.
E é baseado nessa frase de Macbeth que a minissérie Som & Fúria recebeu seu nome.
A música delirante de Ladyhawke

Lá vem mais pop eletrônico: Ladyhawke
Ladyhawke é, segundo ela mesma:
Olá, meu nome é Ladyhawke. Sou uma dama, não uma banda.
Sou uma dama que ama jogar. Amo videogames. Amo minhas guitarras. sintetizadores. Gatos.
Fazendo barulho, apertando botões, fios, cabos, solidão, olhando telas, filmes, colecionando coisas.
Uma descrição um tanto quanto nerd/geek, não?
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Professor Layton and the Curious Village

Já tinha ouvido falar várias vezes de Professor Layton, afinal é bem famoso e foi bem na crítica, mas nunca tive vontade de jogar e nem curiosidade em conhecer. Mas depois de conhecer a trilha sonora (via Alexei Barros no Hadouken) e jogar rapidamente no DS de um amigo corri pra jogá-lo. E depois disso não consegui largá-lo.
Uh Huh Her e o pôneicórnio

Não é mistério nenhum que gosto de coisas diferentes e desconhecidas… Se for algo meio indie e com toques eletrônicos então é quase certeza que vou gostar, o que é o caso de Uh Huh Her.
Impressões: Video Games Live 2008 – Brasília
Quase um ano depois o Video Games Live volta a se apresentar em Brasília. Nesse meio tempo minha opinião sobre o evento mudou muito, principalmente depois de começar a acompanhar os posts de Alexei Barros no Hadouken. Mas como é o único evento desse porte que vem por essas bandas eu não poderia deixar de ir. E é uma pena que o resultado final não tenha sido tão bom quanto eu esperava.
Lykke Li – Indie é o novo preto

Sempre gostei de cantoras desconhecidas e indies, sendo assim era inevitável que eu não encontrasse e gostasse da Lykke Li. O que me faz gostar muito da Lykke Li? Suas músicas completamente diferentes e imprevisíveis. Em seu álbum de estréia não existe uma canção igual, cada uma é única e diferente (pelo menos na sonoridade, pois sou um ouvinte que foca no ’som’ e não na letra). Some isso a clipes tão únicos quanto e temos uma cantora muito legal.
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Impressões: Xam’d Lost Memories

Xam’d Lost Memories (Bounen no Xamdou – 亡念のザムド) é o novo anime do estúdio Bones (famoso por Fullmetal Alchemist e Darker Than Black, por exemplo) e é impressionante e peculiar. Peculiar pelo formato (pelo menos até o momento): distribuição digital na Playstation Store. E impressionante pela qualidade de tudo no anime. Assisti os dois primeiros episódios.
Jorane e o “Vento Louco”

Jorane (ou Jorânia, como chama um amigo) é uma cantora francesa-canadense que utiliza um violoncelo em suas músicas. Parece que ela é excepcional por conseguir tocar e cantar ao mesmo tempo (não tenho conhecimento suficiente pra decidir se isso é incrível ou não), mas realmente parece que não é uma tarefa fácil. Sim, entendo somente umas poucas palavras da lingua francesa, mas gosto muito da Jorane.
Peixes conceituais e torrente de memes

Cabeça Tubarão (Raw Shark Texts no original) me foi pseudo-recomendado pelo Fabio Bracht e é um livro muito legal. A história gira em torno de Eric Sanderson: um dia ele acorda em uma cama sem lembrar quem é e de nada sobre o seu passado. Ele então começa a receber cartas de si mesmo (que se auto intitula “Eric Sanderson Numero 1″, seu “eu anterior”) e descobre que suas memórias estão sendo devoradas pouco a pouco pelo ludovício, um tipo de peixe conceitual (sendo nesse caso um tubarão). Sendo assim ele vai tentar de tudo pra se livrar dessa ameça e de muitas outras conspirações no caminho.
Video Games Live Brasil

Ao contrário do que muita gente por aí videogame não é coisa “de criança”, muito menos música de videogame. E pra provar isso está aí o Vídeo Games Live. Vídeo Games Live é um concerto com músicas de jogos eletrônicos, com um jogo de luzes que lembra shows de rock e um telão exibindo vídeos dos jogos em questão.
Na turnê brasileira deste ano incluíram uma apresentação em Brasília, e eu como não sou bobo não deixei de participar. O VGL aconteceu no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, achei ótima a estrutura do lugar (por mais que estacionar ali perto foi muito difícil, sem contar a poeira). O concerto em questão começaria às 19h, mas já a partir das 15h era possível entrar no lobby do local e conferir alguns jogos. Nesse ponto um problema: só estava disponível tvs ligadas com Guitar Hero II, uma mini lanhouse com uns 10pcs e 2 estações de um jogo de Fórmula 1 da Petrobrás. Achei isso muito fraco em comparação com RJ e SP, podiam ter trago mais coisas. Por fim era possível comprar uma camiseta do evento, um livreto com o programa do show (caríssimo, por sinal), posters e um boné.
Por volta das 18:30h foram abertas as portas do auditório aonde o show realmente iria ocorrer, boa parte das pessoas foram para seus lugares. Após um concurso de cosplay, começa então o VGL. É mostrado no telão um simpático vídeo de Pac-man e logo em seguida é tocado um medley de arcade/clássicos. Tommy Tallarico e Jack Wall se apresentam e o show continua. Martin Leung, conhecido por tocar músicas da série Mario com os olhos vendados tocou algumas músicas. Também houveram participações especiais: a banda 8bit tocando Metroid e Street Fighter e Lucas Vandanezi que tocou vários temas da série Mario no violão. Não vou entrar em detalhes sobre as músicas em questão, mas para mim os destaques foram Crono Cross, Beyond Good & Evil, Myst, Civilization e Metal Gear.
Ao contrário do que imaginei, o público se comportou mutíssimo bem, ficando quase que completamente calado durante as músicas. Tommy Tallarico se mostrou muito carismático e divertido, ficava fazendo a dança do siri o tempo todo (ele deve pensar que é uma dança comum e típica aqui no Brasil). Um ponto que ficou devendo foi não terem tocado Castlevania, enquanto tocaram Mario e Final Fantasy três vezes cada, realmente uma pena. Destaque para a imagem que ficou no telão durante o intervalo (“Video Games Live Act II is loading…”).
No fim foi um concerto muito memorável e divertido. Parece que ano que vem eles voltarão a se apresentar em Brasília, irei novamente com certeza. E fica provado o que Tallarico disse no começo do show, videogame também é arte.
Algumas fotos, por Roberto Berlim




