Ensaio Sobre a Cegueira
Ah, os maravilhosos best-sellers… Ou eles são muito bons ou eles são realmente ruins. Mas claro, aonde há fumaça há também fogo e vou atrás descobrir. Já teve uma época que eu me baseava muito na ‘capa’: julgava as coisas sem saber. Já agora eu faço o máximo para conhecer antes de falar qualquer coisa. E o “objeto de estudo” da vez é o livro Ensaio Sobre a Cegueira de José Saramago.
Norwegian Wood
Conheci Haruki Murakami através do livro Hard-Boiled Wonderland and The End of the World e depois disso me tornei fã dele. Murakami preza principalmente pela escrita simples e por suas histórias complicadas, tendo como característica personagens melancólicos e solitarios, mas extremamente verossímeis. Seu texto costuma também ter várias referências à cultura pop, junto com questões existenciais/filosóficas e em alguns casos o surrealismo, combinados de forma incrível.
Som & Fúria

A vida é uma história contada por um idiota, cheia de som e fúria que não significa nada.
E é baseado nessa frase de Macbeth que a minissérie Som & Fúria recebeu seu nome.
A música delirante de Ladyhawke

Lá vem mais pop eletrônico: Ladyhawke
Ladyhawke é, segundo ela mesma:
Olá, meu nome é Ladyhawke. Sou uma dama, não uma banda.
Sou uma dama que ama jogar. Amo videogames. Amo minhas guitarras. sintetizadores. Gatos.
Fazendo barulho, apertando botões, fios, cabos, solidão, olhando telas, filmes, colecionando coisas.
Uma descrição um tanto quanto nerd/geek, não?
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Professor Layton and the Curious Village

Já tinha ouvido falar várias vezes de Professor Layton, afinal é bem famoso e foi bem na crítica, mas nunca tive vontade de jogar e nem curiosidade em conhecer. Mas depois de conhecer a trilha sonora (via Alexei Barros no Hadouken) e jogar rapidamente no DS de um amigo corri pra jogá-lo. E depois disso não consegui largá-lo.
Uh Huh Her e o pôneicórnio

Não é mistério nenhum que gosto de coisas diferentes e desconhecidas… Se for algo meio indie e com toques eletrônicos então é quase certeza que vou gostar, o que é o caso de Uh Huh Her.
Impressões: Video Games Live 2008 – Brasília
Quase um ano depois o Video Games Live volta a se apresentar em Brasília. Nesse meio tempo minha opinião sobre o evento mudou muito, principalmente depois de começar a acompanhar os posts de Alexei Barros no Hadouken. Mas como é o único evento desse porte que vem por essas bandas eu não poderia deixar de ir. E é uma pena que o resultado final não tenha sido tão bom quanto eu esperava.
Lykke Li – Indie é o novo preto

Sempre gostei de cantoras desconhecidas e indies, sendo assim era inevitável que eu não encontrasse e gostasse da Lykke Li. O que me faz gostar muito da Lykke Li? Suas músicas completamente diferentes e imprevisíveis. Em seu álbum de estréia não existe uma canção igual, cada uma é única e diferente (pelo menos na sonoridade, pois sou um ouvinte que foca no ’som’ e não na letra). Some isso a clipes tão únicos quanto e temos uma cantora muito legal.
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Impressões: Xam’d Lost Memories

Xam’d Lost Memories (Bounen no Xamdou – 亡念のザムド) é o novo anime do estúdio Bones (famoso por Fullmetal Alchemist e Darker Than Black, por exemplo) e é impressionante e peculiar. Peculiar pelo formato (pelo menos até o momento): distribuição digital na Playstation Store. E impressionante pela qualidade de tudo no anime. Assisti os dois primeiros episódios.
Jorane e o “Vento Louco”

Jorane (ou Jorânia, como chama um amigo) é uma cantora francesa-canadense que utiliza um violoncelo em suas músicas. Parece que ela é excepcional por conseguir tocar e cantar ao mesmo tempo (não tenho conhecimento suficiente pra decidir se isso é incrível ou não), mas realmente parece que não é uma tarefa fácil. Sim, entendo somente umas poucas palavras da lingua francesa, mas gosto muito da Jorane.






